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Guerra Hamas-Israel

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O plano de Trump para Gaza: “Limpem aquilo tudo, retirem as pessoas e invistam no imobiliário!”​



 

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Israel acusou Hezbollah de agravamento da situação no Líbano


O Exército israelita acusou o Hezbollah de estar a tentar agravar a situação militar após o prolongamento do prazo para a retirada dos militares israelitas das zonas do sul do Líbano.




Notícia







"O Hezbollah (Partido de Deus), como sempre, coloca interesses mesquinhos à frente dos do Estado libanês e tenta, através dos dirigentes, 'aquecer' a situação", disse o porta-voz do Exército israelita Avichai Adrai, numa mensagem publicada nas redes sociais.




Adrai sublinhou que as tropas israelitas foram recentemente reposicionadas em vários locais do sul do Líbano, em conformidade com o acordo de cessar-fogo e com o objetivo de permitir gradualmente a implantação efetiva do Exército libanês e de desmantelar e "eliminar o grupo terrorista Hezbollah".



O mesmo responsável disse ainda que a aplicação do acordo ainda se mantém, uma vez que o processo de implantação está a ser efetuado gradualmente.



Em algumas áreas, especificou, A retirada está atrasada sendo preciso mais tempo para garantir que o Hezbollah não venha a colocar novas forças no terreno.



A este respeito, Adrai disse também que o Exército israelita vai em breve informar sobre os locais para onde os civis deslocados podem regressar.



"Pedimos-lhes que esperem e não permitam que o Hezbollah regresse e os explore numa tentativa de encobrir as repercussões devastadoras de decisões irresponsáveis em detrimento da segurança do Estado libanês", afirmou.



A declaração de Adrai ocorreu horas depois de a Administração dos Estados Unidos ter anunciado que o prazo para a retirada das tropas israelitas do sul do Líbano tinha sido prorrogado até ao próximo dia 18 de fevereiro.



A data foi confirmada pelo primeiro-ministro cessante do Líbano, Nayib Mikati, que reafirmou empenho de Beirute na aplicação do cessar-fogo.
O Hezbollah não fez ainda qualquer comentário sobre o assunto.


O prolongamento deste prazo, que deveria ter expirado no domingo, foi anunciada horas depois de 22 pessoas terem sido mortas a tiro por soldados israelitas quando tentavam regressar às casas onde residiam no sul do Líbano.



Segundo o Ministério da Saúde libanês, 125 deslocados ficaram feridos.


nm
 

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Israel anuncia morte de oito reféns que iriam ser libertados


Oito dos reféns programados para serem libertados na primeira fase de um acordo de tréguas entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza morreram, anunciou hoje o porta-voz do Governo israelita, David Mencer.




Notícia







"As famílias foram informadas sobre a situação dos seus entes queridos", disse Mencer durante uma conferência de imprensa.



Isto significa que dos 26 reféns que serão devolvidos ao seu país na primeira fase do acordo, apenas 18 ainda estão vivos.



A primeira fase deste processo - que durará seis semanas e que começou a 19 de janeiro, dia em que cessaram os combates no território palestiniano - deverá permitir a libertação de 33 reféns em troca da libertação de mais de 1.900 palestinianos detidos por Israel.



Sete mulheres feitas reféns nos ataques do Hamas a Israel de 07 de outubro de 2023 já regressaram a casa após as duas primeiras trocas, realizadas a 19 e 25 de janeiro.



Na madrugada de hoje, Israel indicou que tinha em mãos uma lista que há muito exigia ao Hamas sobre o estatuto de todos os reféns, vivos ou mortos.



"Esta lista coincide com a dos serviços de informação israelitas", esclareceu Mencer, sem adiantar os nomes dos reféns mortos.




nm
 

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Hamas vai libertar seis reféns esta semana (e Arbel Yehoud é uma delas)


Arbel Yehoud deveria ter sido libertada antes de quatro militares, no sábado, e a situação criou um clima de tensão entre o Hamas e Israel. Agora, a jovem, civil, de 29 anos, deverá ser libertada na quinta-feira - juntamente com mais dois outros reféns.





Notícia






Depois de dois dias marcados pela tensão entre Israel e o Hamas - que ainda estão a meio da primeira fase do acordo fechado para a libertação de reféns - as partes parecem já ter chegado a um acordo.



Segundo o gabinete do primeiro-ministro israelita, haverá dois momentos de libertação esta semana: o primeiro na quinta-feira, e o segundo no sábado.



Na quinta-feira serão libertados três reféns, uma das quais é Arbel Yehoud, de 29 anos, que já deveria ter sido libertada - dado que como civil, deveria ter saído do controlo do grupo islamita antes dos militares. Isto não aconteceu, dado que no último sábado foram libertadas quatro militares.



Segundo o gabinete do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, para além de Arbel Yehoud, será também libertado um homem, que não é identificado. Neste dia também uma militar, Agam Berger, será libertada.




Mas por que razão está Arbel no 'centro' da tensão entre o Hamas e Israel?



