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migel

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Identificado gene da epilepsia

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Sabia-se que está implicado, com um conjunto de outros genes, na estruturação dos circuitos cerebrais nas fases de desenvolvimento. O gene ELP4 já se conhecia. Sabia-se que está implicado, com um conjunto de outros genes, na estruturação dos circuitos cerebrais nas fases de desenvolvimento. Mas agora um grupo de investigadores descobriu que uma mutação neste gene está na origem de uma das formas mais comuns de epilepsia.
Os investigadores da universidade norte-americana de Columbia, liderados por Deb Pal, fizeram um rastreio ao genoma de 38 famílias dos Estados Unidos que apresentavam casos de epilepsia e descobriram uma região do cromossoma 11 que poderia estar ligada ao problema.
Compararam então essa informação com a de 125 pessoas saudáveis e verificaram que a diferença estava precisamente no gene ELP4. “Este é o primeiro passo para chegar às causas da epilepsia infantil mais comum e pode permitir desenvolver fármacos mais eficazes para tratar a doença”, disse Deb Pal ao diário espanhol El Mundo.
O investigador afirmou ainda que mutações neste mesmo gene poderão também estar ligadas “a outros problemas, como o défice de atenção e hiperactividade, ou a alterações de comportamento”.
Já se suspeitava que muitas formas de epilepsia teriam causas genéticas, mas esta foi a primeira vez que isso se comprovou. A descoberta poderá também ajudar a melhorar o diagnóstico da doença, de acordo com os investigadores. ||

Fonte:açoriano Oriental


 

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Esclerose múltipla

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Nova esperança para os doentes O presidente da Associação Nacional de Esclerose Múltipla recebeu com "esperança" a notícia de uma nova técnica testada nos Estados Unidos em pacientes com a doença, baseada num autotransplante de células estaminais hematopoiéticas.
João Casais, que sofre da doença há mais de 30 anos, disse à Lusa que tem acompanhado os avanços das investigações médicas e que, "se fosse possível", ele próprio se candidataria a esta nova técnica.
A esclerose múltipla é uma doença inflamatória crónica do Sistema Nervoso Central que afecta em Portugal cerca de 5.000 pessoas e em toda a Europa 450.000, caracterizando-se por perda da capacidade de controlo da visão, locomoção e equilíbrio, entre outras funções.
"Tenho a doença há 37 anos e já paralisei três vezes, mas só há 18 anos é que ela foi detectada por uma ressonância magnética", afirmou João Casais, 57 anos, a quem os médicos disseram inicialmente que se trataria de um cancro no cérebro.
"Os estudos desenvolvidos com células estaminais são uma esperança e uma boa oportunidade para todos nós", sublinhou.
Segundo um estudo publicado na última edição da revista médica "The Lancet", foi possível estabilizar e até melhorar pacientes com esclerose múltipla em primeira fase através de um transplante de células estaminais autólogas hematopoiéticas, ou seja, susceptíveis de recriar células sanguíneas e provenientes do próprio doente.
nesta fase da doença, os sintomas são intermitentes e parcialmente reversíveis e a maior parte dos tratamentos consiste na administração de interferon ou esteróides, aos quais alguns doentes não respondem.
Passados 10 a 15 anos nesta fase, a maioria dos pacientes entra numa segunda fase em que se registam alterações neurológicas graduais e irreversíveis. A equipa de Richard Burt, da Faculdade de Medicina da Universidade de Chicago (REUA), aplicou a nova técnica a 21 doentes em fase 1 da doença que não tinham respondido ao tratamento com interferon, segundo o estudo.
Estes pacientes eram jovens (33 anos de idade média) e sofriam da doença havia cinco anos em média.
Os investigadores transplantaram aos pacientes estaminais das suas próprias medulas ósseas e, passados três anos, 17 deles tinham melhorado o seu estado, nenhum tinha regredido e nenhum tinha morrido.
O procedimento foi bem tolerado, tendo cinco pacientes sofrido recaídas, mas melhorado depois de nova terapia.
De acordo com os investigadores, a técnica parece (não só prevenir uma progressão da doença, mas inverter o curso da invalidez". Embora nada garanta que este procedimento erradique a actividade inflamatória a longo prazo, os autores do estudo consideram necessária a continuação das investigações numa maior escala.

