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Guerra Hamas-Israel

kok@s

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Israel mata 12 palestinianos, incluindo crianças, em ataques em Gaza




O exército israelita matou pelo menos 12 palestinianos, incluindo crianças, durante ataques hoje na Faixa de Gaza, segundo os dois hospitais que receberam os corpos.


Israel mata 12 palestinianos, incluindo crianças, em ataques em Gaza




As mortes são resultado de ataques que são já dos mais violentos desde que o cessar-fogo na Faixa de Gaza entrou em vigor em 10 de outubro passado.



Os ataques ocorreram tanto no norte quanto no sul de Gaza, tendo atingido um prédio de apartamentos na cidade de Gaza e uma tenda em Khan Younis, de acordo com funcionários dos hospitais.




O Hospital Shifa disse que o ataque na Cidade de Gaza matou uma mãe, três crianças e um familiar destas na manhã de hoje, enquanto o Hospital Nasser informou que um ataque num acampamento de tendas causou um incêndio, matando sete pessoas, incluindo um pai, os seus três filhos e três netos.



O Ministério da Saúde de Gaza regista mais de 500 palestinianos mortos por fogo israelita desde o início do cessar-fogo, em 10 de outubro.




O ministério, que faz parte do governo liderado pelo movimento radical islamista palestiniano Hamas, mantém registos detalhados das vítimas que são considerados geralmente fiáveis pelas agências das Nações Unidas e pelos peritos independentes.



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Exército israelita mata jovem de 19 anos a tiro na Faixa de Gaza




O exército israelita matou hoje a tiro um jovem de 19 anos em Al Maslaj, a sul da cidade de Khan Yunis, no extremo sul da Faixa de Gaza, disse à agência EFE fonte do hospital Nasser.


Exército israelita mata jovem de 19 anos a tiro na Faixa de Gaza




A mesma fonte indicou que o jovem morreu com um tiro na cabeça.



Até ao momento, o exército israelita não se pronunciou sobre esta morte.




Apesar do cessar-fogo em vigor em Gaza desde 10 de outubro, continuam a ser registados mortos diariamente devido ao fogo israelita, que justifica algumas dessas mortes alegando tratar-se de membros do Hamas e de outras milícias palestinianas.




De acordo com o Ministério da Saúde do Hamas em Gaza, desde a trégua foram contabilizadas mais de 500 mortes por fogo israelita, as últimas na segunda-feira, quando o exército israelita matou quatro pessoas em vários ataques na Faixa, uma delas uma criança de três anos.




No sábado, pelo menos 32 habitantes de Gaza - entre eles sete crianças - morreram em ataques israelitas, no dia mais letal desde o cessar-fogo, resultado de uma onda de bombardeamentos.



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Soldados israelitas abateram quatro palestinianos em alegado confronto




O Exército israelita comunicou hoje que abateu quatro palestinianos num túnel em Rafah, no sul da Faixa de Gaza, e que supostamente disparam contra soldados de Israel.


Soldados israelitas abateram quatro palestinianos em alegado confronto





Em um comunicado militar é dito que "quatro terroristas armados saíram de um túnel e abriram fogo contra os soldados" tendo sido abatidos.



Para os militares, a presença dos palestinianos no túnel hoje de manhã foi "uma violação flagrante do acordo de cessar-fogo" entre Israel e o Hamas.




As Forças Armadas acrescentaram que os militares israelitas continuam a operar na zona de Rafah para localizar e eliminar "os terroristas" que se encontram na rede de túneis de Gaza.




De acordo com a Agência France Presse, membros do Hamas estão "encurralados" nos túneis em Rafah, sob uma parte do território palestiniano ocupado pelo Exército israelita no âmbito do acordo de cessar-fogo em vigor desde 10 de outubro.




A área está localizada perto da passagem fronteiriça de Rafah com o Egito, o único acesso ao exterior para os residentes do território, que estava praticamente fechado desde maio de 2024.




Israel aceitou reabrir a passagem no passado dia 02 de fevereiro, de forma muito limitada.




Apenas cerca de 200 palestinianos de Gaza passaram pela fronteira em ambos os sentidos na última semana, principalmente pessoas doentes ou feridas retiradas de emergência para o Egito, acompanhadas por familiares.




A trégua continua muito frágil com as duas partes a acusarem-se mutuamente de violação do acordo.




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Vários caças F-22 aterram em Israel para juntar-se a destacamento de EUA




Vários caças F-22 da Força Aérea dos Estados Unidos aterraram hoje em Israel, procedentes do Reino Unido, como parte do destacamento militar norte-americano no Médio Oriente antes de um possível ataque ao Irão.


Vários caças F-22 aterram em Israel para juntar-se a destacamento de EUA





A comunicação social israelita noticiou este destacamento que, segundo o diário The Times of Israel, é composto por 12 aviões de combate que aterraram numa base israelita no sul do país.



As aeronaves, indicou o jornal, descolaram hoje da base de Lakenheath, no Reino Unido, onde se encontravam desde a semana passada, alegadamente devido a problemas com o reabastecimento de combustível em voo.