A não libertação de Arbel, levou a que Israel tenha decidido não libertar um grupo de palestinos como parte do cessar-fogo acordado com o Hamas.



“O Hamas não cumpriu as obrigações de libertar as mulheres civis primeiro”, afirmou o porta-voz das Forças de Defesa de Israel, Daniel Hagari, este fim de semana, destacando que o grupo violou o acordo de cessar-fogo. O Hamas tinha concordado em libertar primeiro as mulheres civis e só depois as militares.



As discussões duraram todo o fim de semana, com as duas partes a decidirem que mais três pessoas - não identificadas - também seriam libertadas no sábado, já em fevereiro.



Para além deste 'acordo dentro de um acordo', Israel recebeu também mais pormenores sobre os reféns feitos pelo Hamas. Esta segunda-feira, o porta-voz do governo israelita, David Mencer, deu conta de que oito dos reféns que estavam previstos ser libertados na primeira fase estão mortos.



Isto significa que dos 26 reféns que serão devolvidos ao seu país na primeira fase do acordo, apenas 18 ainda estão vivos.


Quanto a Yehoud, o Hamas disse que tinha dado provas de que ela estava viva. Segundo a publicação The Times of Israel, a jovem terá sido, erradamente, classificada como militar, algo que já terá sido corrigido ontem à noite. Nem o Hamas nem Israel confirmaram, no entanto, esta possível classificação errada. Arbel foi raptada da sua casa, em Nir Oz, no ataque do Hamas a 7 de outubro de 2023, juntamente com o seu namorado.



Sete mulheres feitas reféns nos ataques do Hamas a Israel de 7 de outubro de 2023 já regressaram a casa após as duas primeiras trocas, realizadas a 19 e 25 de janeiro.


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Autoridades de Gaza removem engenhos explosivos israelitas por detonar


A polícia da Faixa de Gaza, controlada pelo Hamas, disse hoje que removeu nos últimos dias dezenas de engenhos explosivos não detonados em todo o enclave, sobretudo em antigas zonas residenciais destruídas.





Notícia






De acordo com um comunicado difundido pelo gabinete de imprensa do Governo do grupo islamita, as equipas especializada na remoção de engenhos explosivos detetaram também mísseis localizados em áreas que constituem riscos graves sobretudo para as crianças que brincam nos escombros.



O Hamas pede "à população para que se mantenha afastada de objetos suspeitos e que informe imediatamente as autoridades competentes".



A organização não-governamental Mines Advisory Group (MAG), que localiza, remove e destrói explosivos, ainda não conseguiu determinar a escala real da presença de engenhos por explodir na Faixa de Gaza.



A organização salienta a necessidade e a importância de a comunidade internacional começar a mobilizar recursos para apoiar os esforços de remoção e neutralização de material explosivo.



Um relatório da UNRWA (Missão das Nações Unidas) prevê que, mesmo que o ambiente seja propício, a remoção de engenhos por explodir em Gaza vai exigir fundos elevados destinados a uma operação que se pode prolongar durante dez anos.



"Além disso, é provável que as munições não deflagradas estejam enterradas nos mais de 42 milhões de toneladas de escombros criados pela destruição de edifícios, estradas e outras infra estruturas", acrescentou a UNRWA.



Com o início do cessar-fogo em Gaza, a limpeza, a recolha de cadáveres e a remoção de materiais perigosos começaram no enclave, embora a reconstrução final só tenha lugar quando a trégua entrar na terceira e última fase.




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Ex-reféns assistiram juntas à libertação da sua camarada Agam Berger


Uma imagem divulgada pelo governo israelita




Notícia






As reféns libertadas no sábado Naama Levy, Liri Albag, Karina Ariev e Daniella Gilboa assistiram hoje à libertaçãoda sua amiga e camarada Agam Berger, do cativeiro do Hamas em Gaza.



Uma fotografia dos quatro reféns juntas, a assistir à libertação da última militar nas mãos do Hamas, na manhã desta quinta-feira foi publicada pelo gabinete do primeiro-ministro.


Berger deverá ser levada para o mesmo hospital onde todos os reféns estão a ser avaliados antes de se reunirem com as suas famílias.



Agam Berger foi libertada esta manhã.




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Israel interceta drone do Hezbollah


O exército israelita anunciou hoje ter intercetado um 'drone' do Hezbollah, que disse ter sido lançado em direção ao território israelita, sem especificar se a operação ocorreu no Líbano ou já em Israel.




Notícia





"Um drone de vigilância do Hezbollah, lançado em direção ao território israelita, foi intercetado pela Força Aérea sem que as sirenes de alerta tivessem disparado no norte de Israel", disse o exército num comunicado citado pela agência francesa AFP.



O exército acrescentou que "não permitirá atividades terroristas do Hezbollah no Líbano e agirá para eliminar qualquer ameaça ao Estado de Israel e aos seus cidadãos", segundo a agência espanhola EFE.



As forças israelitas também anunciaram terem realizado na quarta-feira um ataque aéreo contra um veículo no sul do Líbano.