Fonte:Correio dos Açores


 

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Você tem dor nas costas? Pode ser estresse

Uma rotina de trabalho estressante pode ser a causa da dor nas costas de muita gente.

Um estudo da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, mostra que as pessoas estressadas acabam usando os músculos errados na hora de pegar alguns objetos.

Se essa pessoa for levantar algo pesado, pode acabar com uma dor nas costas.

Além disso, os pesquisadores acreditam que algumas pessoas com certos tipos de personalidade têm maior tendência a dores nas costas.

Esse é o caso das pessoas mais introvertidas - descoberta que deixou intrigados os cientistas.

O estresse é um conjunto de sintomas físicos, emocionais e mentais decorrentes de uma vida cheia de pressões, preocupações e ansiedades.

Tensão nervosa, instabilidade emocional e dores musculares são alguns sintomas entre os vários sintomas da pessoa estressada. Com o prolongamento do estado de estresse há o aparecimento de diversos sintomas, que no início podem passar desapercebidos, mas com o decorrer do tempo vão se tornando evidentes, tais como: pressão alta, problemas digestivos, alterações no ciclo menstrual, tensão pré-menstrual, frigidez, dor de cabeça, azia, queda de cabelo, irritações na pele, gripes frequentes, gastrite, hipersensibilidade emotiva e tensões musculares que podem levar a dores nas costas, ombros e pescoço.

Cada pessoa reage diferentemente ao estresse, que varia conforme o nosso equilíbrio emocional e afetivo, auto-estima, maturidade e a maneira como lidamos com a vida. Em vista disso, as consequências do estresse em algumas pessoas podem ser temporárias e passageiras e em outras, mais intensas e duradouras, levando a problemas crônicos de saúde.



Você sabia que dor nas costas é uma das principais causas de aposentadoria por invalidez?
 

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Situação Vergonhosa

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ImagemHospital de Santo André EPE Na semana passada, a Administração do Hospital de Santo André EPE retirou da farmácia hospitalar o medicamento que os pacientes utilizavam há já mais de uma década, substituindo-o por outra terapêutica. Os médicos continuam a prescrever o tratamento habitual, mas os farmacêuticos ignoram as receitas e trocam o medicamento sem que o doente nada possa fazer, prejudicando 45 doentes com esclerose múltipla.

Ambas as terapêuticas têm o mesmo principio activo, embora a forma de administrar seja muito diferente. O medicamento que tem sido utilizado pelos doentes desde 1999, é administrado através de um auto-injector, com uma agulha reduzida, de fácil manuseamento, enquanto que o medicamento de substituição tem um injector semelhante ao que era utilizado há 10 anos atrás, implicando um maior manuseamento de agulhas, com maior risco de contaminação, e que, para além de ser complexo, é também mais doloroso de administrar.

Na semana passada um grupo desses doentes manifestou-se frente à porta do Hospital exigindo respostas da Administração do estabelecimento sobre a retirada abrupta do medicamento. O hospital na altura prometeu aos doentes que o medicamento utilizado até então seria reposto na farmácia mas até agora nada mudou.

Fonte:Comunicações Esclerose Múltipla

 

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27 de Maio

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Dia Mundial da Esclerose Múltipla A Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM) é a entidade portuguesa que irá promover em Portugal o Dia Mundial da Esclerose Múltipla, efeméride que será assinalada pela primeira vez a 27 de Maio de 2009. O Dia Mundial da Esclerose Múltipla é uma criação da Federação Internacional da Esclerose Múltipla e visa reunir um conjunto de associações e organizações, num Movimento Global de alerta para com a patologia, através da promoção de eventos e actividades de forma a aumentar a consciência sobre o tema.

