Há guerra na Ucrania

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"Um pedaço do nosso calor àqueles que nos protegem": presentes de Natal para as tropas ucranianas


 

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Media russo avança que 34 marinheiros morreram no ataque ao Novocherkassk


Pelo menos 34 marinheiros terão morrido terça-feira no ataque contra o navio de guerra russo "Novocherkassk" perpetrado pelo exército ucraniano no Mar Negro, segundo informações divulgadas hoje pelo canal noticioso Astra na plataforma Telegram.


Media russo avança que 34 marinheiros morreram no ataque ao Novocherkassk




Citando fontes próprias e referindo que no momento do ataque estavam a bordo 77 marinheiros, o mesmo canal indica que outros 23 tripulantes terão ficado feridos na sequência do impacto do míssil Storm Shadow lançado pelas forças ucranianas.


O Ministério da Defesa russo reconheceu apenas uma vítima mortal -- uma empregada do serviço de segurança do porto de Feodosia (Crimeia) -- e quatro feridos, assim como danos no navio.


O Astra, um canal independente de notícias russo na rede social Telegram, e outros meios de comunicação independentes avançaram que o navio de guerra foi afundado.


"Parabéns às nossas Forças Armadas por adicionar outro navio à frota submarina russa do Mar Negro. Os seus ocupantes não encontrarão um lugar feliz e pacífico na Ucrânia", escreveu, na terça-feira, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na plataforma Telegram.


Em abril do ano passado, a Rússia também reconheceu apenas um morto e 27 feridos no naufrágio do "Moskvá", após ser atingido por um míssil ucraniano.


A Ucrânia tinha destruído um outro grande navio de desembarque da Frota do Mar Negro, o "Saratov", em março de 2022, no porto de Berdiansk (Mar de Azov), no qual também foi afetado o "Novocherkassk".


O último grande golpe contra a Marinha russa foi registado em setembro quando Kiev atacou o porto de Sebastopol, na Crimeia, com mísseis de cruzeiro, onde outro navio de desembarque e um submarino, que estavam em reparação num estaleiro, foram danificados.




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Ucrânia: Bombardemento russo mata duas pessoas em Odessa


Duas pessoas morreram em resultado de um bombardeamento lançado pelas forças russas contra Odessa, no sudoeste da Ucrânia, informou hoje o governador provincial desta região, Oleg Kiper.

Ucrânia: Bombardemento russo mata duas pessoas em Odessa



O responsável local disse na sua conta na rede Telegram que pelo menos quatro pessoas foram atingidas por este último ataque, que ocorreu por volta da meia-noite de hoje.


A Força Aérea ucraniana informou que detetou a presença de 'drones' provenientes do Mar Negro em direção à cidade portuária de Odessa e que conseguiu abater pelo menos oito deles.


Uma das vítimas mortais foi encontrada na periferia da cidade e outra acabou por morrer no hospital, enquanto dois feridos precisaram de tratamento médico, detalhou.



Um menino de 6 anos também ficou ferido noutra parte da cidade após a sua casa ter sido atingida por um ataque russo, acrescentou Kiper.


A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e "desnazificar" o país vizinho, independente desde 1991 após a desagregação da antiga União Soviética e que tem vindo desde então a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.



Desde o outono, Moscovo tem aumentado os ataques noturnos contra cidades ucranianas, numa altura em que se levantam dúvidas sobre a continuação do apoio militar ocidental a Kiev.



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Nova morte misteriosa. Aliado de Putin morre após cair de janela


Tinha 46 anos e pertencia ao partido Rússia Unida.


Nova morte misteriosa. Aliado de Putin morre após cair de janela



Há mais uma morte misteriosa entre figuras proeminentes da sociedade russa, desta vez, um aliado do presidente Vladimir Putin. Vladimir Egorov, de 46 anos, foi encontrado morto, na quarta-feira, depois de, alegadamente, cair da janela de um terceiro andar, segundo revelou a imprensa russa.


O homem, que era membro do partido Rússia Unida de Putin, e deputado da Duma da cidade de da cidade de Tobolsk, foi encontrado sem vida, no jardim da frente da casa, de onde terá caído de um terceiro andar. Esta informação foi confirmada pelo Baza, que tem ligações aos serviços de segurança russos, e pelo diário Izvestia.



Não havia sinais de crime e a imprensa russa escreve que o aliado de Putin poderá terá sofrido problemas cardíacos antes da queda, de cerca de nove metros de altura.


A polícia investiga, enquanto se aguarda pela autópsia para confirmar a causa da morte.


Note-se que Vladimir Egorov não é a primeira figura russa a morrer nestas condições. Várias outras pessoas de relevo na sociedade russa foram encontradas sem vida em circunstâncias misteriosas, sobretudo desde o início da guerra na Ucrânia. Os problemas cardíacos têm sido frequentemente apontados como explicação para estas mortes prematuras ou suspeitas.


