Portal Chamar Táxi

Há guerra na Ucrania

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Novo ataque russo deixa parte de Kyiv sem luz, água e aquecimento




Um novo ataque maciço russo contra infraestruturas energéticas ucranianas deixou hoje parte de Kyiv sem eletricidade, água e aquecimento, numa altura em que as temperaturas na capital rondam os 12 graus negativos.


Novo ataque russo deixa parte de Kyiv sem luz, água e aquecimento




Segundo informaram o presidente da câmara de Kyiv, Vitali Klichkó, e o chefe da administração militar da região da capital, Timur Tkachenko, a margem oriental do rio Dniepre -- que divide a cidade em duas -- foi a mais afetada pelo bombardeamento.



Durante as primeiras horas da madrugada, antes de os responsáveis divulgarem os primeiros balanços, a Força Aérea ucraniana já tinha alertado, através do seu canal no Telegram, que veículos aéreos não tripulados ("drones") e mísseis balísticos se dirigiam para a capital.




Este é o terceiro grande ataque russo contra infraestruturas energéticas de Kyiv desde 09 de janeiro, data em que um outro bombardeamento com mísseis e "drones" deixou grande parte da cidade sem luz nem aquecimento durante quase três dias, precisamente no início da vaga de frio que ainda se mantém.




O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, alertou repetidamente nos últimos dias para a preparação de um novo ataque russo em larga escala contra o sistema energético da Ucrânia, com o objetivo de agravar a crise de fornecimento em plena vaga de frio, após os danos causados por bombardeamentos anteriores.




Na semana passada, a Ucrânia recebeu um carregamento significativo de mísseis antiaéreos para reforçar as suas defesas e responder com maior eficácia aos ataques russos.




nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Pelo menos dois mortos em ataque russo à cidade de Kryvyi Rih




Pelo menos duas pessoas morreram hoje num novo ataque do exército russo à cidade ucraniana de Kryvyi Rih, terra natal do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, segundo as autoridades ucranianas.


Pelo menos dois mortos em ataque russo à cidade de Kryvyi Rih




O governador da região de Dnipropetrovsk, Oleksandr Ganzha, afirmou nas redes sociais que os mortos eram um homem de 77 anos e uma mulher de 72 anos, acrescentando que uma terceira pessoa ficou ferida e foi hospitalizada.



"O agressor lançou um ataque com mísseis contra Kryvyi Rih", no centro-leste da Ucrânia, referiu o governador, sublinhando que o ataque russo também danificou aproximadamente 15 casas, um edifício administrativo e vários veículos no distrito de Sinelniki.




As defesas aéreas ucranianas abateram 84 dos 97 drones de diversos tipos lançados pelas Forças Armadas russas desde a tarde de terça-feira contra território sob controlo de Kiev, segundo um comunicado divulgado hoje pela Força Aérea ucraniana.




"O impacto de um míssil balístico e de 13 drones kamikaze foi registado em 11 zonas, assim como o impacto de destroços de drones abatidos noutros pontos", referiu o comunicado.




"O ataque continua, dada a presença de numerosos drones inimigos no nosso espaço aéreo. Por favor, sigam as normas de segurança", concluiu a Força Aérea ucraniana.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Pelo menos três mortos em ataque ucraniano a terminal portuário russo




Pelo menos três pessoas morreram hoje num ataque ucraniano com drones a um terminal portuário na região russa de Krasnodar, no Mar Negro.


Pelo menos três mortos em ataque ucraniano a terminal portuário russo





Além dos mortos, o ataque na localidade de Volna feriu com diferentes gravidades outros oito trabalhadores, que foram hospitalizados, segundo explicou no Telegram governador de Krasnodar, Beniamin Kondrátev.



Em consequência do bombardeamento, quatro depósitos de produtos petrolíferos arderam nas chamas nos terminais do porto de Taman.




Cerca de cem pessoas participam nas operações de extinção do fogo, informou o Ministério para Situações de Emergência.





A Ucrânia tem concentrado os seus ataques, nos últimos meses, na infraestrutura energética russa, especialmente nas refinarias das regiões do sul do país, o que tem diminuído significativamente o seu potencial de produção e fornecimento com destino à maquinaria do Exército russo.




Moscovo bombardeou incessantemente nas últimas semanas as infraestruturas civis do país vizinho, deixando milhões de ucranianos sem luz e aquecimento, quando as temperaturas variam entre os 10 e 20 graus abaixo de zero.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Rússia abate 31 drones de Kyiv nas últimas 12 horas




Sistemas de defesa aérea russos abateram, nas últimas horas, um total de 31 drones ucranianos sobre diversas regiões da Rússia, informaram hoje as autoridades.


Rússia abate 31 drones de Kyiv nas últimas 12 horas





"Entre as 23h00 [20h00 em Lisboa] de 21 de janeiro e as 7h00 [4h00] de 22 de janeiro, 14 drones ucranianos foram intercetados e destruídos", informou o Ministério da Defesa russo na plataforma de mensagens Telegram, acrescentando que um total de 31 drones foram abatidos entre as 20h00 (17h00) de quarta-feira e a manhã de hoje.



Entre as regiões atacadas estão Volgogrado, a península anexada da Crimeia, Rostov, Bryansk, Belgorod e Krasnodar.




Em Krasnodar, as autoridades locais relataram que os serviços de emergência conseguiram extinguir o incêndio que começou na quarta-feira, na cidade portuária de Volna, após um ataque de drones ucranianos que causou três mortes e feriu pelo menos oito trabalhadores.




Como resultado do bombardeamento, quatro instalações de armazenamento de produtos petrolíferos foram incendiadas nos terminais portuários de Taman.




Quase cem pessoas participaram dos trabalhos de combate às chamas, indicou o Ministério de Situações de Emergência.



A Ucrânia tem concentrado os ataques na infraestrutura energética russa, especialmente em refinarias nas regiões sul do país, numa tentativa de comprometer a capacidade de produção e abastecimento do exército russo.



Moscovo lançou uma série de ataques nas últimas semanas, bombardeando a infraestrutura civil do país vizinho e deixando milhões de ucranianos sem eletricidade e aquecimento, enquanto as temperaturas caem para entre 10 e 20 graus negativos.




nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Moscovo anuncia reunião entre a Rússia, Ucrânia e os EUA em Abu Dhabi




A Rússia, a Ucrânia e os Estados Unidos vão realizar hoje uma reunião trilateral em Abu Dhabi, anunciou hoje o Kremlin, após uma reunião em Moscovo entre o presidente Vladimir Putin e o enviado norte-americano Steve Witkoff.


Moscovo anuncia reunião entre a Rússia, Ucrânia e os EUA em Abu Dhabi





"Foi acordado que, a partir de hoje, a primeira reunião de um grupo de trabalho trilateral responsável pelas questões de segurança terá lugar em Abu Dhabi", declarou o conselheiro diplomático do Kremlin, Iouri Uchakov, em declarações à imprensa.



A equipa russa, liderada pelo general Igor Kostioukov, alto responsável do Estado-Maior, "viajará nas próximas horas para Abu Dhabi", anunciou.




Ushakov salientou que a reunião entre Putin e Witkoff foi "útil em todos os pontos de vista", nomeadamente para permitir esta reunião trilateral.




"Os norte-americanos fizeram muito para preparar esta reunião e esperam que ela seja um sucesso e abra perspetivas para avançar em todas as questões relacionadas com o fim do conflito" na Ucrânia, sublinhou Ushakov, referindo-se a conversações "muito substanciais" com Witkoff.




Outro encontro, dedicado a questões económicas, decorrerá também hoje em Abu Dhabi entre Witkoff e o enviado do Kremlin para questões económicas internacionais, Kirill Dmitriev, precisou.