Para promover a iniciativa, foi agora lançado o portal World MS Day com informações sobre a esclerose múltipla, casos de vida, entre outros aspectos em destaque. Outro dos objectivos definidos passa pela angariação de fundos de modo a apoiar as actividades do Movimento Global e apelar a uma melhor colaboração internacional na pesquisa da Esclerose Múltipla.

A SPEM convida todos a participar neste dia tão simbólico para todos os países envolvidos e tão importante para a atenção devida a todos os portadores de esclerose múltipla, através da inscrição no site World MS Day. Para isso, por favor siga os seguintes passos:
• Depois de aceder ao site, clique no botão “Register”
• Escolha a opção de registo apropriada ao caso (indivíduo, grupo, organização etc.)
• Preencher os campos apresentados
• Para receber actualizações do site, assinale a caixa “Send me World MS Day updates”
• Para dar conhecimento do registo e detalhes deste à SPEM, assinale a caixa ”Pass my details to um National MS Society”
• Terminar o procedimento clicando no botão adequado: “Register individual”, “Register Organisation”, etc..

Fonte:SPEM Noticias

 

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I Dia Mundial da EM

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SEIS CIDADES PORTUGUESAS “MOVEM-SE PELA ESCLEROSE MÚLTIPLA” 27 de Maio de 2009 vai ser, pela primeira vez, o Dia Mundial da Esclerose Múltipla. Uma data criada pela Federação Internacional de Esclerose Múltipla com o objectivo de consciencializar a sociedade civil para a patologia. Em Portugal, o dia vai ser assinalado de forma inédita pelo Gang da Esclerose Múltipla, com um passeio, a pé e de bicicleta, em seis localidades: Lisboa, Porto, Aveiro, Évora, Sintra e Pinhal Novo.

“O objectivo é que toda a gente, portadora ou não da doença, participe. O importante é alertar a sociedade civil para a existência da patologia e, sobretudo, mostrar que os doentes de Esclerose Múltipla podem ter uma vida normal durante muitos e bons anos, desde que tenham o tratamento e acompanhamento médico adequados”, defende Inês Santos, do Gang da EM.

“Move-te pela Esclerose Múltipla” é o mote para uma caminhada de 3 kms e um passeio de bicicleta de 7 kms, com partida simultânea em cada cidade, às 19:00 horas. A inscrição, gratuita e obrigatória, pode ser feita em O Gang da Esclerose Múltipla, onde estão disponíveis mais informações.

O I Dia Mundial da EM em Portugal tem a chancela institucional do Ministério da Saúde, Direcção-Geral de Saúde, Instituto Nacional de Reabilitação, Grupo de Estudos de Esclerose Múltipla e Associação Nacional de Esclerose Múltipla. A iniciativa conta com o apoio do projecto Rebicare, da Merck Serono, que procura acompanhar, orientar e informar os doentes de EM.

O Gang da EM é um grupo informal de auto-ajuda para portadores de Esclerose Múltipla (EM), que procura amenizar as maleitas da doença através da realização de actividades e convívio em conjunto. O grupo juntou-se há 6 anos, na Internet, contando já com 400 membros em Portugal Continental, Açores, Madeira e Brasil.

Fonte:Inforpress


 

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Esclerose atinge milhares

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Seis em cada cem portugueses contactaram com a esclerose múltipla. Seis em cada cem portugueses contactaram com a esclerose múltipla, uma patologia auto-imune que pode conduzir à perda do controle motor, mas que não preocupa particularmente os inquiridos num estudo.
A investigação foi realizada pela Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla , no âmbito das comemorações do primeiro Dia Mundial daquela doença, que se assinalou ontem.
A efeméride é uma “oportunidade” para alertar a população para esta doença que se estima atingir 5 000 portugueses, conforme disseManuela Neves, da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla .
Manuela Neves alerta para o grande desconhecimento da população portuguesa sobre a esclerose múltipla e lembra que ainda existe a ideia de que esta é “uma doença de velhos”.
Contudo, a esclerose múltipla é “uma doença tipicamente dos públicos jovens, entre os 25 e os 35 anos”, disse.
“O que é socialmente mais grave nesta doença é que atinge os adultos jovens, pessoas que ficam doentes muito cedo e, por isso, não têm carreira nem trabalho, tornando-se dependentes muito cedo”, adiantou a especialista.||