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Pelo menos um morto e 15 feridos em ataques russos a cidades ucranianas


Pelo menos um pessoa morreu hoje e 15 ficaram feridas numa série de ataques lançados pela Rússia contra várias cidades da Ucrânia, incluindo Kyiv, disseram as autoridades ucranianas.

Pelo menos um morto e 15 feridos em ataques russos a cidades ucranianas



Além de Kyiv, os bombardeamentos russos visaram as cidades de Kharkiv, no nordeste, Lviv, no extremo oeste, e Odessa, no sul.


"Uma pessoa foi morta nos ataques das forças de ocupação contra Kharkiv. Oito pessoas ficaram feridas", lamentou o chefe da administração militar local, Oleg Synegubov.


Um hospital no distrito de Kyivskyi foi danificado, disse a polícia local.


O presidente da câmara de Kyiv, Vitali Klitschko, anunciou que sete pessoas estavam "atualmente hospitalizadas na capital".


A vaga de ataques levou à ativação do alerta aéreo em toda a Ucrânia, por volta das 07h00 (05:00 em Lisboa).


Três pessoas ficaram feridas num ataque a Konotop, na região de Soumy, no nordeste da Ucrânia, onde um bloco de apartamentos foi atingido, de acordo com a administração militar local. Três drones iranianos Shahed foram destruídos no local, acrescentou o exército.


Em Odessa, um edifício foi danificado por um ataque durante a madrugada, mas o incêndio resultante foi rapidamente controlado, disse o presidente da câmara, Gennady Trukhanov.


Esta nova vaga de ataques mostra que a Ucrânia precisa de "mais ajuda" da comunidade internacional, afirmou o chefe de gabinete do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.


"Os mísseis estão de novo a sobrevoar as nossas cidades e os civis estão a ser visados", denunciou Andriy Yermak na plataforma de mensagens Telegram.


"Estamos a fazer tudo o que podemos para reforçar o nosso escudo aéreo. Mas o mundo tem de ver que precisamos de mais ajuda e recursos para acabar com este terror", escreveu Yermak.


Na quarta-feira, os Estados Unidos atribuíram à Ucrânia um pacto de ajuda militar no valor de 250 milhões de dólares (cerca de 225 milhões de euros), incluindo munições e sistemas de defesa aérea para responder aos ataques russos.


Esta nova ajuda é a última parcela disponível enquanto não houver uma nova votação no Congresso norte-americano, onde uma minoria dentro do Partido Republicano se recusa a atribuir mais dinheiro.


Estes ataques surgem depois de um míssil Storm Shadow lançado pela aviação ucraniana ter conseguido, na terça-feira, causar o naufrágio do navio de desembarque russo "Novocherkassk" na Crimeia.


A Rússia está a sofrer "enormes" perdas em homens e material na sua guerra na Ucrânia e o seu exército sairá "enfraquecido" do conflito, disse um alto responsável do exército alemão, numa entrevista publicada hoje.



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Rússia lançou um dos maiores ataques do ano contra a Ucrânia


A Rússia lançou cerca de 110 mísseis e 'drones' (aeronaves sem tripulação) contra alvos ucranianos durante a noite, num dos maiores ataques do género do ano, denunciou hoje o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.


Rússia lançou um dos maiores ataques do ano contra a Ucrânia



Os ataques causaram pelo menos 10 mortos e dezenas de feridos, uma contagem que deverá piorar à medida que prosseguirem as operações de socorro, anunciaram as autoridades ucranianas.


Um número desconhecido de pessoas ficaram soterradas sob escombros de edifícios atingidos durante os ataques, apesar de as autoridades ucranianas terem dito que a defesa aérea abateu a maior parte dos mísseis e 'drones'.



As forças russas utilizaram uma grande variedade de armas, incluindo mísseis balísticos e de cruzeiro, disse Zelensky, citado pela agência norte-americana AP.



O porta-voz da Força Aérea ucraniana, Yurii Ihnat, disse que a Rússia "aparentemente lançou tudo o que tinha" contra alvos em toda a Ucrânia.



O ataque de cerca de 18 horas, que começou na quinta-feira e continuou durante a noite, atingiu seis cidades, incluindo a capital Kyiv, e outras áreas do leste ao oeste da Ucrânia, segundo as autoridades.



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Míssil russo cruzou espaço aéreo da NATO durante ataque à Ucrânia


Um míssil russo entrou hoje no espaço aéreo de um país da NATO, a Polónia, antes de o deixar em direção à Ucrânia, alvo de uma vaga mortífera de ataques russos, anunciaram as autoridades polacas.


Míssil russo cruzou espaço aéreo da NATO durante ataque à Ucrânia



"Tudo indica que um míssil russo entrou no espaço aéreo polaco. Detetámo-lo através do radar. Deixou imediatamente o espaço aéreo polaco", dirigindo-se para a Ucrânia, disse o chefe do Estado-Maior do Exército polaco, general Wieslaw Kukula.


"Temos confirmações de radar, tanto a nível nacional como dos nossos aliados", acrescentou, citado pela agência francesa AFP.