"Estamos sinceramente interessados numa resolução (do conflito) por meios político-diplomáticos", assegurou Ouchakov. Mas "enquanto isso não acontecer, a Rússia continuará a atingir os seus objetivos (...) no campo de batalha", acrescentou.



Steve Witkoff, que estava acompanhado pelo genro do Presidente norte-americano, Jared Kushner, conversou com Vladimir Putin durante mais de três horas e meia. O enviado já se reuniu com o Presidente russo várias vezes ao longo do último ano, no âmbito dos esforços norte-americanos para pôr fim a quatro anos de combates na Ucrânia.




Em Davos, Witkoff elogiou os "significativos" progressos alcançados durante o seu encontro, no fim de semana passado em Miami, com negociadores ucranianos.




"Acho que reduzimos o problema a um único ponto", afirmou.




Em Davos, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, conversou brevemente com Trump na quinta-feira e declarou à imprensa que o encontro foi "positivo", mas que o diálogo "não foi fácil".




Zelensky assegurou ter chegado a um acordo sobre as garantias de segurança que devem ser oferecidas pelos Estados Unidos à Ucrânia para dissuadir a Rússia de atacar novamente após um eventual fim do conflito.




"As garantias de segurança estão prontas", afirmou, indicando que "o documento deve ser assinado pelas partes, pelos presidentes, e depois será enviado aos parlamentos nacionais".



O chefe de Estado ucraniano, por outro lado, disse que a questão dos territórios do leste da Ucrânia reivindicados por Moscovo "ainda não está resolvida".




"Sem a resolução da questão territorial (...), não se pode esperar uma solução a longo prazo"", repetiu já hoje o conselheiro diplomático do Kremlin depois da reunião entre Putin e Witkoff.




As negociações diretas anteriores entre a Rússia e a Ucrânia durante o primeiro ano da guerra, em 2022, e várias vezes em 2025, em Istambul resultaram apenas na troca de prisioneiros e de restos mortais de soldados.




A Rússia exige a retirada das tropas ucranianas do Donbass, na região industrial do leste da Ucrânia, e um compromisso de Kyiv de não aderir à NATO. Nos últimos meses, a Rússia intensificou os ataques à rede energética ucraniana, provocando cortes massivos de eletricidade e aquecimento, especialmente na capital ucraniana, que enfrenta temperaturas gélidas.




Cada vez mais crítico em relação aos europeus nas últimas semanas, Zelensky proferiu um discurso particularmente duro em Davos na quinta-feira contra os seus principais apoiantes, dizendo ver uma Europa "fragmentada" e "perdida", quando se trata de influenciar as posições de Donald Trump, e sem "vontade política" face a Vladimir Putin.



"Em vez de se tornar uma verdadeira potência mundial, a Europa continua a ser um caleidoscópio bonito, mas fragmentado, de pequenas e médias potências", lamentou Zelensky, referindo-se às "disputas internas incessantes e aos silêncios" que "impedem a Europa de se unir".



O líder ucraniano considerou ainda que, apesar das promessas europeias de enviar tropas para a Ucrânia após a guerra, "nenhuma garantia de segurança pode funcionar sem os Estados Unidos" e que o apoio do seu homólogo americano é "indispensável".




nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Incêndio em depósito de combustível russo após ataque com drone em Penza




Um incêndio deflagrou hoje num depósito de combustível na cidade de Penza após a queda de destroços de um drone, alegadamente intercetados na zona durante um ataque do exército ucraniano, terem atingido o local, informaram as autoridades russas.


Incêndio em depósito de combustível russo após ataque com drone em Penza




O governador da região de Penza, Oleg Melnichenko, afirmou que os sistemas de defesa aérea abateram quatro drones na zona, antes de confirmarem que o impacto dos fragmentos "causou um incêndio num depósito de combustível" na cidade.



"Segundo informações preliminares, não há mortos nem feridos", disse, acrescentando que os bombeiros já estão a trabalhar no local para extinguir as chamas e pedindo ao público que "não partilhe fotografias ou vídeos" da operação.




"Não se tornem cúmplices do inimigo, confiem apenas em informações verificadas", concluiu.




O Ministério da Defesa russo afirmou que 12 drones foram abatidos nas últimas horas, incluindo sete em Belgorod, dois em Voronezh e um em cada uma das cidades de Penza, Bryansk e Astracã.



O incidente ocorreu dois dias depois de os bombeiros terem extinguido um incêndio numa refinaria na região de Krasnodar, provocado por destroços de um drone ucraniano, alegadamente intercetado por sistemas de defesa aérea.




Segundo os relatos, este incidente também não resultou em vítimas.





A refinaria afetada foi a Afipsky, alvo de vários ataques ucranianos nos últimos meses, no âmbito da campanha de Kiev contra a infraestrutura energética russa.




nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Alegado petroleiro da frota fantasma russa será rebocado para Marselha




Um petroleiro suspeito de integrar a frota fantasma russa intercetado na quinta-feira no Mediterrâneo pela Marinha francesa será rebocado para o porto de Marselha-Fos, no sul de França, indicou hoje uma fonte próxima do caso.


Alegado petroleiro da frota fantasma russa será rebocado para Marselha





O navio, conhecido pela alcunha Grinch, foi intercetado na manhã de quinta-feira em águas internacionais do Mar de Alborão, entre Espanha e o Norte de África.



Segundo a mesma fonte, o petroleiro deverá chegar no sábado de manhã ao porto de Marselha-Fos, que dispõe de um terminal petrolífero em Fos-sur-Mer e é o terceiro maior porto petrolífero da Europa.



O navio encontra-se sob sanções internacionais e é suspeito de operar sob falsa bandeira, tendo sido intercetado com a assistência de vários aliados da França, incluindo o Reino Unido, anunciou na quinta-feira o Presidente francês, Emmanuel Macron.



A operação decorreu a bordo do petroleiro, que tinha partido de Murmansk, um porto ártico no Mar de Barents, segundo a Prefeitura Marítima do Mediterrâneo.



A abordagem resultou na apresentação de um relatório à procuradoria de Marselha e na abertura de um inquérito judicial.


Com 249 metros de comprimento, o petroleiro Grinch surge com esse nome na lista do Reino Unido de navios pertencentes à frota fantasma russa, mas figura como Carl na lista de sanções estabelecida pela União Europeia e pelos Estados Unidos.



O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, saudou a operação, agradecendo à França a determinação demonstrada para impedir que o petróleo russo continue a financiar a guerra.


Esta é a segunda operação deste tipo realizada pela França, depois da interceção do petroleiro Boracay, abordado no final de setembro no Atlântico e desviado para o porto de Saint-Nazaire.



Cerca de 598 navios suspeitos de integrarem a denominada frota fantasma russa estão atualmente sujeitos a sanções da União Europeia.


nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Bombardeamentos russos sobre Kyiv e Kharkiv fazem um morto e 15 feridos




Importantes bombardeamentos russos sobre a Ucrânia na noite de sexta-feira para sábado causaram, pelo menos, um morto e 15 feridos em Kyiv e Kharkiv, no nordeste, informaram as autoridades locais.


Bombardeamentos russos sobre Kyiv e Kharkiv fazem um morto e 15 feridos





Todo o território ucraniano se encontra em estado de alerta devido a ataques aéreos, com as autoridades militares da capital a alertar para a ameaça de drones e mísseis balísticos.



Em Kyiv, foram registados danos em cinco bairros, provocando incêndios e quebrando as janelas de uma clínica privada e de uma casa residencial, segundo o presidente da câmara Vitali Klitschko.



"Um morto e quatro feridos foram registados. Três feridos foram hospitalizados", precisou Klitschko na rede de mensagens Telegram, referindo-se a perturbações no abastecimento de aquecimento e água em alguns bairros periféricos, apesar das temperaturas abaixo de -10 °C.