Fonte:Açoriano Oriental


 

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4º Congresso Regional Algarve SPEM

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“A Saúde e a Esclerose Múltipla” A Delegação Distrital de Faro da SPEM – Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla, vai realizar no próximo dia 13 de Junho, no âmbito das Comemorações do Dia Mundial da Esclerose Múltipla, o 4º Congresso Regional Algarve SPEM, que terá lugar no Auditório da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, em Albufeira.

Para sessão de abertura deste Congresso foram convidadas diversas entidades, nomeadamente, Sua Excelência o Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, Dr. José António Fonseca Vieira da Silva; o Presidente da Câmara de Albufeira, Sr. Desidério Jorge Silva; o Presidente da Administração Regional de Saúde do Algarve, Dr. Rui Eugénio Ferreira Lourenço; o Director do Centro Distrital de Segurança Social de Faro, Dr. Jorge Manuel Botelho; a Vogal da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla, Dra. Manuela Neves e a Coordenadora da Delegação Distrital de Faro da SPEM, D. Maria de Jesus Guerreiro Bispo.

A Coordenadora Distrital de Faro da SPEM, D Maria de Jesus Guerreiro Bispo, irá moderar o debate subordinado ao tema “A Saúde e a Esclerose Múltipla”. Outros temas irão ser debatidos neste Congresso, tais como, “Inserção do Doente no Mercado de Trabalho”, “Acessibilidades nas Unidades Hoteleiras e Empreendimentos Turísticos” e “O Direito e a Esclerose Múltipla”.

Fonte:SPEM Noticias


 

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VI Colóquio Internacional de Esquizofrenia

VI Colóquio Internacional de Esquizofrenia

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A importância dos cuidados globais no tratamento da esquizofrenia O VI Colóquio Internacional de Esquizofrenia do Porto tem como principal tema os CUIDADOS GLOBAIS NA ESQUIZOFRENIA. Especialistas de renome internacional e nacional discutem o paradigma dos cuidados globais na esquizofrenia: para além do tratamento farmacológico e psicossocial, dá-se ênfase à mudança dos estilos de vida do doente esquizofrénico, com vista ao seu equilíbrio e a uma qualidade de vida mais adequada.

O Professor João Marques Teixeira, organizador do Colóquio e Presidente do Colégio de Especialidade de Psiquiatria da Ordem dos Médicos, comenta que “a abordagem terapêutica integral é fundamental para uma melhoria clínica e socioprofissional dos doentes com esquizofrenia. Um intervenção global é inerente ao sucesso do tratamento e que pode ir desde a intervenção bio-psico-social, até à reintegração do doente na sociedade, nunca esquecendo o papel da família no seu equilíbrio”.

“Nesta 6ª edição são apresentados os resultados de uma investigação sobre os factores que facilitam a aprendizagem de novos estilos de vida por estes doentes. Será salientada a importância da pedagogia em grupo com a criação de grupos pedagógicos sobre diversos temas ligados aos estilos de vida, bem como a importância da inclusão dos doentes em grupos de estimulação da psicomotricidade e de expressão plástica, como formas de apreensão de estilos de vida promotores de bem-estar”, explica João Marques Teixeira.

Entre os oradores presentes neste encontro científico estão o Professor Wolfgang Fleischhacker, Chairman do European Group for Research in Schizophrenia; o Professor Tom Craig que lidera a equipa de Psiquiatria Social do Instituto de Psiquiatria de Londres e Júlio Vallejo, Professor de Psiquiatria na Universidade de Barcelona.