O comandante operacional do exército polaco, general Maciej Klisz, disse que o míssil sobrevoou o espaço aéreo polaco durante três minutos, a uma distância de cerca de quarenta quilómetros.


"Enviámos as nossas forças e aviões para o intercetar e abater, se necessário, mas o tempo [de sobrevoo] e a forma como manobrou (...) tornaram isso impossível e permitiram que o míssil saísse do território polaco", afirmou.


Segundo Klisz, o sistema de defesa aérea polaco foi colocado em alerta na quinta-feira à noite, na sequência da vaga de ataques russos contra a Ucrânia.
Para evitar erros, foram efetuadas buscas terrestres no local onde o sinal de rádio do míssil se perdeu, disseram oficiais do exército.


Na sequência do incidente, as autoridades civis e militares polacas realizaram reuniões de emergência e o Presidente Andrzej Duda manteve conversações com o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg.


A Polónia é membro da NATO e da União Europeia (UE).


Em novembro de 2022, um míssil ucraniano caiu na aldeia polaca de Przewodow, a cerca de seis quilómetros da fronteira com a Ucrânia, matando dois civis.


A explosão ocorreu numa altura em que a Rússia estava a realizar ataques maciços contra infraestruturas civis ucranianas em todo o país.


Até ser identificada a origem, a queda do míssil na aldeia polaca fez temer que a NATO fosse arrastada para o conflito, dado que a Polónia está protegida pelo compromisso de defesa coletiva da Aliança Atlântica.


A Rússia realizou hoje o ataque considerado de maior dimensão desde que invadiu a Ucrânia há quase dois anos, provocando 18 mortos e 132 feridos, de acordo com um balanço provisório.


As autoridades ucranianas disseram que a Rússia lançou 122 mísseis e 36 'drones' (aeronaves sem tripulação) contra alvos em toda a Ucrânia, num ataque que durou 18 horas.


O Ministério da Defesa russo reivindicou ter atingido "todos os alvos" previstos no intenso ataque lançado de madrugada.


A invasão russa da Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022, mergulhou a Europa naquela que á considerada a pior crise de segurança no continente desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).


Desconhece-se o número de baixas civis e militares, mas diversas fontes, incluindo a ONU, têm alertado que será significativo.



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"A Rússia tem de morrer", atira chefe do Conselho de Defesa ucraniano


O secretário do Conselho de Segurança e Defesa da Ucrânia prometeu que os ucranianos lutarão até derrotar a Rússia e avisou que os ataques de hoje fizeram crescer o ódio aos russos no país.


A Rússia tem de morrer, atira chefe do Conselho de Defesa ucraniano



"Lutaremos o tempo que for preciso. A Rússia tem de morrer", afirmou Oleksiy Danilov nas redes sociais, citado pela agência espanhola Europa Press.


A Rússia realizou hoje o ataque considerado de maior dimensão desde que invadiu a Ucrânia há quase dois anos, provocando 18 mortos e 132 feridos, de acordo com um balanço provisório.


As autoridades ucranianas disseram que a Rússia lançou 122 mísseis e 36 'drones' (aeronaves sem tripulação) contra alvos em toda a Ucrânia, num ataque que durou 18 horas.


O Ministério da Defesa russo reivindicou ter atingido "todos os alvos" previstos no intenso ataque lançado de madrugada.


"Saudamos este dia com um ódio frio e um coração quente", comentou o secretário do Conselho de Segurança e Defesa da Ucrânia.


Segundo Danilov, os ataques com mísseis da Rússia "têm e terão exatamente o efeito oposto que a escumalha do Kremlin [Presidência russa] espera".


"Eles nunca compreenderam e nunca compreenderão a Ucrânia", afirmou Danilov sobre o efeito dos ataques da Rússia na determinação dos ucranianos em combater os russos.


Danilov considerou que tudo "é obra de um rato que cava a própria sepultura com as próprias mãos a partir do seu 'bunker'", numa provável referência ao Presidente russo, Vladimir Putin, e ao Kremlin, sede da Presidência em Moscovo.


Disse que os ataques de hoje só conseguiram "maximizar a rejeição de tudo o que é russo, cultura, língua, tradições", entre os ucranianos.


Os ataques também reforçaram a ideia de que a Ucrânia deve evitar quaisquer conversações e compromissos com um país que não passa de um "pedaço podre de um império", referiu.


Danilov afirmou ainda que a Ucrânia deve reforçar o movimento de resistência nacional e continuar a tarefa de destruir de uma vez por todas qualquer possibilidade de movimentos pró-russos no país.


"A resposta não tardará a chegar", avisou, sem concretizar.




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Kyiv terá o que nunca teve quando caças F-16 subirem aos seus céus


A noticiada chegada dos F-16 à Ucrânia antes do prazo prometido é incerta, mas o analista militar Arnaut Moreira prevê que os caças norte-americanos deem a Kyiv a capacidade aérea que nunca teve perante os invasores russos.