Em Kharkiv, o presidente da câmara Igor Terekhov relatou um ataque com drones Shahed de fabrico iraniano, que danificou vários edifícios residenciais, bem como um alojamento para deslocados, um hospital e uma maternidade desta grande cidade perto da fronteira russa.



"Há agora 11 feridos registados", afirmou, também através do Telegram.



Estes bombardeamentos estão a ocorrer quanto negociadores russos, ucranianos e americanos discutem em Abu Dhabi, pela primeira vez neste formato, as condições para pôr fim a quatro anos de guerra. A reunião teve início esta sexta-feira e prossegue hoje.



Segundo o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, a questão dos territórios continua a ser o principal ponto de bloqueio nestas negociações, que decorrem num contexto difícil para a Ucrânia, em cuja frente de batalha as suas tropas estão em recuo há quase dois anos diante de um adversário mais numeroso e melhor armado, com Kyiv a depender em grande parte do apoio financeiro e militar ocidental.



No terreno, a rede energética do país foi severamente danificada por uma série de ataques russos, provocando cortes de eletricidade e aquecimento em grande escala devido às temperaturas gélidas, especialmente em Kyiv.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Kyiv e Moscovo acusaram-se mutuamente de ataques com drones




As autoridades ucranianas acusaram hoje a Rússia do lançamento de 138 drones contra o seu território e Moscovo anunciou que derrubou 40 aparelhos aéreos não tripulados da Ucrânia, nas últimas horas.


Kyiv e Moscovo acusaram-se mutuamente de ataques com drones





A Força Aérea Ucraniana afirmou que as forças russas lançaram 138 aparelhos aéreos não tripulados (drones) sendo que 110 foram abatidos pelos sistemas de defesa aérea.



De acordo com as autoridades militares de Kyiv registaram-se 21 impactos em 11 locais, bem como a queda de fragmentos de um drone abatido, sem referir vítimas ou danos.



O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reclamou no domingo aos aliados mais meios de defesa antiaérea, perante os ataques russos que já deixaram centenas de milhares de habitantes de Kyiv sem eletricidade e aquecimento no pico do inverno.


Na Rússia, o Ministério da Defesa disse hoje que os sistemas aéreos abateram 40 drones ucranianos durante a última noite, a maioria no sul do país.



A maior parte do ataque, com 34 drones abatidos, concentrou-se na região sul de Krasnodar, na costa do Mar Negro.


Outros quatro foram intercetados sobrevoando o Mar de Azov.



Um outro drone ucraniano foi abatido na região fronteiriça de Bryansk e outro em Kaluga, perto de Moscovo.



A Rússia invadiu a Ucrânia em 2014 anexando a Península da Crimeia e lançou em 2022 uma invasão de grande escala contra todo o território ucraniano.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Exército da Ucrânia está a usar robôs terrestres que podem mudar a guerra









A Ucrânia está cada vez mais equipada com armas feitas no país, e isso pode ser determinante para uma nova fase da guerra. Usar robôs terrestres pode mudar o curso deste conflito.




Imagem novo robô da Ucrânia


A guerra que deu ao mundo novas armas





Desde que a guerra entre a Rússia e a Ucrânia começou, em 2022, líderes militares de todo o mundo têm retirado lições sobre um panorama tecnológico em constante evolução.




Ambos os lados continuam a empregar e a contrariar, em tempo real, sistemas de armamento inovadores, que vão desde drones marítimos a lasers de alta energia. Uma dessas tecnologias é a recente utilização, por parte da Ucrânia, de robôs terrestres não tripulados.



Equipados com armas que vão de lança-granadas a metralhadoras, estes veículos terrestres não tripulados (UGV) mudaram a forma como a Ucrânia conduz missões de reconhecimento, ataque e reabastecimento.




Imagem novo robô da Ucrânia

Menos baixas e mais poder de fogo



As capacidades multifunções dos UGV tornaram-nos numa escolha popular entre os líderes ucranianos que procuram perturbar as operações russas, reduzindo ao mesmo tempo as baixas. No entanto, estes drones têm registado graus variados de sucesso e ainda não foram utilizados ao mesmo nível que os seus equivalentes aéreos.



Isso não significa que não tenham funcionado no campo de batalha, uma vez que as forças ucranianas publicaram vídeos que mostram UGV a destruir veículos blindados russos a tiro.


Ainda assim, os veículos terrestres não tripulados poderão revelar-se mais úteis como ferramentas logísticas, uma área-chave em que a Ucrânia tem uma desvantagem clara.




Ucrânia: serão estes "drones/robôs" que vão combater?





Como temos visto, e em termos de balanço geral, a utilização de drones tanto pela Ucrânia como pela Rússia revelou vários pontos fracos no equipamento das potências militares globais.









No entanto, esse parece ser o caminho e já há um incremento no desenvolvimento mundial no que toca às tecnologias não tripuladas. A Rússia tem sido quem mais aposta, por exemplo, na utilização de drones aéreos imunes à guerra electromagnética, e pelos submarinos autónomos da Marinha Real Britânica.




Estes avanços levam especialistas a acreditar que as tecnologias não tripuladas irão revolucionar o campo de batalha durante muitos anos.




Imagem novo robô da Ucrânia

Soldados humanos estão a acabar





O arsenal ucraniano de veículos terrestres não tripulados tem crescido de forma sustentada desde 2022, apoiado por ajuda militar estrangeira, desenvolvimento nacional e financiamento civil.




Plataformas como o THeMIS, usadas em reabastecimento e evacuação de feridos, foram reforçadas por novas encomendas internacionais, enquanto empresas locais desenvolveram soluções capazes de conduzir operações terrestres complexas à distância.









O THeMIS (Tracked Hybrid Modular Infantry System) é um veículo terrestre não tripulado (sigla portuguesa: VTNT; em inglês: UGV (Unmaned Ground Vehicle), originário da Estónia, desenvolvido e produzido pela Milrem Robotics.




Em paralelo, unidades no terreno têm adaptado e reconstruído veículos terrestres não tripulados de baixo custo, permitindo escalar rapidamente a capacidade logística, ao ponto de uma única brigada conseguir abastecer forças inteiras e movimentar centenas de toneladas de material por mês.




Ao mesmo tempo, estes sistemas evoluíram para funções de ataque e reconhecimento, armados com metralhadoras e lança-granadas, eficazes em terrenos difíceis e missões de alto risco, incluindo remoção de obstáculos, detonação de minas e recolha de feridos.



A experiência ucraniana está a acelerar a adoção global de UGV, com potências como Rússia, China, Estados Unidos e países da NATO a investirem em robôs de combate e logística.




Este movimento está a levar os militares a repensar estratégias, estruturas e equipamentos, sinalizando que as tecnologias não tripuladas poderão redefinir a escala e a natureza da guerra nos próximos anos.



pp
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Rússia destruiu rede elétrica de Odessa, Kyiv abateu 135 drones




Um ataque noturno com drones provocou hoje danos graves na infraestrutura da rede elétrica da cidade portuária ucraniana Odessa (sul), uma cidade que tem sido das mais afetadas pelos bombardeamentos das Forças Armadas da Federação Russa.


Rússia destruiu rede elétrica de Odessa, Kyiv abateu 135 drones







A Força Aérea ucraniana contabilizou 165 drones no seu território, anunciando ter conseguido abater 135 deles, mas há registo de dois mortos em Donetsk, num total de 14 locais de impactos por todo o país.



"O nível de destruição foi colossal e os trabalhos de reconstrução vão levar bastante tempo para que aquele equipamento volte a funcionar", lê-se em comunicado da empresa de distribuição elétrica de Odessa, DTEK, enquanto o governador Mikolayiv (a leste de Odessa) também se queixou de que o sistema de fornecimento de gás à sua região foi afetado.




Pelo menos duas pessoas morreram devido ao ataque a uma localidade da província de Donetsk (leste), parcialmente ocupada pelas forças russas.