Como o conhecimento adquirido nestes diferentes domínios é tão vasto, mas a sua aplicação no dia-a-dia é tão escassa, o Colóquio terminará com uma conferência que procura responder à seguinte questão: Porque se sabe tanto e se faz tão pouco?

Fonte:Grupogci


 

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Crise epiléptica vs. epilepsia
Os sinais elétricos incorretos do cérebro (descarga neuronal) podem ser localizados ou difusos, no primeiro caso aparecendo como uma crise parcial e no segundo caso como generalizada, atingindo ambos os hemisférios cerebrais. Estas alterações geralmente duram de poucos segundos a alguns minutos. De acordo com o grau de comprometimento dos hemisférios cerebrais, a crise convulsiva pode ser de diversos tipos, não se utilizando mais a antiga nomenclatura de “pequeno e grande mal”. Pode ser apenas uma “crise de ausência”, quando o doente fica parado e ausente enquanto durar a crise e retornando onde tinha parado em seguida. Pode ser uma crise parcial simples ou complexa, na forma simples ocorrem apenas alterações na percepção do paciente em relação ao meio exterior, como medo e outras emoções, na forma complexa o paciente perde a consciência. As crises mais conhecidas, devido a dramaticidade do quadro, são as tônico-clônicas, quando o paciente perde a consciência e cai rígido, com as extremidades do corpo tremendo e se contraindo. Existe ainda a somente tônica, a somente clônica, a mioclônica onde o paciente tem leves tremores persistentes. Ao todo existem mais de trinta tipos diferentes.
Qualquer pessoa pode sofrer uma crise epiléptica, devido, por exemplo, a choque elétrico, deficiência em oxigênio, traumatismo craniano, baixa do açúcar no sangue, privação de álcool, abuso da cocaína (1 em cada 20 pessoas têm uma única crise isolada durante a sua vida, e essas crises isoladas não são sinônimo de epilepsia, termo empregue apenas para casos em que as crises têm uma tendência a se repetir espontaneamente ao longo do tempo). As crianças menores podem ter convulsões quando têm febre; nestes casos, são chamadas "convulsões febris", mas não representam epilepsia.


Como ajudar


Ao presenciar um ataque convulsivo (que tanto pode ser causado por epilepsia como por outros motivos, como verminose, traumatismo craniano e febre alta), percebe-se a contração involuntária da musculatura provocando movimentos desordenados e geralmente perda da consciência. As manifestações mais evidentes são a queda, salivação abundante, eliminação de fezes e urina (às vezes) e movimentos desordenados.
  • Proteja a cabeça da vítima com um travesseiro ou pano (para que ela não se machuque se debatendo) e afrouxe-lhe a roupa.
  • A vítima poderá morder a própria língua, mas não irá engolí-la. Por isso, não coloque objetos em sua boca nem tente puxar a língua para fora.
  • Deixe a vítima debater-se livremente. Coloque-a deitada em posição lateral para que a saliva escorra e o paciente não engasgue.
  • Mantenha-a em repouso, cessada a convulsão. Deixe-a dormir.
  • Nas convulsões infantis por febre alta, deite a criança envolta de uma toalha úmida.
  • Procure ajuda médica se:
    • A pessoa se feriu gravemente com a crise (por exemplo, bateu a cabeça em algum objeto)
    • A crise dura mais do que o normal para aquela pessoa (se não se souber a duração normal da crise para a pessoa em questão, tomar como limite cinco minutos)
(Sempre procure ajuda médica, pois não sabe-se bem o motivo da convulsão, pode haver danos neurológicos)
  • Importante: Não jogue água sobre a vítima, não dê tapas, não tenha receio (a saliva de uma pessoa com epilepsia não transmite a doença). Não é necessário fazer massagem no coração ou respiração boca-a-boca.
 