O exército justificou que o Hezbollah estava a usar o veículo "para restaurar as suas infraestruturas terroristas, em violação dos acordos Israel-Líbano".



Desde 27 de novembro, está em vigor um frágil cessar-fogo entre o movimento islamita libanês, apoiado pelo Irão, e Israel.



A trégua suspendeu uma ofensiva israelita no sul do Líbano contra o Hezbollah, que atacava o norte de Israel desde a guerra na Faixa de Gaza, iniciada em outubro de 2023 depois de um ataque do Hamas em solo israelita.



O acordo de tréguas entre Israel e o Hezbollah expirou no domingo e foi prorrogado até 18 de fevereiro, data em que as tropas israelitas devem abandonar definitivamente o Líbano.



O pacto estabelecia a retirada das tropas israelitas do sul do Líbano e a retirada do Hezbollah a norte do rio Litani, cerca de 30 quilómetros a norte da fronteira com Israel.



Israel anunciou na sexta-feira que não iria retirar as forças ainda presentes no Líbano desde a invasão iniciada em 01 de outubro, enquanto o exército libanês não ocupar as áreas que deve controlar.



O Hezbollah e o Hamas, entre outros grupos radicais da região, integram o chamado "eixo de resistência" contra Israel liderado pelo Irão.



O líder carismático do Hezbollah, Hassan Nasrallah, foi morto em setembro, juntamente com outros dirigentes do grupo xiita, durante um ataque israelita nos arredores de Beirute.



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"Até nova ordem". Israel suspende libertação de detidos palestinianos


Israel suspendeu "até nova ordem" a libertação de 110 detidos palestinianos prevista para hoje em troca da devolução de oito reféns, incluindo cinco tailandeses e três israelitas que estavam na Faixa de Gaza, anunciou a Rádio do exército israelita.





Notícia







"A hierarquia política anunciou a suspensão da operação para libertar os terroristas, até novas ordens", noticia a rádio militar, citando uma fonte das autoridades de segurança.



A decisão foi tomada após o caos na libertação de alguns destes reféns em Khan Yunis, no sul, condenado pelo primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, que considerou ter visto "cenas chocantes".



O chefe de Governo referia-se às cerimónias organizadas pelos grupos islamitas Hamas e Jihad Islâmica para promover a terceira libertação de reféns no âmbito do acordo de tréguas na Faixa de Gaza.



Em Khan Yunis, os grupos palestinianos organizaram um ambiente festivo num campo de ruínas, com combatentes das Brigadas Al-Quds, o braço armado da Jihad Islâmica, vestidos de preto da cabeça aos pés e com cordões de bandeiras palestinianas estendidos entre os edifícios destruídos.



Libertação foi completada. Oito reféns foram entregues pelo Hamas

Libertação foi completada. Oito reféns foram entregues pelo Hamas



Libertação decorreu aos poucos, na manhã desta quinta-feira, e ficou marcada pela confusão no local. Netanyahu deixou avisos ao Hamas.



A outra cerimónia foi preparada no campo de refugiados de Jabalia, onde combatentes usaram faixas verdes do Hamas e do seu braço armado, as Brigadas Ezzedine Al-Qassam, num cenário de devastação e destroços.




Em ambos os locais, estavam estacionadas as viaturas do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) para receber os reféns.



O Hamas montou um pódio, os delegados do CICV assinaram um formulário de libertação e, em seguida, a soldado israelita Agam Berger, vestida de caqui, emergiu dos escombros, escoltada por combatentes do movimento islamita.




Quando chegou ao pódio, foi filmada em grande plano por um combatente do Hamas com uma câmara profissional ao ombro. O homem ordenou-lhe que acenasse para a multidão, ao que ela obedeceu sem entusiasmo.




Depois, entrou numa das quatro viaturas do CICV, enquanto alguns homens se apressavam a imortalizar o momento nos telemóveis.



"Vejo com grande severidade as cenas chocantes que ocorreram durante a libertação dos nossos reféns", disse Netanyahu, em comunicado, acrescentando que a encenação evidenciou a "crueldade inimaginável" do Hamas




O primeiro-ministro israelita exigiu que "os mediadores garantam que tais cenas ameaçadoras não se repetem e que a segurança dos reféns está garantida", avisando que "qualquer pessoa que ouse fazer mal aos cativos terá a cabeça coberta de sangue".



O fórum que representa as principais famílias dos reféns também lamentou o que descreveu como "imagens de cortar o coração", apelando, em comunicado, para que "sejam feitos todos os possíveis" para garantir "a proteção e a sua reunificação aos seus entes queridos".




"Após 482 dias de terror e sofrimento inimagináveis, estas pessoas, que já suportaram o impensável, não devem ser sujeitas a mais perigos.


Este processo, marcado pela crueldade e pelo desrespeito pela dignidade humana, deve ser inequivocamente condenado", afirmou o grupo.



Da mesma forma, o Presidente israelita, Isaac Herzog, condenou as "cenas de abuso e terror" contra os reféns enquanto eram transferidos para veículos da Cruz Vermelha.