O autarca de Slaviansk, Vadim Liaj, informou que "o inimigo lançou um ataque contra a cidade" e duas casas ficaram "totalmente destruídas".




"Foram resgatadas três pessoas por entre escombros. Um jovem ficou ferido e está no hospital a receber tratamentos. Infelizmente, os seus pais não puderam ser salvos", afirmou.




Rússia e Ucrânia têm vindo a atacar mutuamente as respetivas infraestruturas energéticas para tentar enfraquecer as forças contrárias, provocando cortes nos serviços de fornecimento ou cortes programados para racionamento de eletricidade e gás, essenciais sobretudo no mais rigoroso inverno dos últimos 20 anos.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Ataque aéreo russo causa três mortos na região ucraniana de Zaporíjia




Ataques russos mataram três pessoas na região de Zaporíjia, no centro-leste da Ucrânia, anunciou hoje o governador local.


Ataque aéreo russo causa três mortos na região ucraniana de Zaporíjia





"Os russos realizaram ataques com drones contra bairros residenciais de Vilniansk (...). Duas mulheres e um homem foram mortos, e outro homem ficou ferido", escreveu Ivan Fedorov na plataforma de mensagens Telegram.



"Habitações foram destruídas e deflagraram incêndios", acrescentou.




Delegações da Ucrânia e da Rússia reuniram-se na semana passada em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos. Estas foram as primeiras negociações diretas conhecidas entre Moscovo e Kyiv sobre o plano norte-americano para a resolução do conflito. As discussões devem ser retomadas no domingo, ainda em Abu Dhabi.




Até lá, a Rússia continua a atacar diariamente a Ucrânia, causando vítimas civis e afetando, em particular, as infraestruturas energéticas.




Na madrugada de quarta-feira, os ataques causaram três mortes no país, incluindo duas nos subúrbios de Kyiv, de acordo com as autoridades locais.



O saldo de um ataque russo com drones, na terça-feira, contra um comboio de passageiros no leste da Ucrânia subiu para seis mortos, contra cinco anteriormente relatados, informou na quarta-feira à noite a procuradoria de Kharkiv.



De acordo com um relatório da missão de monitorização dos direitos humanos da ONU na Ucrânia, publicado no início de janeiro, cerca de 15 mil civis ucranianos foram mortos e 40.600 ficaram feridos desde o início da invasão russa em 24 de fevereiro de 2022.




O ano de 2025 foi o mais mortífero desde 2022, com mais de 2.500 civis mortos, de acordo com o documento.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Kadyrov contra negociações de paz: "Guerra deve ser levada até ao fim"




O líder da Chechénia, Ramzan Kadyrov, manifestou-se contra as negociações entre a Kyiv e Moscovo para colocar fim ao conflito na Ucrânia. "Acredito que a guerra deve ser levada até ao fim", atirou.


Kadyrov contra negociações de paz: Guerra deve ser levada até ao fim





O líder da república russa da Chechénia, Ramzan Kadyrov, afirmou esta quinta-feira que é contra as negociações para um acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia, defendendo que "a guerra deve ser levada até ao fim".



"Acredito que a guerra deve ser levada até ao fim. Negociações depois de tudo o que foi feito… Sou contra elas", disse, em declarações aos jornalistas no Kremlin.




Kadyrov já tinha partilhado a sua opinião sobre o fim da guerra em setembro de 2025, afirmando ser contra "o fim das hostilidades" e que a paz só será possível "se a Ucrânia se tornar uma região ou distrito da Rússia".




"Não sou de forma alguma a favor do fim das hostilidades na situação atual na região. Acredito que não é do nosso interesse parar as hostilidades agora... Os objetivos e metas da operação militar especial não são tirados do nada. São uma garantia da segurança de todo o nosso país. A paz nas nossas fronteiras só será possível quando a Ucrânia se tornar uma região ou distrito da Rússia", defendeu na altura.




Antes, em 2024, o líder da república russa da Chechénia, propôs colocar os soldados ucranianos prisioneiros como escudos humanos, após um ataque de drones das forças ucranianas contra um quartel na capital chechena, Grozny.




Na segunda-feira, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, revelou que as conversações entre as delegações russa, ucraniana e norte-americana, que aconteceram na semana passada em Abu Dhabi, foram realizadas "com espírito construtivo".




nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Rússia realizou ataques noturnos apesar da suspensão pedida pelos EUA




A Rússia lançou um míssil e 111 drones contra a Ucrânia durante a noite, disse a Força Aérea ucraniana, um dia depois de o Presidente norte-americano ter anunciado uma suspensão dos ataques aéreos russos.


Rússia realizou ataques noturnos apesar da suspensão pedida pelos EUA





A Força Aérea de Kyiv precisou que a Rússia disparou um míssil balístico Iskander-M, além do lançamento dos 111 aparelhos aéreos não tripulados (drones).



Os ataques noturnos da Rússia tiveram como alvo 15 locais diferentes tendo a Força Aérea ucraniana abatido 80 drones.



O chefe de Estado norte-americano, Donald Trump, afirmou na quinta-feira que pediu "pessoalmente" ao homólogo russo, Vladimir Putin, para cessar os ataques aéreos contra Kyiv e outras cidades ucranianas durante o período de uma semana.



Trump acrescentou que o Presidente russo concordou com a proposta.


Washington não forneceu mais detalhes sobre os termos do suposto acordo numa altura em que as delegações da Rússia e da Ucrânia preparam negociações diretas nos Emirados Árabes Unidos, agendadas para domingo.



O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse na quinta-feira que contava com os Estados Unidos para conseguir uma suspensão dos ataques aéreos russos contra a rede elétrica da Ucrânia.



Donald Trump afirmou que fez o pedido a Moscovo devido às condições climatéricas na Ucrânia, país que enfrenta cortes de energia devido aos ataques aéreos russos que têm vindo a atingir as infraestruturas de distribuição de eletricidade e gás.



Segundo o Centro Meteorológico da Ucrânia, entre o próximo domingo e terça-feira, prevê-se "frio intenso".




As temperaturas noturnas devem descer para os -27 ° centígrados e em algumas zonas para os -30 ° centígrados.




nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Ucrânia denuncia uso da Starlink pela Rússia em ataques contra civis








Conforme denunciado por analistas e responsáveis ucranianos, a Rússia tem instalado os sistemas de satélite Starlink nos seus drones para atacar a Ucrânia de uma forma mais profunda. À luz das sanções impostas pelos Estados Unidos ao país liderado por Vladimir Putin, o serviço fornecido pela norte-americana SpaceX não poderia, sequer, ser disponibilizado Rússia.








Segundo Serhii Beskrestnov, especialista em tecnologia militar e conselheiro do Ministério da Defesa da Ucrânia, o país recolheu provas de "centenas" de ataques realizados por drones russos equipados com terminais Starlink.



Estes alegados ataques não estão a visar alvos militares, mas antes cidades pacíficas na retaguarda e na linha da frente, "incluindo edifícios residenciais", no que o especialista descreve como uma operação de terrorismo "que utiliza tecnologias modernas de comunicação civil".



Afinal, segundo a CNN, a integração da Starlink permite que a Rússia contorne as defesas eletrónicas da Ucrânia, que neutralizam drones através do bloqueio de sinais GPS e de rádio.





Starlink dá maior alcance e precisão aos ataques da Rússia




Anteriormente, a Rússia contornava os bloqueadores da Ucrânia usando drones controlados por cabos de fibra ótica. No entanto, embora estes não possam ser neutralizados eletronicamente, o seu alcance é limitado pelo comprimento do cabo.



Os drones equipados com Starlink têm maior alcance do que os drones guiados por rádio ou cabo e não podem ser bloqueados.



Além disso, a ligação ultrarrápida permite, também, controlá-los em tempo real a partir da Rússia, tornando os ataques muito mais precisos.