Kyiv terá o que nunca teve quando caças F-16 subirem aos seus céus



Num momento em que os pilotos e mecânicos ucranianos ainda se encontram em formação, no âmbito de uma coligação internacional coordenada por Países Baixos, Dinamarca e Estados Unidos e também integrada por Portugal, a Newsweek noticiou na quarta-feira que já começaram a chegar à Ucrânia os caças prometidos pelo Ocidente para o primeiro semestre de 2024.


A informação foi avançada à revista norte-americana por uma fonte dos Estados Unidos como uma explicação para "uma série de vitórias de alto nível" nos céus da Ucrânia e também especulada por canais pró-Kremlin no canal Telegram, após a força aérea de Moscovo ter perdido oito aeronaves em três semanas, das quais três sofisticados bombardeiros SU34, avaliados em cerca de 40 milhões de euros cada, num só dia, em 05 de dezembro.



Para o major-general José Arnaut Moreira, seria "quase impossível e surpreendente" que estivesse concluída a lenta e complexa formação do pessoal ucraniano ainda a decorrer na Roménia.



O especialista militar acha mais provável que as notícias sem confirmação que colocam os F-16 já operacionais, em particular aquelas provenientes de canais russos, estejam associadas a campanhas de desinformação como uma justificação para as elevadas perdas nas últimas semanas de Moscovo num conflito onde desde início tem superioridade aérea.



Por outro lado, é igualmente plausível, explica Arnaut Moreira, que este inesperado abate de aviões russos possa estar ligado à melhoria dos sistemas aéreos ucranianos, que, à medida que vão sendo entregues a Kyiv - e as suas infraestruturas críticas e a sua capital estejam protegidas -, possam começar a ser deslocados para a frente, onde, por exemplo baterias Patriot já conseguem derrubar aquele tipo de aeronaves.



"Ou seja, a Rússia pode ter sido surpreendida pela presença de baterias avançadas do Ocidente na frente sul e pode estar aqui uma explicação para o facto de, desde o dia 05 de dezembro já terem desaparecido sete ou oito aeronaves da Federação Russa", assinala o analista.



A entrega dos F-16 é uma questão de tempo, mas também permanece por saber que sistemas de armamento vão possuir, tratando-se de um avião "muito flexível e versátil", podendo transportar, além de mísseis nas pontas das asas -- habitualmente Sidewinder ou Sparrow para o combate aéreo -, outros nove pontos de amarração de armas.



"Isso vai fazer toda a diferença em relação àquilo que são as suas missões. Podem fazer ataque ao solo para apoio à manobra terrestre, destruição de infraestruturas e equipamentos como fazem os F-16 Israelitas na Faixa de Gaza, destruição de radares e até transporte de armas nucleares", comenta o major-general.



Em qualquer circunstância, vai introduzir um elemento novo, ao fim de quase dois anos da invasão russa, iniciada em 24 de fevereiro de 2022, e "acrescentar uma enorme capacidade à Ucrânia, que não tem feito combate aéreo contra a Federação russa" e cingido os seus ataques a bombardeamentos a partir de plataformas de lançamento de mísseis de cruzeiro.



"Os F-16 permitem muito mais missões e uma dessas missões é a interdição aérea, isto é, evitar que as aeronaves da Federação Russa se possam aproximar suficientemente da frente de batalha", afirma Arnaut Moreira.



As manobras terrestres ucranianas podem passar a ser acompanhadas pelo apoio aéreo "na preparação através de bombardeamento dos pontos de penetração" dos seus militares, impedindo as forças russas de reagir nesse local.



Isto não terá acontecido na contraofensiva das tropas de Kyiv no segundo semestre deste ano, marcadas pelo atraso no fornecimento de equipamentos modernos ocidentais e pela lentidão no seu avanço face a linhas inimigas altamente defendidas.



Este é, de resto, o sinal já evidente da evolução do conflito na Ucrânia, que passa por uma inversão de posições, com russos a assumir a iniciativa na província de Donetsk, no leste do país, e as forças ucranianas a prepararem-se para uma estratégia defensiva.




O ano na Ucrânia termina com uma conquista da Rússia, na segunda-feira, da localidade de Marinka, uma vila em Donetsk que tinha apenas nove habitantes, mas que, segundo Arnaut Moreira, era alvo desde início do levantamento no Donbass em 2014, e progredido apenas três quilómetros e meio desde então e à custa de milhares de baixas.



"Parece uma conquista extraordinária mas não é. Marinka é um bom nome para o caderno eleitoral de Vladimir Putin [Presidente russo], mas é uma coisa que já não existe, apenas se conseguiu afastar as linhas ucranianas um pouco da cidade de Donetsk", afirma.



O ano termina igualmente com o naufrágio do navio de desembarque "Novocherkassk" na Crimeia, a coroar o principal sucesso da Ucrânia em 2023 ao afastar a frota russa do Mar Negro das suas costas e abrir um corredor comercial para as exportações dos seus portos.