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Prisioneiros palestinianos libertados sob protestos.


Os autocarros que transportavam 110 prisioneiros palestinianos trocados por reféns israelitas deixaram a prisão de Ofer, na Cisjordânia, sob manifestações de protestos, com jovens palestinianos a apedrejar as forças de segurança.




Notícia






Os autocarros seguiram em a Beitunah, perto da cidade ocupada de Ramallah, na Cisjordânia, onde os prisioneiros palestinianos eram esperados por familiares.



O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, atrasou a libertação dos prisioneiros por causa de uma transferência caótica de reféns em Gaza, horas antes.



Israel libertou os 110 prisioneiros palestinianos em troca de três reféns israelitas e cinco tailandeses.


Em redor da prisão de Ofer, na Cisjordânia ocupada por Israel, registaram-se confrontos na saída da caravana de prisioneiros palestinianos libertados, quando adolescentes palestinianos atiraram pedras contra as forças israelitas, que dispararam gás lacrimogéneo para dispersar os manifestantes.


Num comunicado, o Crescente Vermelho Palestiniano informou que três palestinianos ficaram feridos por tiros israelitas nos confrontos à porta da prisão de Ofer.


O comunicado confirma que as forças israelitas usaram tiros e granadas para dispersar a multidão.


A libertação dos prisioneiros estava prevista para hoje de manhã, mas o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, adiou a sua entrega devido ao tratamento "ameaçador" de que foram alvo dois dos reféns israelitas durante a sua transferência, dos milicianos palestinianos para a Cruz Vermelha, quando foram cercados e vaiados por milhares de habitantes de Gaza.




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Hamas confirma morte de antigo comandante militar Mohammed Deif


O movimento islamita palestiniano Hamas confirmou hoje a morte do seu antigo comandante militar Mohammed Deif, seis meses depois de Israel ter reclamado a eliminação deste dirigente procurado pelo Tribunal Penal Internacional.





Notícia






É a primeira vez que o Hamas confirma a morte do seu ex-comandante desde que o Exército israelita anunciou, em agosto do ano passado, que tinha sido abatido num ataque aéreo no sul da Faixa de Gaza, no dia 13 do mês anterior.



O antigo obscuro líder militar do Hamas foi um dos alegados mentores do ataque de 07 de outubro de 2023 em Israel, que desencadeou a guerra na Faixa de Gaza.



Durante anos, liderou a lista dos homens mais procurados de Israel e enfrentava também, desde novembro, um mandado de detenção do TPI, apesar do anúncio israelita da sua morte.



Na altura, o tribunal internacional sediado em Haia emitiu mandados de detenção para o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e para o então ministro da Defesa, Yoav Gallant, por crimes contra a humanidade e crimes de guerra relacionados com o mais recente conflito na Palestina.



O TPI emitiu igualmente um mandado de detenção para Mohammed Diab Ibrahim al-Masri, conhecido como Mohammed Deif, por crimes de guerra e contra a humanidade cometidos nos territórios israelitas e palestinianos a partir 07 de outubro de 2023.



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Israel diz que atingiu vários alvos do Hezbollah no Líbano


O exército de Israel anunciou esta manhã que atingiu vários alvos do movimento xiita Hezbollah no leste do Líbano durante a noite, apesar do cessar-fogo em vigor desde o final de novembro.




Notícia





"Durante a noite (...), a força aérea israelita atingiu vários alvos terroristas do Hezbollah no Vale do Bekaa (...) que representavam uma ameaça", afirmou o exército.



Numa mensagem publicada nas redes sociais, as Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) afirmaram que um dos locais visados contém "infraestruturas subterrâneas, utilizadas para o desenvolvimento e fabrico de armas".


O exército disse ter também atingido instalações "na fronteira sírio-libanesa utilizadas pelo Hezbollah para o tráfico de armas para o Líbano".


Um dia antes, o exército anunciou ter intercetado um 'drone' do Hezbollah, que disse ter sido lançado em direção ao território israelita, sem especificar se a operação ocorreu no Líbano ou já em Israel.


O porta-voz em árabe das IDF, Avichay Adraee, disse hoje que o envio do drone é "uma violação do entendimento entre Israel e o Líbano", embora tenha indicado que o exército continua "comprometido com os acordos alcançados em relação ao cessar-fogo no Líbano".


As IDF acrescentaram que "não permitirão atividades terroristas do Hezbollah no Líbano e agirão para eliminar qualquer ameaça ao Estado de Israel e aos seus cidadãos".


Desde 27 de novembro, está em vigor um frágil cessar-fogo entre o movimento islamita libanês, apoiado pelo Irão, e Israel.


A trégua suspendeu uma ofensiva israelita no sul do Líbano contra o Hezbollah, que atacava o norte de Israel desde a guerra na Faixa de Gaza, iniciada em outubro de 2023 depois de um ataque do movimento islamita palestiniano Hamas em solo israelita.