De ressalvar que, à luz das sanções impostas pelos Estados Unidos ao país liderado por Vladimir Putin, a Starlink não poderia ser vendida nem utilizada na Rússia.




Uma fotografia divulgada pelas autoridades ucranianas mostra os restos de um drone russo equipado com um sistema Starlink.




Uma fotografia divulgada pelas autoridades ucranianas mostra os restos de um drone russo equipado com um sistema Starlink. Crédito: Serhii Beskrestnov, via CNN




Drones de baixo custo estão a mudar o conflito




Embora outros drones e mísseis russos consigam percorrer distâncias maiores, são muito mais caros, maiores e mais fáceis de detetar e abater.



Neste cenário, um drone mais simples equipado com um sistema Starlink Mini, que custa entre 250 e 500 dólares, pode ser muito mais barato e tão eficaz quanto modelos mais avançados que custam dezenas de milhares de dólares.



O especialista Serhii Beskrestnov, mais conhecido como Flash, partilhou uma fotografia de um ataque com um drone BM 35, em Dnipro, afirmando que um drone equipado com Starlink pode voar até 500 quilómetros.



Além disso, conforme citado, disse que era provável que o ataque mortal contra um comboio civil no leste da Ucrânia, na terça-feira, tenha sido realizado com um drone Shahed equipado com um modem de rádio em rede mesh ou possivelmente com Starlink.




Afinal, conseguiu ultrapassar as defesas eletrónicas e foi guiado pelo operador para atingir o centro de um comboio em movimento.




A tecnologia Starlink torna os drones resistentes às ferramentas de guerra eletrónica da Ucrânia.




A tecnologia Starlink torna os drones resistentes às ferramentas de guerra eletrónica da Ucrânia. Crédito: Serhii Beskrestnov, via CNN




Mais do que isso, no início deste mês, Flash disse à emissora pública ucraniana Suspilne que um conjunto de drones Molniya equipados com Starlink tinha sido usado para atacar infraestruturas energéticas ucranianas na região de Chernihiv.




Segundo ele, aliás, um em cada três drones conseguiu atingir o alvo graças à tecnologia Starlink: "É impossível suprimi-los com guerra eletrónica; só podem ser abatidos fisicamente se um drone antiaéreo os detetar e disparar".




Esta quinta-feira, o especialista informou que mais drones Molniya com Starlink haviam sido usados durante a noite perto de Pavlohrad, a cerca de 50 quilómetros da linha da frente.





Ucrânia já contactou a Starlink




O inimigo está constantemente a melhorar os seus drones e táticas de ataque para atingir os seus objetivos. Todos os dias surge um novo risco.


Disse Mykhailo Fedorov, recém-nomeado ministro da Defesa da Ucrânia, anteriormente responsável pelo desenvolvimento e aquisição de drones enquanto ministro da Ciência, Tecnologia e Transformação Digital.




Além disso, informou que, só no último mês, a Rússia lançou mais de 6000 drones, um número ligeiramente superior ao de dezembro e novembro, mas mais do dobro do registado na mesma altura do ano passado.




Gwynne Shotwell, presidente SpaceX, empresa responsável pela Starlink.




Gwynne Shotwell, presidente SpaceX, empresa responsável pela Starlink.




Esta quinta-feira, também, Fedorov disse que o ministério contactou a SpaceX com propostas sobre como impedir a Rússia de usar a tecnologia, agradecendo à presidente da empresa responsável pela Starlink, Gwynne Shotwell, bem como a Elon Musk, pela resposta rápida e por terem começado a trabalhar na resolução da situação.




O Instituto para o Estudo da Guerra (em inglês, ISW), um observatório de conflitos sediado nos Estados Unidos, afirmou que, com base no alcance reportado de 500 quilómetros, "a maior parte da Ucrânia, toda a Moldávia e partes da Polónia, Roménia e Lituânia" ficam ao alcance dos drones BM 35 equipados com Starlink, se lançados a partir da Rússia ou de territórios ucranianos ocupados.





Ministro polaco acusa Starlink de "lucrar com crimes de guerra"




Entretanto, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Polónia, Radosław Sikorski, acusou a Starlink de "ganhar dinheiro com crimes de guerra".




Segundo Sikorski, a Starlink tornou-se parte da infraestrutura de guerra da Rússia, apesar das sanções ocidentais e das garantias repetidas de que o serviço não seria disponibilizado a Moscovo.






Esta acusação reacende um conflito público prolongado entre o ministro polaco e o empresário norte-americano sobre o papel das empresas privadas na guerra moderna e a responsabilidade pelo uso dos seus produtos.




Esta semana, Elon Musk respondeu às críticas mais recentes, recordando que a Starlink tem sido "a espinha dorsal das comunicações militares da Ucrânia", não abordando, contudo, a questão do uso do seu sistema pela Rússia.





nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Rússia atacou a Ucrânia com 85 drones durante a noite




A Rússia atacou a Ucrânia com um total de 85 drones, dos quais 64 foram neutralizados, durante a noite de sexta-feira para hoje, anunciou a Força Aérea ucraniana.


Rússia atacou a Ucrânia com 85 drones durante a noite




Até ao momento, não há registo de danos em infra-estruturas energéticas, conforme a trégua parcial acordada na semana passada.



"O inimigo atacou com 85 drones dos tipos Shahed, Gerbera, Italmas e de outras categorias, a partir de Oriol, Milerovo e Primorsko-Ajtarsk (Rússia). Destes, cerca de 55 eram Shahed", afirmou hoje a instituição nas suas redes sociais.




O ataque foi repelido pela aviação, as tropas de mísseis antiaéreos, as unidades de guerra eletrónica e de sistemas não tripulados, assim como por grupos móveis das Forças de Defesa da Ucrânia.




Segundo dados preliminares, as defesas antiaéreas "derrubaram ou suprimiram 64 drones inimigos dos tipos Shahed, Gerbera e Italmas e de outras classes, no norte, sul e este do país", acrescentou a mesma fonte.




No total, cerca de 20 drones inimigos conseguiram atingir 13 alvos distintos, concluiu a Força Aérea.




Até ao momento, não se registaram ataques contra a infraestrutura energética, em linha com a trégua parcial acordada sob a mediação dos Estados Unidos, para que ambos os países evitem atingir este tipo de objetivos em pleno frio extremo na região.




Não está claro, no entanto, quando entrou em vigor exatamente o acordo, uma vez que o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse na sexta-feira que "a contagem regressiva" começou durante a noite, em alusão à noite de quinta-feira, enquanto o Kremlin assinalou que terminaria no domingo.





O acordo foi anunciado na quinta-feira pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, que disse ter pedido ao líder russo, Vladimir Putin, que o seu exército não lançasse ataques contras as infraestruturas energéticas ucranianas durante uma semana.




nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Corte de energia interrompe circulação do metro de Kyiv e provoca apagões




O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenski, confirmou hoje que a Ucrânia enfrenta cortes de energia em várias regiões, o que está a originar diversos apagões, situação que já levou à interrupção da circulação do metro de Kiev.


Corte de energia interrompe circulação do metro de Kyiv e provoca apagões




"A situação de emergência no sistema elétrico da Ucrânia é causada por problemas técnicos nas linhas de interconexão entre a nossa rede e a da Moldávia", afirmou o Presidente ucraniano nas suas redes sociais após uma reunião com a primeira-ministra, Yulia Sviridenko, e o ministro da Energia, Denis Shmihal, para tratar da situação.



"Todas as medidas de resposta necessárias foram implementadas no sistema energético da Ucrânia e os trabalhos de restauro continuam. A tarefa agora é estabilizar a situação o mais rapidamente possível", refere Zelenski.