De acordo com o Estado-Maior do exército ucraniano, o "Novocherkassk" tornou-se no 24.º navio no Mar Negro alvejado pelas forças ucranianas, que não dispõem de uma marinha clássica.



Este número inclui um submarino, atingido por um ataque de mísseis em Sebastopol em setembro, o cruzador e navio-almirante do Mar Negro "Moskva", afundado em abril de 2022, e os grandes navios de desembarque "Saratov", "Olenegorski Gorniak" e "Minsk".



Segundo Oleksi Danilov, secretário do Conselho de Segurança Nacional, que falou à edição ucraniana da "Voz da América", as perdas russas ascendem a 20% da sua frota.



Em retaliação, a Rússia lançou na sexta-feira 122 mísseis e dezenas de 'drones' contra alvos ucranianos - incluindo uma maternidade, edifícios de apartamentos e escolas - matando e ferindo dezenas de civis e um número desconhecido de pessoas soterradas, durante o ataque de aproximadamente 18 horas.



Kyiv tem apelado aos aliados para fornecerem mais defesas aéreas para se proteger contra ataques como o de sexta-feira, numa altura em que os sinais de cansaço da guerra pressionam os esforços ocidentais para manter o apoio a Kyiv.



Um pacote europeu de 50 mil milhões de euros até 2027 está a ser bloqueado pela Hungria, que piorou as perspetivas da Ucrânia para o começo de 2024, quando do outro lado do Atlântico, nos Estados Unidos, o apoio de Washington se mantém num impasse.



O Congresso dos Estados Unidos está a debater um novo pacote de ajuda militar de cerca de 56 mil milhões de euros, mas a oposição republicana tem levantado objeções, com alguns congressistas a preferirem um investimento na segurança na fronteira com o México.


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Rússia bombardeia Kharkiv. Cidade ucraniana "alvo de ataque maciço"


A cidade de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, foi hoje bombardeada por mísseis russos, disse o presidente do município, Ihor Terekhov.


Rússia bombardeia Kharkiv. Cidade ucraniana alvo de ataque maciço






"Kharkiv está a ser alvo de um ataque maciço de mísseis. É muito perigoso sair dos abrigos", avisou o responsável na plataforma de mensagens Telegram.



O ataque a Kharkiv ocorre pouco depois de se terem ouvido pelo menos uma dezena de fortes explosões em Kyiv e de terem caído destroços de drones abatidos, depois de ter sido emitido um alerta aéreo entretanto estendido a todo o país.



De acordo com a força aérea ucraniana, o alerta foi acionado após a deteção do lançamento de mísseis de cruzeiro a partir de 16 bombardeiros estratégicos russos.



O presidente da câmara de Kyiv, Vitali Klitschko, avisou a população que as defesas antiaéreas da capital continuam ativas e pediu que permanecesse nos abrigos até ao fim do alerta.



Klitschko disse ainda que pelo menos três pessoas ficaram feridas num ataque a Kyiv. Estes terão sido transferidos para o hospital, onde estão a receber tratamento médico, notou o responsável, confirmando incêndios em várias partes da capital, incluindo num supermercado.




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Pelo menos 10 explosões ouvidas em Kyiv


Pelo menos uma dezena de explosões foram ouvidas hoje de manhã em Kyiv, de acordo com jornalistas da agência de notícias France-Presse (AFP).

Pelo menos 10 explosões ouvidas em Kyiv



As explosões abalaram edifícios no centro da capital ucraniana. A administração militar de Kyiv afirmou que fragmentos dos mísseis abatidos tinham caído em vários bairros, incluindo em zonas residenciais.


Antes, o exército ucraniano tinha emitido alertas aéreos no país e advertiu para a ameaça de lançamento de mísseis russos.


"Perigo de mísseis nas zonas onde os alertas aéreos estão em vigor! Ameaça de lançamento de mísseis de cruzeiro a partir de aviões Tu-95MS.

Um total de 16 bombardeiros estratégicos Tu-95MS estão no ar", afirmou a força aérea ucraniana na plataforma de mensagens Telegram.


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Rússia denuncia ataques em duas regiões fronteiriças e na Crimeia


As forças ucranianas atacaram durante a noite as regiões fronteiriças russas de Belgorod e Kursk, e também lançaram um míssil sobre a península anexada da Crimeia, que foi abatido pelas defesas antiaéreas da Rússia, segundo as autoridades locais.


Rússia denuncia ataques em duas regiões fronteiriças e na Crimeia



De acordo com o governador local, Mikhail Razvozzhaev, em Sebastopol, o míssil foi intercetado sem causar danos à infraestrutura do porto da Crimeia.


No entanto, em Belgorod foram relatados danos materiais devido aos ataques ucranianos, que foram retomados na terça-feira e continuaram hoje de manhã, segundo o chefe regional russo, Vyacheslav Gladkov.


Gradkov pediu aos residentes da capital regional que não saíssem às ruas e permanecessem em abrigos antiaéreos.