O acordo de tréguas entre Israel e o Hezbollah expirou no domingo e foi prorrogado até 18 de fevereiro, data em que as tropas israelitas devem abandonar definitivamente o Líbano.


O pacto estabelecia a retirada das tropas israelitas do sul do Líbano e a retirada do Hezbollah a norte do rio Litani, cerca de 30 quilómetros a norte da fronteira com Israel.


Israel anunciou em 24 de janeiro que não iria retirar as forças ainda presentes no Líbano desde a invasão iniciada em 01 de outubro, enquanto o exército libanês não ocupar as áreas que deve controlar.



O Hezbollah e o Hamas, entre outros grupos radicais da região, integram o chamado "eixo de resistência" contra Israel liderado pelo Irão.


O líder carismático do Hezbollah, Hassan Nasrallah, foi morto em setembro, juntamente com outros dirigentes do grupo xiita, durante um ataque israelita nos arredores de Beirute.


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Luso-israelita Ofer Kalderon já foi libertado pelo Hamas


O luso-israelita Ofer Kalderon foi libertado esta manhã após 15 meses em cativeiro.





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O movimento islamita palestiniano Hamas entregou, ao início da manhã deste sábado, dois reféns à Cruz Vermelha, incluindo o luso-israelita Ofer Kalderon, no sul da Faixa de Gaza, no âmbito do acordo de cessar-fogo com Israel. Um terceiro refém foi libertado cerca de duas horas depois.



Inicialmente, os militantes libertaram Yarden Bibas, de 35 anos, pai das duas últimas crianças mantidas em cativeiro, cujo destino é ainda incerto, e ainda o luso-israelita Ofer Kalderon, de 54 anos.


Ambos foram raptados e levados para Gaza durante o ataque liderado pelo Hamas a Israel, a 7 de outubro de 2023, que desencadeou o atual conflito no Médio Oriente.


Outro refém, o americano-israelita Keith Siegel, de 65 anos, foi entregue mais tarde à Cruz Vermelha na Cidade de Gaza, a norte do território.



Terceiro refém já foi libertado pelo Hamas

Terceiro refém já foi libertado pelo Hamas



O israelo-americano Keith Siegel foi feito refém com a sua mulher Aviva e foi visto num vídeo divulgado pelo Hamas no ano passado.


Ofer Kalderon, recorde-se, tinha requerido a nacionalidade portuguesa em 2021, ao abrigo da lei dos sefarditas. Após o seu rapto, foi pedido ao Governo urgência na atribuição de nacionalidade portuguesa ao israelita, para que pudesse beneficiar da dupla nacionalidade para que fosse libertado.


A certidão de nascimento do agora luso-israelita foi emitida pela Conservatória dos Registos Centrais (CRC), em 2023.


Já Yarden Bibas é o pai do bebé Kfir, que tinha apenas nove meses quando foi raptado, e de Ariel, de quatro anos. Além das crianças, também a mãe, Shiri, foi raptada e, no final de 2023, o Hamas anunciou que o bebé e a mãe tinham sido mortos num bombardeamento israelita.


Sobre o israelo-americano Keith Siegel sabe-se que foi feito refém com a sua mulher Aviva e foi visto num vídeo divulgado pelo Hamas no ano passado. A mulher foi libertada na primeira troca de reféns por prisioneiros palestinianos, em novembro de 2023, à semelhança de Erez e Sahar, filhos de Ofer Kalderon.


Sublinhe-se que a primeira fase da trégua entre o Hamas e Israel na Faixa de Gaza, que deverá durar seis semanas, deverá permitir a libertação de 33 reféns detidos em Gaza em troca de um número muito maior de prisioneiros palestinianos detidos por Israel.


A primeira fase do acordo de cessar-fogo e de libertação de reféns em Gaza entrou em vigor no passado dia 19 de janeiro e, desde então, foram libertados 15 reféns em troca de centenas de prisioneiros palestinianos.


A guerra na Faixa de Gaza foi desencadeada pelo ataque do Hamas em Israel em 7 de outubro de 2023, que fez cerca de 1.200 mortos e 250 reféns.


Em retaliação, Israel lançou uma operação militar em grande escala, que provocou mais de 47 mil mortos, na maioria civis, segundo as autoridades locais, e destruiu o enclave palestiniano.




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Terceiro refém já foi libertado pelo Hamas


O israelo-americano Keith Siegel foi feito refém com a sua mulher Aviva e foi visto num vídeo divulgado pelo Hamas no ano passado.




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O americano-israelita Keith Siegel, de 65 anos, já foi libertado pelo Hamas e entregue à Cruz Vermelha na Cidade de Gaza, a norte do território.



Keith Siegel é o terceiro refém libertado durante o dia de hoje, sábado, nesta que é a primeira fase do acordo de cessar-fogo e de libertação de reféns em Gaza, que começou no dia 19 de janeiro.


Sobre o israelo-americano Keith Siegel sabe-se que foi feito refém com a sua mulher Aviva e foi visto num vídeo divulgado pelo Hamas no ano passado. A mulher foi libertada na primeira troca de reféns por prisioneiros palestinianos, em novembro de 2023.