Na sequência dos cortes de energia, o metro de Kiev foi hoje temporariamente encerrado devido à escassez de eletricidade, anunciou a operadora do local, enquanto as infraestruturas energéticas ucranianas têm sido alvo de uma recente série de ataques russos.



"Devido a uma falha no fornecimento proveniente dos centros de abastecimento externos, o serviço de carruagens e o funcionamento das escadas rolantes foram suspensos no metro", anunciou o Metro de Kiev numa mensagem publicada no Facebook.



A rede servirá de abrigo até ao restabelecimento da energia, declarou o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, numa mensagem no Telegram.


O metro de Kiev é uma artéria de transporte vital para a capital e raramente interrompe as suas operações, mesmo durante intensos bombardeamentos russos.



Cerca de 800.000 passageiros utilizam este metro diariamente, de acordo com dados publicados no ano passado. Os habitantes também utilizam as suas 52 estações como abrigos antibomba durante ataques russos.



A Rússia tem como alvo as infraestruturas energéticas ucranianas desde o início da sua invasão, que já dura quase quatro anos, mas Kiev afirma que este é o inverno mais difícil até hoje, com os ataques a deixarem milhões de pessoas sem eletricidade e aquecimento, enfrentando temperaturas negativas.



O Kremlin anunciou na sexta-feira que o Presidente Vladimir Putin aceitou suspender os ataques contra Kiev durante uma semana, até domingo, após um pedido do seu homólogo americano Donald Trump.



Na Moldávia, país com quem a Ucrânia está a ter problemas no fornecimento elétrico, por motivos que ainda estão a ser investigados, o Centro Nacional de Gestão de Crises (CNMC) confirmou que os apagões se estenderam à capital do país, Chisinau.


O CNMC atribui o ocorrido ao mau tempo, enquanto o ministério da Energia da Moldávia responsabiliza por problemas graves na rede elétrica da Ucrânia, com uma queda de tensão na linha de Isaccea-Vulcanesti-MGRES.



O ministro da Energia, Dorin Junghietu, acrescentou que o operador do sistema de transmissão elétrica, Moldelectrica, está a trabalhar para resolver a situação, noticia o diário moldavo Jurnal.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Ucrânia: Pelo menos 15 mineiros mortos em ataque contra autocarro




Pelo menos 15 pessoas morreram hoje e outras sete ficaram feridas, quando um 'drone' russo atingiu um autocarro que transportava mineiros em Pavlograd, na região de Dnipropetrovsk, centro da Ucrânia.


Ucrânia: Pelo menos 15 mineiros mortos em ataque contra autocarro





O ataque ocorreu durante um "ataque russo em grande escala" contra minas na zona, operadas pela empresa de energia DTEK, que deu conta das mortes dos mineiros na rede Telegram.



"O epicentro de um dos ataques foi um autocarro de trabalho que transportava mineiros da empresa após um turno na região de Dnipropetrovsk. Até ao momento, sabe-se que 15 mineiros morreram. Segundo informações preliminares, sete mineiros também ficaram feridos", relatou a empresa.



Segundo o comandante militar da região, Oleksandr Ganzha, as autoridades locais iniciaram uma investigação para obter mais informações sobre o ataque.


Ganzha anunciou ainda, através do Telegram, a ativação de um alerta regional devido à possibilidade de novos bombardeamentos.


Os ataques surgem durante um cessar-fogo parcial contra alvos do sistema energético devido ao frio extremo, acordado com a mediação dos Estados Unidos entre a Rússia e a Ucrânia, que o Kremlin afirma que deverá durar até hoje.


Não foram registados bombardeamentos contra o sistema energético desde quinta-feira, mas os ataques com 'drones' contra outros alvos continuaram, e dois civis foram mortos na noite passada na mesma região de Dnipropetrovsk.


Outro bombardeamento russo atingiu hoje uma maternidade na cidade de Zaporijia, no sul do país, causando pelo menos seis feridos, duas das quais mulheres que realizavam exames médicos, segundo o chefe da administração regional, Ivan Fedorov.



O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou hoje que os próximos contactos trilaterais com a Rússia e com os Estados Unidos terão lugar nos próximos dias 04 e 05 de fevereiro em Abu Dhabi e não hoje, como inicialmente indicado pelas partes.



"A Ucrânia está pronta para uma discussão substancial e estamos interessados em garantir que o resultado nos aproxima de um fim real e digno da guerra", escreveu o líder ucraniano nas redes sociais.



No sábado, negociadores da Rússia e dos Estados Unidos encontraram-se em Miami, na Florida, onde ambos os lados se referiram a discussões "produtivas e construtivas", mas não forneceram detalhes.



Russos, ucranianos e norte-americanos iniciaram conversações em 23 e 24 de janeiro nos Emirados Árabes Unidos sobre o plano proposto por Washington para pôr fim a quase quatro anos do conflito, desencadeado em fevereiro de 2022 pela invasão russa da Ucrânia.



Volodymyr Zelensky ressalvou, no entanto, na sexta-feira, que as conversações ainda estavam paralisadas devido à questão do futuro dos territórios no leste da Ucrânia reivindicados por Moscovo.



A Rússia pretende que as forças ucranianas se retirem das zonas da região do Donbass que ainda controlam, uma exigência repetidamente recusada por Kyiv, que reclama por seu lado garantias de segurança para evitar uma nova agressão russa.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Pelo menos seis feridos em ataque russo a maternidade em Zaporijia




Um ataque russo atingiu hoje uma maternidade na cidade ucraniana de Zaporijia (centro-leste), causando pelo menos seis feridos, afirmou no Telegram o chefe da administração regional, Ivan Fedorov.


Pelo menos seis feridos em ataque russo a maternidade em Zaporijia




Fedorov publicou imagens que mostram as salas de consulta médica devastadas pela onda de uma explosão. É possível ver janelas partidas, mobília destruída e muitos detritos no chão.



Segundo esta fonte, duas das pessoas feridas eram mulheres que realizavam exames médicos no momento do ataque.



Ivan Fedorov também divulgou um vídeo onde é possível ver o exterior do edifício, a sua fachada de tijolos danificada e fumo cinzento a sair de uma das janelas do prédio.




Mais cedo, em Dnipro, outra grande cidade ucraniana, um homem e uma mulher foram mortos durante a madrugada por um ataque de drones russos, anunciou a administração regional.




Em Kherson, cidade do sul da Ucrânia frequentemente alvo do exército russo, um bombardeamento também atingiu o centro da cidade hoje de manhã, informou a administração local.




Este ataque feriu gravemente uma mulher de 59 anos.




Os ataques ocorrem numa altura em que uma pausa nos ataques russos à capital Kyiv, aceite pelo Presidente russo Vladimir Putin a pedido do seu homólogo americano Donald Trump, deverá terminar hoje.




Em janeiro, no meio de um inverno rigoroso, os bombardeamentos russos provocaram em Kyiv cortes de aquecimento de uma gravidade e duração inéditas desde o início da invasão russa em grande escala em fevereiro de 2022.




Nas suas redes sociais, o Presidente Volodymyr Zelensky afirmou hoje que Moscovo lançou mais de 6.000 drones, cerca de 5.500 bombas aéreas e 158 mísseis sobre a Ucrânia durante o mês de janeiro.




Segundo ele, estes ataques visaram principalmente o sistema energético, as vias ferroviárias e infraestruturas civis.




"Verificamos que a Rússia tenta destruir a logística e as ligações entre cidades e comunidades", lamentou Zelensky, exortando novamente os aliados da Ucrânia a fornecerem-lhe mais mísseis antiaéreos e caças F-16 para o ajudarem a defender-se.




nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Duas pessoas morreram em ataques com drones russos na Ucrânia




Duas pessoas morreram durante a noite de sábado para hoje num ataque com drones russos na cidade de Dnipro, este da Ucrânia, anunciou a administração regional.