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Esclerose Múltipla

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Atrofia e lesões do cortex cerebral na EM por surtos, associadas com alterações cognitivas. Embora a EM seja tradicionalmente considerada como uma doença inflamatória, desmielinizante que afecta sobretudo a massa branca cerebral, é cada vez mais reconhecido o envolvimento também da massa cinzenta.
É conhecido o facto de que algumas pessoas com EM podem ter sintomas cognitivos que diminuem a respectiva qualidade de vida. No entanto não se conhecem ainda muito bem as causas que levam a esta perturbação.
Os autores deste estudo verificaram a existência de uma associação nítida entre o aparecimento da disfunção cognitiva e a presença de lesões na substância cinzenta cortical, bem como a perda de volume da mesma.
Estes dados reforçam a importância do envolvimento da substância cinzenta na EM, e explicam melhor do que o envolvimento da substância branca, a existência de perdas cognitivas.

Autores: Calabrese M, Agosta F, Rinaldi F, Mattisi I, Grossi P, Favaretto A, Atzori M, Bernardi V, Barachino L, Rinaldi L, Perini P, Gallo P, Filippi M
Fonte: Arch Neurol. 2009 Sep;66(9):1144-50

Fonte:SPEM Noticias

 

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Estudo PreCISe

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EFEITO DO ACETATO DE GUALTIRAMER (Copaxone) NA CONVERSÃO DE SINDROMA CLÍNICO ISOLADO EM ESCLEROSE MÚLTIPLA O Acetato de glatiramer, aprovado para o tratamento da EM por surtos, reduz os surtos e a carga lesional o que é comprovado por ressonância magnética. Os autores testaram o tratamento com esta substância iniciado precocemente e repectivo efeito no retardamento de evolução para EM clinicamente definida.

Foram estudados 481 doentes com sindroma clínico isolado de 80 centros em 16 países. Destes 243 foram mdicados com 20mg/dia de Acetato de glatiramer e 238 com placebo

Verificou-se que em comparação com o placebo o ac de glatiramer reduziu em 45% o risco de desenvolver EM. Isto é o ac de glatiramer atrasa significativamente o aparecimento de um segundo surto quando é administrado logo após o primeiro surto

Estes resultados podem ter consequências importantes do ponto de vista da prática clínica

(Este estudo foi financiado pela TEVA)
autores: Comi G, Martinelli V, Rodegher M, Moiola L, Bajenaru O, Carra A, Elovaara I, Fazekas F, Hartung H, Hillert J, King J, Komoly S, Lubetzki C, Montalban X, Myhr K, Ravnborg M, Rieckmann P, Wynn D, Young C, Filippi M; for the PreCISe study group.
fonte: Lancet. 2009 Oct 6

Fonte:SPEM Noticias

 

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Enxaqueca com alteração visual dobra risco de AVC em mulheres

Enxaqueca com alteração visual dobra risco de AVC em mulheres

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Uma revisão de nove pesquisas mostrou que pessoas que sofrem de enxaqueca com aura (alterações visuais) têm 73% mais risco de desenvolver um acidente vascular cerebral isquémico. Entre mulheres, esse risco é duas vezes maior.

A meta-análise, publicada recentemente na edição on-line do British Medical Journal, apontou que, além do sexo, idade inferior a 45 anos, tabagismo e uso de anticoncepcional hormonal também representaram um maior risco de esses pacientes sofrerem um AVC.

«Outros dados mostram que a enxaqueca com aura associada ao uso de anticoncepcional hormonal eleva o risco em seis vezes. Quando a mulher também fuma, os riscos de AVC crescem em 20 vezes", alerta o neurologista Carlos Bordini, presidente da Sociedade Brasileira de Cefaleia.

A enxaqueca com aura é caracterizada por alguns sintomas neurológicos, principalmente visuais, que aparecem antes da dor. Durante até cerca de uma hora, a pessoa pode sofrer redução no campo da visão, passar a visualizar imagens brilhantes em ziguezague e alguns flashes de luz e, em casos mais raros, sentir dormência nas mãos, na boca e na língua.