Recorde-se que, nas primeiras horas da manhã, foram libertados o luso-israelita Ofer Kalderon, 54 anos, e Yarden Bibas, de 35 anos.





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Israel anunciou morte de um terrorista durante ataque na Cisjordânia


O exército israelita declarou hoje ter matado "um terrorista" durante uma troca de tiros no norte da Cisjordânia ocupada, onde conduz uma vasta operação militar há vários dias.





Notícia






Num comunicado, o exército de Israel afirmou que "um terrorista disparou contra os soldados num posto militar em Tayasir", leste de Jenin, no vale do Jordão.



"Os soldados eliminaram o terrorista durante a troca de tiros", acrescentou.



O principal canal de televisão de Israel, o N12, informou que pelo menos sete soldados israelitas ficaram feridos, dois deles com gravidade
Em 21 de janeiro, apenas dois dias após a trégua entre Israel e o Hamas entrar em vigor na Faixa de Gaza, o exército de Israel lançou uma grande operação contra as milícias palestinianas do campo de refugiados de Jenin, batizada de "Muro de ferro".


A operação expandiu-se para a zona próxima do campo de refugiados de Tulkarem e para a cidade de Tamun. Mais de 30 palestinianos foram mortos durante a ofensiva, incluindo uma menina de dois anos e um rapaz de 16 anos.



A agência da ONU para refugiados palestinianos (UNRWA), proibida por Israel, denunciou na segunda-feira que grande parte do campo de refugiados de Jenin foi destruída por detonações controladas pelas forças de Israel.



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Quem governará Gaza? “Se o Hamas não sair, a guerra continuará!” – Israel



 

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Hamas não vai permitir que Trump expulse habitantes de Gaza


O grupo islamita palestiniano Hamas, que governa a Faixa de Gaza, afirmou hoje que não vai permitir a concretização dos planos anunciados pelo Presidente dos Estados Unidos, que quer que os habitantes do enclave sejam reinstalados noutros locais.





Notícia







"Rejeitamos as declarações de [Donald] Trump, que disse que 'os moradores da Faixa de Gaza não têm outra escolha a não ser sair', e consideramo-las uma receita para criar caos e tensão na região", reagiu Sami Abu Zuhri, um alto dirigente do Hamas.



Donald Trump disse na terça-feira que quer que os Estados Unidos assumam o controlo da Faixa de Gaza e reconstruam o território, depois de os palestinianos serem reinstalados noutros locais.


A posição foi transmitida em conferência de imprensa, após um encontro com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, na Casa Branca.


Trump não excluiu a possibilidade de enviar tropas norte-americanas para apoiar a reconstrução de Gaza e considera que a participação dos EUA será de "longo prazo".


O magnata republicano sugeriu converter o enclave na nova "Riviera do Médio Oriente".


"Isto pode ser magnífico", disse Trump durante a conferência.


O Presidente norte-americano garantiu ainda que o acordo para normalizar as relações entre a Arábia Saudita e Israel "vai acontecer".


No início da reunião, Trump já tinha sugerido que os palestinianos deslocados em Gaza fossem reinstalados permanentemente fora do território devastado pela guerra.


"Não acho que as pessoas devam regressar", disse Trump, citado pela agência de notícias Associated Press (AP).


"Não se pode viver em Gaza neste momento. Acho que precisamos de outro local. Penso que deve ser um local que faça as pessoas felizes", acrescentou.


Questionado sobre quantos palestinianos deveriam ser realojados, Trump respondeu: "Todos eles. Provavelmente 1,7 milhões, talvez 1,8 milhões. Mas penso que todos. Seriam reinstalados num local onde possam ter uma vida bonita", disse citado pela agência de notícias EFE.


O dirigente descreveu ainda a Faixa de Gaza como um "local de demolição" e disse, que, depois de olhar "de todos os ângulos" para as fotografias do enclave, após a guerra com Israel, chegou à conclusão de que "aquele lugar é um inferno, é muito perigoso e ninguém pode viver lá".




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Netanyahu diz que plano de Trump para Gaza pode "mudar a história"


O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse na terça-feira que o plano de Trump para a Faixa de Gaza é uma ideia que "pode mudar a história".





Notícia





"Estamos a falar sobre o assunto, ele [Trump] está a estudá-lo com o seu pessoal, a sua equipa", explicou o primeiro-ministro israelita, citado pela agência France-Presse (AFP).



"Penso que é algo que pode mudar a história. E vale a pena tentar", acrescentou.



No final do encontro com Benjamin Netanyahu, Donald Trump disse que quer que os Estados Unidos assumam o controlo da Faixa de Gaza e reconstruam o território, depois de os palestinianos serem reinstalados noutros locais.



Trump não excluiu a possibilidade de enviar tropas norte-americanas para apoiar a reconstrução de Gaza e considerou que a participação dos EUA será de "longo prazo".