Duas pessoas morreram em ataques com drones russos na Ucrânia




"O ataque ocorreu durante a noite. Causou um incêndio, uma casa particular ficou destruída, outras duas estão danificadas", escreveu hoje de manhã no Telegram o chefe da administração regional de Dnipropetrovsk, Oleksandr Ganja.



O mesmo responsável precisou que as vítimas são um homem e uma mulher.



Em Kherson, cidade do sul da Ucrânia, muito regularmente visada pelo Exército russo, um bombardeamento atingiu hoje o centro, indicou a administração local.



Este ataque feriu gravemente uma mulher de 59 anos, que ficou com parte da perna esquerda amputada e ferimentos na cabeça, segundo a mesma fonte, de acordo com a qual os médicos lutam para lhe salvar a vida.




Estes ataques ocorrem quando uma pausa dos ataques russos sobre a capital, Kyiv, aceite pelo Presidente russo, Vladimir Putine, a pedido do homólogo norte-americano, Donald Trump, deve chegar hoje ao fim.



Em janeiro, em pleno inverno glacial, os bombardeamentos russos causaram a Kyiv roturas no aquecimento de uma gravidade e de uma duração inédita, desde o início da invasão russa em grande escala, em fevereiro de 2022.



Nas redes sociais, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou hoje que Moscovo lançou mais de 6.000 drones, cerca de 5.500 bombas aéreas e 158 mísseis sobre a Ucrânia, durante o mês de janeiro.



Segundo o Chefe de Estado, estes ataques visaram principalmente o sistema energético, as vias férreas e infraestruturas civis.



"Constatamos que a Rússia ensaia a destruição da logística e das ligações entre as cidades e as comunidades", lamentou Zelensky, apelando de novo aos aliados da Ucrânia para lhe fornecerem mísseis antiaéreos e caças F-16 para a ajudar a defender-se.



As defesas ucranianas neutralizaram, na noite passada, 76 de um total de 90 drones lançados pela Rússia, anunciou hoje a Força Aérea na comunicação matinal.


Aproximadamente 60 aparelhos não tripulados eram drones kamikaze de tipo Shahed, apesar de também haver entre eles drones de ataque Gerbera e Italmas e de outros tipos, de acordo con o comunicado no Telegram.



As defesas antiaéreas russas derrubaram, por seu lado, durante a noite, 21 drones ucranianos sobre quatro regiões do país, segundo Moscovo.



"Durante a noite passada, os sistemas de defesa antiaérea intercetaram e destruíram 21 drones ucranianos de alta precisão", comunicou o Ministério da Defesa no canal de Telegram.



A maioria dos aparelhos não tripulados, 14, foi abatida na região de Belgorod, na fronteira com a Ucrânia.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Empresa elétrica ucraniana reporta ataques desde trégua. Moscovo nega




A empresa estatal de eletricidade da Ucrânia, Ukrenergo, reportou hoje ataques russos contra as infraestruturas energéticas, que provocaram apagões em várias regiões dopais, apesar de a Rússia garantir que mantém a trégua combinada na quinta-feira.


Empresa elétrica ucraniana reporta ataques desde trégua. Moscovo nega





Segundo as autoridades ucranianas, estes foram os primeiros ataques russos a instalações energéticas do país desde que o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou, na quinta-feira, que o seu homólogo russo, Vladimir Putin, se tinha comprometido com uma trégua temporária sobre tais bombardeamentos.



Os ataques, relatou a empresa estatal de eletricidade da Ucrânia, provocaram apagões nas regiões de Sumi e Kharkiv (nordeste), Dnipropetrovsk (centro-leste) e Cherkasy (centro).




Moscovo os ataques, tendo o Ministério de Defesa garantido que, apesar de o prazo da trégua acordada ter terminado no domingo, os militares continuam a poupar as infraestruturas energéticas, preferindo ter como alvo os transportes.




"Aeronaves táticas, drones de ataque, forças de mísseis e artilharia de grupos militares russos atacaram alvos da infraestrutura de transporte usados pelo exército ucraniano", afirmou o comando militar russo no seu relatório diário de guerra.




"Estes são os primeiros ataques russos a instalações de transporte utilizadas pelo exército ucraniano", adiantou.




Segundo o Ministério da Defesa, as forças russas também atacaram "depósitos de munições e drones, postos de comando e instalações temporárias das Forças Armadas da Ucrânia e de mercenários estrangeiros em 147 locais".




Na sexta-feira, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reconheceu que a Rússia cessou os seus ataques às infraestruturas energéticas após o acordo mediado pelos Estados Unidos, afirmando que Moscovo intensificou, no entanto, o bombardeamento de instalações logísticas.




De acordo com a Ucrânia, os ataques às infraestruturas de transporte causaram inúmeras vítimas, como o ataque de domingo a um autocarro que transportava mineiros em Dnipropetrovsk, que matou 12 pessoas, e o ataque a um comboio em Zaporijia, que resultou em cinco mortos.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Camuflado “Pinguim” dos soldados da Rússia falha na Ucrânia e tornam-se alvos fáceis









Relatos provenientes do campo de batalha indicam que a nova camuflagem de inverno russa, apelidada de “Pinguim” pelas forças ucranianas, está a falhar no seu principal objetivo: ocultar os soldados. Pelo contrário, os militares equipados com este fato tornam-se alvos fáceis, sobretudo para drones.




Imagem da nova camuflagem de inverno russa, apelidada de “Pinguim”



Testes em combate real com resultados imediatos




De acordo com informações divulgadas na quinta-feira, 29 de janeiro, forças ucranianas neutralizaram pelo menos dois soldados russos que utilizavam este novo tipo de camuflagem.



A identificação foi feita pela 120.ª Brigada de Defesa Territorial das Forças Armadas da Ucrânia, recorrendo a drones em operações de vigilância e ataque.




Os militares russos parecem estar a testar o equipamento diretamente em condições reais de combate. No entanto, tudo indica que a experiência não está a correr como esperado.





Pinguim: um fato volumoso e pouco prático




As imagens divulgadas pela Ucrânia mostram fatos muito volumosos, predominantemente brancos, com manchas pretas e um capuz estranho, em forma de bico, que faz lembrar vagamente a cabeça de um pinguim.




A ideia segue o princípio clássico da camuflagem: quebrar a silhueta humana em ambientes abertos e cobertos de neve, à semelhança dos fatos ghillie usados por atiradores furtivos, mas adaptados ao inverno.




Guerra moderna não depende apenas da visão humana




O problema é que os campos de batalha modernos mudaram radicalmente. Na Ucrânia, a deteção do inimigo já não depende apenas do olho humano.



As forças ucranianas utilizam drones FPV, câmaras térmicas e sistemas de deteção de movimento, tecnologias que não são enganadas apenas pela cor ou pelo padrão visual.



Neste contexto, o camuflado “Pinguim” revela-se ineficaz. O grande volume do fato pode confundir à distância, mas em campos de neve abertos, qualquer forma estranha ou movimento anormal destaca-se de imediato.
Reprodutor de vídeo









Movimentos lentos e previsíveis





Outro problema evidente é a mobilidade. O fato parece ser pouco manejável, obrigando os soldados a deslocarem-se com um andar desajeitado, quase a gingar. Para manter o equilíbrio, os movimentos tornam-se exagerados e previsíveis, o que facilita ainda mais a sua identificação e acompanhamento no terreno.




Além de mais lentos, os militares tornam-se alvos ideais para drones de ataque, que exploram precisamente esse tipo de limitação.





Mais uma experiência falhada no terreno




Em vez de proteger, este novo equipamento poderá estar a aumentar o risco para quem o utiliza. Não é a primeira vez que a Rússia testa equipamento experimental diretamente no campo de batalha, muitas vezes sem um período adequado de testes ou aperfeiçoamento.