"A situação em Belgorod continua tensa. De manhã houve dois ataques", escreveu o responsável no Telegram.


O Ministério da Defesa russo informou ainda hoje de manhã que destruiu 12 mísseis ucranianos sobre a região de Belgorod.


Também na região fronteiriça de Kursk, um ataque aéreo proveniente de Kiev danificou hoje uma subestação elétrica e causou cortes de energia em várias cidades da região, segundo o governador Román Starovoit.


Um ataque ucraniano contra Belgorod, em 30 de dezembro, causou pelo menos 25 mortos e mais de uma centena de feridos.


O presidente russo, Vladimir Putin, alertou esta semana que o bombardeamento a Belgorod não ficaria sem resposta.


Na terça-feira, a Rússia atacou a capital ucraniana, Kiev, e o nordeste do país com dezenas de mísseis e drones que tinham como alvo empresas militares e armazéns com armas ocidentais.


A Ucrânia informou que estes bombardeamentos causaram pelo menos quatro mortos e mais de 90 feridos.




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Região de Belgorod propõe retirada de residentes face a bombardeamentos


As autoridades da região russa de Belgrorod, na fronteira com a Ucrânia e alvo de intensos bombardeamentos ucranianos, ofereceram hoje aos habitantes a possibilidade de se retirarem e recomendou que protejam as suas janelas.

Região de Belgorod propõe retirada de residentes face a bombardeamentos



Esta região e a sua capital de 300 mil habitantes têm sido alvo quase diariamente de fogo ucraniano desde o final de dezembro. Um ataque de escala sem precedentes deixou 25 mortos e mais de uma centena de feridos no sábado.


"A partir de hoje, estamos prontos para transportá-lo para Stary Oskol e Gubkin (localidades mais distantes da fronteira), onde estará em condições muito confortáveis, em quartos aconchegantes e seguros", propôs aos residentes através da rede Telegram o governador regional.


Vyacheslav Gladkov descreveu a situação na cidade como difícil: "Desde esta manhã, estou nas ruas que foram danificadas durante a noite como resultado do bombardeamento de áreas residenciais pacíficas em Belgorod".


O Kremlin, desde que lançou a sua ofensiva contra a Ucrânia em fevereiro de 2022, garantiu sempre que o conflito não afetaria a vida quotidiana e a segurança dos russos.


No entanto, face ao recomeço dos bombardeamentos massivos de cidades ucranianas por parte das forças de Moscovo, a Ucrânia intensificou os ataques em território russo, visando em particular Belgorod, onde as autoridades já decidiram esta semana adiar o início do ano letivo de 09 para 19 de janeiro.


"As equipas de resgate do Ministério de Situações de Emergência recomendam tapar as janelas com fita adesiva. Esta é uma boa forma de se proteger da onda [de choque] da explosão: o vidro não se quebra em pequenos cacos", aconselhou Gladkov.


O texto vem acompanhado de uma infografia que mostra três métodos de colocação de fita adesiva nas janelas para que as peças fiquem unidas em caso de explosão.


Cacos de vidro lançados em caso de explosão podem ferir e matar. Na Ucrânia, os civis foram aconselhados a proteger as suas janelas desde o início da ofensiva russa.


O governador da região de Belgorod também divulgou hoje fotos dos danos observados nos ataques da última noite, mostrando muitas janelas quebradas numa torre residencial, carros capotados, carbonizados ou estilhaçados.


A Rússia e a Ucrânia têm estado envolvidas numa escalada de bombardeamentos desde o final de dezembro.


Em 29 de dezembro, a Rússia realizou ataques massivos em várias cidades ucranianas que deixaram 55 mortos. No dia seguinte, bombardeamentos das forças de Kiev provocaram 25 mortos em Belgorod.


Moscovo respondeu com cerca de cem mísseis em 02 de janeiro, matando seis pessoas, enquanto a Ucrânia lançou uma grande quantidade de dispositivos na direção de Belgorod e da Crimeia anexada.



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Rússia retira cerca de 300 pessoas de Belgorod


A Rússia anunciou hoje que retirou cerca de 300 residentes de Belgorod, pela primeira vez em quase dois anos de conflito com a Ucrânia, quando a cidade está a sofrer com a intensificação dos ataques das forças de Kyiv.

Rússia retira cerca de 300 pessoas de Belgorod






"Cerca de 300 residentes de Belgorod, que decidiram ser retirados temporariamente, estão agora alojados em centros de acolhimento em Stary Oskol, Gubkin e no distrito de Korotchansky", mais longe da fronteira com a Ucrânia, disse o governador regional, Vyacheslav Gladkov, num vídeo publicado na rede social Telegram.


Na sexta-feira, Gladkov propôs aos residentes que saíssem da cidade de Belgorod, cidade na fronteira com a Ucrânia, alvo da intensificação dos bombardeamentos ucranianos.


Esta medida sem precedentes para uma grande cidade da Rússia contradiz as afirmações do Kremlin sobre a guerra, que tem dito que o conflito não está a afetar diretamente a vida quotidiana e a segurança dos russos.