O primeiro-ministro israelita disse ainda que um acordo para normalizar as relações entre a Arábia Saudita e Israel "vai acontecer". A posição foi também manifestada por Trump: Acredito que a paz entre Israel e a Arábia Saudita não é apenas viável, acredito que vai acontecer", disse.



No início da reunião, o Presidente norte-americano já tinha sugerido que os palestinianos deslocados em Gaza fossem reinstalados "permanentemente" fora do território devastado pela guerra.



"Não acho que as pessoas devam regressar", disse Trump, citado pela agência Associated Press (AP). "Não se pode viver em Gaza neste momento. Acho que precisamos de outro local. Penso que deve ser um local que faça as pessoas felizes", acrescentou.



Questionado sobre quantos palestinianos deveriam ser realojados, Trump respondeu: "Todos eles. Provavelmente 1,7 milhões, talvez 1,8 milhões. Mas penso que todos. Seriam reinstalados num local onde possam ter uma vida bonita", disse citado pela EFE.



O Presidente dos EUA Trump descreveu ainda a Faixa de Gaza como um "local de demolição" e disse, que, depois de olhar "de todos os ângulos" para as fotografias do enclave, após a guerra com Israel, chegou à conclusão de que "aquele lugar é um inferno, é muito perigoso e ninguém pode viver lá".



Esta primeira visita de um líder estrangeiro neste segundo mandato de Trump ocorre num momento em que o apoio a Benjamin Netanyahu está a diminuir em Israel. O primeiro-ministro israelita enfrenta pressões da sua coligação de direita para pôr fim às tréguas temporárias em Gaza e dos israelitas cansados da guerra, que querem que os restantes reféns regressem a casa e que o conflito, que dura há 15 meses, termine.



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A entrega dos 3 reféns israelitas

O Hamas libertou hoje três reféns israelitas que raptou em 7 de outubro de 2023, quando atacou o sul de Israel e desencadeou uma ofensiva militar israelita na Faixa de Gaza.




Notícia






Os três reféns foram entregues à Cruz Vermelha Internacional (CVI) em Deir al-Balah, no centro da Faixa de Gaza, de acordo com imagens transmitidas em direto por vários canais de televisão.



Tratam-se de Or Levy, 34 anos, com ligações a Portugal, Eli Sharabi, 52 anos, e o israelo-alemão Ohad Ben Ami, 56 anos. Cada um deles saiu de um carro branco do Hamas.



Os três foram levados para um palco montado pelo Hamas onde antes funcionários da CVI assinaram os documentos de receção dos reféns. Em troca, Israel liberta 183 prisioneiros palestinianos.


Cercados por homens armados e mascarados, Or Lévy, Eli Sharabi e Ohad Ben Ami foram obrigados a falar em hebraico perante uma multidão de espetadores, segundo a agência francesa AFP.


Depois, foram encaminhados por militantes armados para os veículos da CVI. Serão transportados para território israelita, onde um helicóptero os deverá levar para um hospital.



A libertação foi saudada por centenas de pessoas concentradas na "Praça dos Reféns", em Telavive.



Esta é a quinta troca de reféns por prisioneiros desde a entrada em vigor de um acordo de cessar-fogo entre o movimento islamita e Israel.



A trégua entrou em vigor em 19 de janeiro e interrompeu 15 meses de combates na Faixa de Gaza, que Israel invadiu depois de ter sofrido o ataque do Hamas de 07 de outubro.



O acordo contemplava uma primeira fase de tréguas de 42 dias, durante a qual deverão ser libertados 33 reféns e centenas de palestinianos detidos nas prisões israelitas.




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Hamas já libertou os três reféns israelitas. Um tem ligações a Portugal


A nova ronda de libertações aconteceu este sábado de manhã.





Notícia






O Hamas já libertou, este sábado de manhã, os três reféns israelitas que estavam previstos para hoje: Or Levy, de 34 anos, Eli Sharabi, de 52, e Ohad Ben-Ami, de 56 anos. Foi o quinto momento de libertação deste cessar-fogo.




Os três reféns foram entregues à Cruz Vermelha Internacional (CVI) em Deir al-Balah, no centro da Faixa de Gaza, de acordo com imagens transmitidas em direto por vários canais de televisão.



Cada um deles saiu de um carro branco do Hamas. Os três foram levados para um palco montado pelo Hamas onde antes funcionários da CVI assinaram os documentos de receção dos reféns.



O mais novo dos três homens libertados, Or Levy, tem ligações a Portugal. Foi certificado como sefardita pela Comunidade Judaica do Porto, requisito necessário para adquirir cidadania portuguesa.



De acordo com o responsável da Comunidade Judaica do Porto, em novembro de 2023 - quando Or já estava retido na Faixa de Gaza -, os seus representantes legais e a própria embaixada de Israel em Portugal "solicitaram à Conservatória dos Registos Centrais de Lisboa que instruísse o processo com urgência".



O tio de Or Levy, referiu ainda, tem nacionalidade portuguesa.