Há também relatos de conscritos a serem usados como cobaias para este tipo de sistemas. Segundo a United24 Media, já anteriormente tinham sido observados soldados russos a utilizar uma espécie de fato ou cápsula individual, igualmente ineficaz contra a guerra moderna baseada em drones.



Resta saber se o Exército russo continuará a apostar neste conceito de camuflagem. Tudo indica, no entanto, que este não será o último exemplo de equipamento experimental testado em combate real neste conflito em curso.




pp
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Ucrânia. Mais de mil casas sem aquecimento após grande ataque




As forças armadas da Rússia atacaram hoje a Ucrânia com cerca de 450 drones e 70 mísseis dirigidos a infraestruturas energéticas e deixaram mais de mil imóveis de habitação sem aquecimento, além de provocarem, pelo menos, dois feridos.


Ucrânia. Mais de mil casas sem aquecimento após grande ataque




O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andri Sibiga, destacou que esta retoma dos ataques da Federação Russa, após vários dias de trégua, aconteceu quando as temperaturas rondam os 20º negativos em algumas zonas do país, como a capital.



Kyiv, Dnipropetrovsk, Kharkiv, Sumi e Odessa foram os alvos desta mais recente ofensiva aérea russa.




"Em resultado dos ataques, ficaram sem aquecimento mais de 1.100 imóveis de habitação", disse o ministro do Desenvolvimento ucraniano, Oleksiy Kuleba.




O Kremlin anunciou na sexta-feira que tinha aceitado um pedido do presidente norte-americano, Donald Trump, para suspender os ataques contra Kyiv e a rede elétrica ucraniana até 01 de fevereiro, antes do retomar das negociações de Paz em Abu Dhabi.




A ronda trilateral de conversações terá lugar quarta e quinta-feira na capital dos Emirados Árabes Unidos, após uma reunião em janeiro, que marcou o primeiro encontro direto entre representantes de Kyiv e Moscovo.




A Rússia, no entanto, continuou os ataques contra o resto da Ucrânia, nomeadamente matando 12 pessoas, num ataque no domingo contra um autocarro que transportava mineiros na região de Dnipropetrovsk (centro-leste).




Em janeiro, os bombardeamentos russos provocaram cortes de energia sem precedentes, severos e prolongados, em Kyiv desde o início da invasão russa em grande escala, em 24 de fevereiro de 2022.



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Zelensky acusa Rússia de aterrorizar povo em vez de tentar diplomacia




O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, acusou hoje a Rússia de preferir continuar os ataques à Ucrânia em vez de procurar uma solução diplomática, após mais de 1.100 casas terem ficado sem aquecimento, em Kiev, numa grande ofensiva noturna.


Zelensky acusa Rússia de aterrorizar povo em vez de tentar diplomacia





"Aproveitar os dias mais frios do inverno para aterrorizar a população é mais importante para a Rússia do que escolher a diplomacia", escreveu o líder da Ucrânia na plataforma digital X, acrescentando que as forças russas atacaram durante a noite com "mais de 70 mísseis no total e lançaram 450 ataques com drones".



O ministro do Desenvolvimento ucraniano, Oleksiy Kuleba, declarou que "em resultado dos ataques, ficaram sem aquecimento mais de 1.100 imóveis de habitação".



"Os russos danificaram o Salão da Glória no Museu Nacional da História da Ucrânia na II Guerra Mundial, aos pés do monumento 'Pátria'", uma estátua de grande dimensão de uma mulher a empunhar uma espada e um escudo, que assinala o triunfo sobre os nazis, anunciou a ministra da Cultura ucraniana, Tetiana Berezhna.



O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andri Sibiga, destacou que esta retoma dos ataques da Federação Russa, após vários dias de trégua, aconteceu quando as temperaturas rondam os 20º negativos em algumas zonas do país, como a capital.



Kiev, Dnipropetrovsk, Kharkiv, Sumi e Odessa foram os alvos desta mais recente ofensiva aérea russa.



O Kremlin anunciou na sexta-feira que tinha aceitado um pedido do presidente norte-americano, Donald Trump, para suspender os ataques contra Kiev e a rede elétrica ucraniana até 01 de fevereiro, antes do retomar das negociações de Paz em Abu Dhabi.


A ronda trilateral de conversações terá lugar na quarta e quinta-feira na capital dos Emirados Árabes Unidos, após uma reunião em janeiro, que marcou o primeiro encontro direto entre representantes de Kiev e Moscovo.



A Rússia, no entanto, continuou os ataques contra o resto da Ucrânia, nomeadamente matando 12 pessoas, num ataque no domingo contra um autocarro que transportava mineiros na região de Dnipropetrovsk (centro-leste).



nm
 

kok@s

GForum VIP
Entrou
Dez 9, 2019
Mensagens
10,291
Gostos Recebidos
452

Kyiv volta a ser alvo de ataques russos (após vários dias de trégua)




A Rússia retomou os ataques contra Kyiv, ferindo duas pessoas, de acordo com as autoridades da capital da Ucrânia, após vários dias de trégua, que Moscovo atribuiu a um pedido dos Estados Unidos.


Kyiv volta a ser alvo de ataques russos (após vários dias de trégua)




"Os russos decidiram atacar Kyiv em pleno frio", disse o chefe da administração militar da capital ucraniana, Tymur Tkachenko, dando conta dos dois feridos.



O Kremlin anunciou na sexta-feira que tinha aceitado um pedido do Presidente norte-americano, Donald Trump, para suspender os ataques contra Kyiv e contra a rede elétrica até 01 de fevereiro, antes do retomar das negociações em Abu Dhabi.




A ronda trilateral de conversações terá lugar na quarta e quinta-feira na capital dos Emirados Árabes Unidos, após uma reunião em janeiro, que marcou o primeiro encontro direto entre representantes de Kyiv e Moscovo.




A Rússia, no entanto, continuou os ataques contra o resto da Ucrânia, nomeadamente matando 12 pessoas, num ataque no domingo contra um autocarro que transportava mineiros na região de Dnipropetrovsk (centro-leste).




Em janeiro, os bombardeamentos russos provocaram cortes de energia sem precedentes, severos e prolongados, em Kyiv desde o início da invasão russa em grande escala, em 24 de fevereiro de 2022.



As temperaturas caíram a pique hoje para -17°C em Kyiv e -23°C em Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia, onde duas pessoas também ficaram feridas por um ataque aéreo durante a noite.




Na segunda-feira, o Presidente dos Estados Unidos atribuiu o mérito da trégua a si próprio.




"Liguei ao Presidente [russo Vladimir] Putin e ele concordou. A Ucrânia é um país muito frio. E também estão a passar por uma onda de frio terrível. Perguntei-lhe se podia parar de atacar durante uma semana, sem lançar mísseis contra Kyiv ou qualquer outra cidade, e ele concordou", sublinhou Donald Trump .




O republicano antecipou que haverá "boas notícias" da segunda reunião trilateral entre os Estados Unidos, a Ucrânia e a Rússia para negociar o fim da guerra.




"Estamos muito bem com a Ucrânia e a Rússia. Esta é a primeira vez que digo isto. Penso que vamos ter boas notícias", frisou aos jornalistas na Sala Oval da Casa Branca.




O acordo de paz tem sido bloqueado pela exigência da parte russa da retirada das forças ucranianas dos territórios no leste da Ucrânia reivindicados por Moscovo, que tem sido repetidamente recusada por Kyiv, que reclama garantias de segurança para evitar uma nova agressão militar.



De acordo com um relatório da Missão de Monitorização dos Direitos Humanos das Nações Unidas na Ucrânia, quase 15 mil civis ucranianos foram mortos e 40.600 ficaram feridos desde o início da invasão russa.




O relatório, publicado no início de janeiro, refere que 2025 foi o ano mais letal desde 2022, com mais de 2.500 civis mortos.



nm
 
Topo