A aterragem destes caças ocorre dois dias antes das conversações entre o Irão e os Estados Unidos (EUA), previstas para quinta-feira em Genebra, para tentar alcançar um acordo sobre o programa nuclear iraniano que impeça uma intervenção militar norte-americana no país, e na véspera da chegada a Telavive do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, para uma visita de dois dias a Israel.



As negociações em Genebra vão realizar-se sob ameaça militar dos Estados Unidos, cujo destacamento no Golfo Pérsico é o maior desde a invasão do Iraque em 2003, contando com dois porta-aviões, vários contratorpedeiros e dezenas de caças estacionados perto da República Islâmica.


A reunião de quinta-feira será a terceira ronda de negociações nucleares indiretas entre o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, e o enviado especial da Casa Branca, Steve Witkoff, após dois encontros anteriores em Omã e Genebra, nos quais o ministro dos Negócios Estrangeiros de Omã, Badr bin Hamad al-Busaidi, desempenhou o papel de mediador.




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Modi afirma que Índia e Israel combaterão juntos o "terrorismo no mundo"




A Índia e Israel estão determinados a "opor-se lado a lado" ao "terrorismo no mundo", afirmou hoje o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, no final de uma visita de dois dias a Jerusalém.


Modi afirma que Índia e Israel combaterão juntos o terrorismo no mundo



"A Índia e Israel afirmam claramente que não há lugar para o terrorismo no mundo, sob qualquer forma. O terrorismo não será tolerado. Opor-nos-emos lado a lado. Opor-nos-emos sempre no futuro", declarou Modi numa conferência de imprensa conjunta com o homólogo israelita, Benjamin Netanyahu.



"A humanidade nunca deve tornar-se vítima de conflitos", acrescentou.




No primeiro dia da visita, Modi sublinhou que Nova Deli se mantém "com firmeza" ao lado de Israel e apresentou condolências pelas vítimas do ataque perpetrado em solo israelita pelo movimento islamista palestiniano Hamas, a 07 de outubro de 2023.




Modi, que realiza a sua segunda visita a Israel enquanto primeiro-ministro, abordou igualmente a cooperação futura entre os dois países.



"Juntos, avançaremos para o desenvolvimento conjunto, a produção conjunta e a transferência de tecnologias", afirmou, referindo "a cooperação em setores como a energia nuclear civil e o espaço".



Netanyahu classificou a visita de Modi como "extraordinariamente produtiva".




"O futuro pertence aos que inovam, e Israel e a Índia estão resolutamente orientados para a inovação", assegurou.




As duas partes assinaram uma série de protocolos de entendimento em áreas como a educação, a inteligência artificial, as tecnologias e a agricultura.




O rápido crescimento económico da Índia e o "poder da inovação" israelita constituem uma "base natural" para futuras parcerias, afirmou Modi, num discurso na quarta-feira perante o parlamento israelita.




Nos últimos anos, Nova Deli tem reforçado progressivamente a sua parceria com Israel nos domínios da defesa, agricultura, tecnologia e cibersegurança.




Em paralelo, num Médio Oriente atualmente sob forte tensão, a Índia mantém relações sólidas com os países do Golfo e com o Irão, inimigo declarado de Israel.




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Pelo menos cinco mortos em ataques israelitas em Gaza




Ataques israelitas mataram hoje, pelo menos, cinco pessoas na Faixa de Gaza, anunciou a Defesa Civil do território, onde um cessar-fogo entre Israel e o movimento palestiniano Hamas está oficialmente em vigor desde outubro.


Pelo menos cinco mortos em ataques israelitas em Gaza




A Defesa Civil, uma organização de primeiros socorros que opera sob a autoridade do Hamas, disse à agência France-Presse (AFP) que um ataque com drones matou três pessoas no sul da Faixa de Gaza e que outras duas pessoas foram mortas no centro do enclave devastado pela guerra.



Israel e o Hamas acusam-se mutuamente de violar o cessar-fogo, que entrou em vigor em 10 de outubro, após dois anos de guerra.




A troca de tiros continua diariamente. A 15 de fevereiro, a Defesa Civil informou que ataques israelitas causaram 12 mortos em Gaza. O exército israelita explicou ter identificado "vários terroristas armados que se escondiam sob os escombros" e ter respondido a uma "violação flagrante" do cessar-fogo.




Em meados de janeiro, os Estados Unidos anunciaram a passagem para a segunda fase do plano do Presidente norte-americano, Donald Trump, para pôr fim definitivamente ao conflito em curso, desencadeado pelo ataque mortal do Hamas contra Israel em 07 de outubro de 2023.




O plano prevê uma retirada progressiva de Israel de Gaza, o desarmamento do Hamas e o envio de uma força internacional de estabilização.




O exército israelita continua a controlar mais de metade do território, enquanto o Hamas, no poder em Gaza desde 2007, recusa categoricamente depor as armas nas condições impostas por Israel.




Mais de 600 palestinianos foram mortos desde o início da trégua, de acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, sendo estes números considerados fiáveis pela ONU. O exército israelita registou, por seu lado, cinco soldados mortos.




Tendo em conta as restrições impostas aos meios de comunicação social em Gaza e as dificuldades de acesso no terreno, a AFP não está conseguiu verificar de forma independente as informações e os balanços das diferentes partes.




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