Esta imagem, no entanto, foi posta em causa no fim de dezembro, quando 25 pessoas perderam a vida em Belgorod num ataque ucraniano, o número mais alto de civis mortos em solo russo desde o início da ofensiva militar de Moscovo na Ucrânia, que teve início em 24 de fevereiro de 2022.


O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou aos seus cidadãos que iria "intensificar" os ataques contra a Ucrânia, cerca de dois meses antes das eleições presidenciais na Rússia.


Gladkov afirmou hoje que nas últimas 24 horas, as autoridades regionais também "receberam 1.300 pedidos para enviar crianças de Belgorod para campos escolares fora da cidade, noutras regiões".


O responsável garantiu ter contactado os seus homólogos das regiões de Voronezh, Kaluga, Tambov e Yaroslavl para ajudar as autoridades regionais. Gladkov, no entanto, não indicou se outras saídas voluntárias de adultos estavam em andamento ou planeadas para breve.


Hoje, o Ministério da Defesa russo afirmou ter "intercetado" às 07:00, no horário local (04:00 em Lisboa) um míssil aéreo ucraniano S-200 "acima da região de Belgorod".


Neste contexto, a Câmara Municipal de Belgorod já tinha apelado na sexta-feira, pela primeira vez em dois anos, aos residentes para que protegessem as suas janelas de possíveis estilhaços de vidro devido aos ataques ucranianos.


Num sinal de preocupação crescente nesta área, as autoridades regionais também anunciaram o adiamento do início do ano letivo escolar em Belgorod e arredores para o período entre 09 e 19 de janeiro.



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Habitantes de Belgorod deixam a cidade russa devido a bombardeamentos


Os primeiros residentes de Belgorod, capital da região russa com o mesmo nome, foram transferidos para lugares mais seguros, devido a constantes ataques ucranianos à cidade, disseram hoje autoridades locais.


Habitantes de Belgorod deixam a cidade russa devido a bombardeamentos



Um primeiro grupo de 100 pessoas foi transferido para distritos mais afastados da fronteira ucraniana, com a qual Belgorod partilha mais de 500 quilómetros.


A decisão foi tomada pelo governador, Vyacheslav Gladkov, depois de 25 pessoas terem sido mortas e mais de cem feridas num ataque ucraniano em 30 de dezembro.


Gladkov, que voltou a denunciar hoje na rede social russa Telegram mais de uma dúzia de ataques de artilharia inimiga nas últimas 24 horas, estimou que 69 cidadãos de Belgorod ainda estão hospitalizados.


Algumas famílias também se instalaram temporariamente na região de Voronezh, confirmou o governador, Alexandr Gusev.


Devido aos ataques, as autoridades decidiram prolongar até 19 de janeiro as férias de Natal das crianças em idade escolar, que deveriam terminar em 09 de janeiro, e estão a considerar a possibilidade de enviar residentes para campos de crianças em outras regiões.


Pela mesma razão, o conselho municipal anunciou o cancelamento dos serviços religiosos em todas as igrejas de Belgorod, onde, tal como no resto da Rússia, o Natal ortodoxo é hoje celebrado.



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Mulheres de soldados russos em protesto exigem regresso dos maridos


Cerca de quinze mulheres de soldados russos a combater na Ucrânia exigiram hoje o regresso dos maridos, depositando flores no túmulo do soldado desconhecido, junto ao muro do Kremlin, na Rússia, como constatou no local a agência AFP.


Mulheres de soldados russos em protesto exigem regresso dos maridos



Segundo a agência francesa de notícias, o protesto "simbólico" resulta da contestação crescente dos familiares dos reservistas mobilizados por ordem de Vladimir Putin, em setembro de 2022.


A ação realizou-se apesar do frio que se faz sentir em Moscovo, envolvendo cerca de 15 pessoas que depositaram flores vermelhas no monumento, ação sem interferência policial, apesar deste tipo de iniciativas ser habitualmente reprimido de forma severa na Rússia.


"Queremos chamar a atenção das autoridades e do público para o nosso apelo. Tentámos várias formas. Apelámos por escrito aos deputados, funcionários e departamentos governamentais, mas não fomos ouvidas", declarou à AFP Maria, uma gestora de vendas de 47 anos.


O marido foi mobilizado em novembro de 2022, há mais de um ano. "Não é justo. Eles são civis, não são soldados", disse, acrescentando: "Os nossos homens não podem ficar lá tanto tempo".


Maria Semionova, assistente jurídica, apelou às autoridades para "negociarem a paz" na Ucrânia, após dois anos de conflito.


Paulina, mãe de uma criança de um ano, salientou que a sua participação na iniciativa é "a única ação pacífica que ainda não foi proibida por lei".


"Tenho a impressão de que os estamos a incomodar. Mas ninguém vai ficar calado. Vamos sair todos os dias, todos os sábados, vamos depositar flores" para chamar a atenção para a situação", destacou.