Dezenas de combatentes armados do Hamas, com máscaras e fitas verdes na cabeça, posicionaram-se de manhã cedo em Deir el-Balah, no centro do território palestiniano, antes do início da operação.



Formaram um cordão de isolamento à volta de uma zona onde o movimento montou um palco com fotografias de veículos blindados israelitas destruídos, bandeiras verdes do movimento e fotografias de comandantes mortos.



Notícias ao Minuto



Or Levy, de 34 anos, Eli Sharabi, de 52, e Ohad Ben-Ami, de 56 anos



Nas proximidades estavam estacionadas carrinhas brancas do Hamas, segundo a agência francesa AFP.



Notícias ao Minuto




Centenas de pessoas eram esperadas para assistir à transmissão em direto da libertação dos reféns na "Praça dos Reféns", em Telavive.



Um ecrã gigante foi instalado no local, contando os dias, horas, minutos e segundos desde o ataque sem precedentes do Hamas a Israel, em 07 de outubro de 2023, quando os reféns foram raptados e levados para Gaza.



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Em casa, os amigos e famílias dos reféns israelitas aguardaram, ansiosamente, a libertação.



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Segundo o acordo de cessar-fogo, após a libertação dos prisioneiros, os militares israelitas devem retirar-se completamente do Corredor de Netzarim e permitir a livre circulação entre as partes sul e norte da Faixa de Gaza.



Hamas libertará 3 homens: Quem são, quem perderam e como foram raptados

Hamas libertará 3 homens: Quem são, quem perderam e como foram raptados



Uma nova ronda de libertações vai acontecer no sábado. Desta vez, são três homens - um deles com ligações a Portugal.



O Corredor de Netzarim tem sido controlado pelos militares israelitas desde o início da guerra, impedindo a circulação do sul para o norte.


Com os militares israelitas no local, as pessoas tinham de ter muito cuidado com as deslocações na zona. Sobretudo nas últimas semanas, em que tudo tem estado muito imprevisível desde o início do cessar-fogo.



Reféns serão transportados para o hospital de helicóptero



As Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla em inglês) revelaram que os três reféns israelitas libertados pelo Hamas, na Faixa de Gaza, serão transportados para hospitais no centro de Israel em helicópteros da Força Aérea Israelita.



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A par dos três reféns libertados pelo Hamas, Israel vai libertar 183 prisioneiros palestinianos. Entre eles estão 18 prisioneiros que cumprem penas de prisão perpétua, 54 com penas de longa duração e 111 palestinianos que foram apanhados, na Faixa de Gaza, após o ataque de 7 de outubro de 2023, no sul de Israel.



Todos estes reféns são homens, com idades compreendidas entre os 20 e os 61 anos.



O Gabinete de Imprensa dos Prisioneiros Palestinianos afirmou que as forças israelitas fizeram rusgas às casas de vários prisioneiros palestinianos que serão libertados este sábado.



De acordo com um comunicado publicado pelo Gabinete de Imprensa dos Prisioneiros Palestinianos no Telegram, as rusgas aconteceram em aldeias da Cisjordânia e de Jerusalém.




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Governo de Israel chocado com imagens da libertação de reféns


O governo de Israel congratulou-se hoje com a libertação de três reféns israelitas na Faixa de Gaza, mas advertiu que as imagens da operação, em que aparecem claramente subnutridos, "não ficarão sem resposta".




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"As imagens chocantes a que assistimos hoje não ficarão sem resposta", lê-se num comunicado do gabinete do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, que se encontra em viagem nos Estados Unidos, citado pela agência espanhola EFE.




Os três israelitas, Ohad Ben Ami, Eli Sharabi e Or Levy, pareciam muito magros e envelhecidos após mais de um ano de cativeiro em Gaza, quando foram levados para um palco por milicianos do Hamas antes de serem entregues ao Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV).


Em seguida, foram entregues ao exército israelita, que os transferiu para uma base no sul de Israel, onde serão submetidos a um primeiro exame médico e reunidos com as famílias, antes de serem levados para o hospital.



Numa mensagem posterior, o gabinete do primeiro-ministro anunciou que Netanyahu ordenou "medidas proporcionais" à "situação dos três raptados e às repetidas violações do Hamas".


O presidente israelita, Isaac Herzog, também comentou as imagens.


"É este o aspeto de um crime contra a humanidade", afirmou Herzog numa declaração, na qual encorajou todos a "olharem diretamente" para os três homens libertados.


Herzog saudou a luta das famílias dos raptados israelitas para os levar para casa e insistiu que a conclusão de todas as fases do acordo de cessar-fogo com o Hamas "é um dever humanitário, moral e judaico".


Desde o início do cessar-fogo em Gaza, em 19 de janeiro, foram libertados 16 reféns israelitas e cinco tailandeses em troca de mais de meio milhar de prisioneiros palestinianos.


Em troca dos israelitas libertados hoje, Israel libertou 183 prisioneiros e detidos palestinianos nas prisões israelitas, incluindo 111 habitantes de Gaza que foram detidos após os ataques do Hamas de 07 de outubro de 2023.


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