Esses sintomas surgem porque há uma diminuição da actividade dos neurónios na região posterior do cérebro (responsável pela visão), que pode se expandir para outras áreas. Nesse momento, há uma constrição dos vasos sanguíneos da região, o que pode aumentar os riscos de ocorrer um AVC.

O maior risco para mulheres, apontado na pesquisa, está relacionado com o uso disseminado de pílulas anticoncepcionais. Sabe-se que as hormonas aumentam a viscosidade e coagulação do sangue, o que propicia o entupimento do vaso sanguíneo. Já o tabagismo favorece o desenvolvimento de aterosclerose (formação de placas dentro do vaso).

Por esses motivos, pacientes que têm enxaqueca com aura devem evitar anticoncepcionais hormonais e não fumar. Devem também controlar outros factores de risco para doenças.

Fonte:sapo

 

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Ómega 3 pode ser forte aliado no combate à epilepsia

Ómega 3 pode ser forte aliado no combate à epilepsia

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Estudos têm apontado efeitos benéficos do ómega 3 na prevenção de doenças como Alzheimer e depressão. Agora, uma pesquisa brasileira indica que esse ácido gordo também pode ser um forte aliado no combate à epilepsia. Com testes experimentais feitos em ratos, os investigadores, da Universidade Federal de São Paulo, verificaram que o ómega 3 é capaz de minimizar a morte de neurónios durante crises epilépticas, além de ajudar na regeneração do tecido cerebral.

O estudo, publicado na revista Epilepsy & Behavior, demonstrou que esse ácido gordo aumenta a produção de proteínas que «capturam» a entrada do cálcio nos neurónios e, por conta disso, ajuda a diminuir a morte das células cerebrais.

Na pesquisa, um grupo de dez ratos recebeu 85 miligramas de ómega 3 por quilo de peso durante 60 dias, enquanto foi administrada uma substância inócua a um número igual de animais, que serviu de grupo controlo.

Os investigadores verificaram que os ratos que receberam ómega 3 apresentaram significativa preservação do tecido cerebral após a simulação de crises epilépticas, em relação aos demais. Também foi observado que o ómega 3 desempenhou um importante papel anti-inflamatório, uma vez que o tecido cerebral dos animais com epilepsia apresentava anteriormente um processo inflamatório crónico.

«Temos resultados que mostram que o ómega 3 é neuroprotector e desempenha actividade ‘antiepiléptica’”, disse o coordenador da pesquisa, Fulvio Alexandre Scorza.

«Essa pesquisa foi muito importante por ter sido a primeira a mostrar uma acção cerebral do ómega 3 relacionada com a epilepsia», disse.

«A nossa proposta é o uso de ómega 3 por meio da alimentação”, afirmou. O investigador adverte, no entanto, que as pessoas com epilepsia não podem abdicar dos seus medicamentos. «O ómega 3 é só mais uma forma de minimizar as crises da doença», salientou.

A epilepsia é um distúrbio neurológico crónico que atinge cerca de 1% da população em geral. Causas comuns são traumas durante o parto e tumores no sistema nervoso central.

Ómega 3 presente no peixe

Os ácidos gordos ómega 3 são gorduras essenciais para o funcionamento do organismo e podem ser encontrados em alimentos, principalmente peixes e na linhaça.

Segundo ele, três porções de peixe por semana é o recomendado para se obter a dose desejável de ómega 3. Salmão, atum, anchova e sardinha são as espécies mais indicadas. Mas, segundo o investigador, é preciso ter algumas precauções, uma vez que alguns peixes são ricos em ómega 3, mas também possuem quantidades consideráveis de mercúrio.

«Isso é mau principalmente para crianças e mulheres grávidas, porque o mercúrio é neurotóxico. Apesar de ter muito ómega 3, o atum é rico em mercúrio. Para a população em geral, o mais viável economicamente, e mais indicado é a sardinha", disse.

Fonte:sapo


 
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