De acordo com a AFP, o ativismo das mulheres dos soldados russos mobilizados para o conflito na Ucrânia tem sido largamente ignorado pelos meios de comunicação social estatais russos, numa altura em que o Kremlin está empenhado em projetar uma imagem de unidade em torno de Vladimir Putin antes da sua inevitável reeleição nas eleições presidenciais de março de 2024.




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Pelo menos 4 mortos em nova vaga de ataques russos a cidades ucranianas


Pelo menos quatro pessoas morreram e cerca de 40 ficaram feridas na sequência de uma nova vaga de ataques aéreos lançados nas últimas horas pelas forças russas contra várias cidades ucranianas, informaram as autoridades da Ucrânia.


Pelo menos 4 mortos em nova vaga de ataques russos a cidades ucranianas



O gabinete do Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, especificou que os ataques afetaram as regiões de Kharkiv, Dnipropetrovsk, Zaporijia e Khmelnytskyy.


Segundo a polícia nacional ucraniana, pelo menos uma pessoa morreu e outras 28 ficaram feridas nas cidades de Krivoi Rog e Novomoskovsk, na região de Dnipropetrovsk.


Em Zaporijia, outras cinco pessoas ficaram feridas e ocorreram danos em infraestruturas civis.


Os ataques russos na região de Khmelnitsky deixaram dois mortos, enquanto em cidades da região de Kharkiv, como Zmiv, foram registados pelo menos uma vítima mortal e seis feridos, segundo a agência de notícias ucraniana Ukrinform.


O comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia, general Valerii Zaluzhnyi, destacou que as defesas aéreas conseguiram abater cerca de oito 'drones' (aeronaves não tripuladas) e 18 mísseis de cruzeiro ao longo da manhã de hoje.


O Governo da Ucrânia condenou esta nova vaga de bombardeamentos e sublinhou que a Rússia pagará por cada uma das pessoas que matou ou feriu nesta guerra, que irá completar dois anos dentro de pouco mais de um mês.


"Os terroristas russos lançaram ataques com mísseis contra a Ucrânia. Usaram mísseis de cruzeiro e 'drones' contra Zaporijia, Novomoskovsk, Kryvyi Rih e a região de Kharkiv. Há mortes e feridos. As equipas de resgate estão a trabalhar no terreno a remover destroços e a ajudar as vítimas", disse o primeiro-ministro ucraniano, Denis Shmyhal, na rede social Telegram.


"As minhas mais profundas condolências a todos aqueles que perderam familiares e entes queridos. A Rússia será responsável por cada ato terrorista, por cada vida ceifada ou mutilada. Estamos a fazer tudo o que está ao nosso alcance", sublinhou Shmyhal.



Por seu lado, o Ministério da Defesa russo reconheceu que as suas Forças Armadas realizaram "um ataque coletivo" contra "instalações do complexo militar-industrial ucraniano", sublinhando que há centenas de soldados ucranianos mortos.


Segundo um comunicado do Ministério da Defesa russo, só nas últimas 24 horas, as forças russas mataram ou feriram mais de 250 soldados ucranianos em Donetsk, outros 60 em Kiev, mais 340 na linha da frente entre Kupiansk e Liman, e outros 170 em Zaporijia.




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Pelo menos 13 feridos em ataque russo a hotel em Kharkiv


Dois mísseis russos atingiram um hotel em Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, na quarta-feira à noite, ferindo 13 pessoas, incluindo dois jornalistas estrangeiros, anunciaram hoje as autoridades ucranianas.

Pelo menos 13 feridos em ataque russo a hotel em Kharkiv



"Treze pessoas ficaram feridas. Entre elas, dois jornalistas da imprensa turca: um cidadão turco e um cidadão georgiano", disse a Procuradoria-Geral da Ucrânia na plataforma de mensagens Telegram.


Dez pessoas estão hospitalizadas, disse o Ministério Público ucraniano.


Os serviços de emergência confirmaram a existência de 13 feridos e a retirada de 19 pessoas, também no Telegram, onde publicaram um vídeo das operações de resgate, mostrando um pequeno edifício com janelas quebradas.


De madrugada, o autarca de Kharkiv garantiu, no Telegram, que um dos feridos estava "em estado muito grave".


Vários outros edifícios, incluindo dois prédios residenciais, bem como automóveis, também foram danificados pelo ataque russo, disse Igor Terekhov.


Já o governador da região de Kharkiv disse que dois mísseis russos S-300 atingiram o hotel, localizado no distrito de Kyivskyi e onde se encontravam 30 civis, por volta das 22:30 (20:30 em Lisboa).


Oleg Synegoubov notou que o ferido mais grave foi um homem de 35 anos, enquanto os outros feridos são três homens de 31 a 38 anos e sete mulheres de 23 a 71 anos.


Localizada a cerca de 30 quilómetros da fronteira com a Rússia, Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia, é regularmente alvo de bombardeamentos.


Por seu lado, o Ministério da Defesa russo afirmou durante a noite ter destruído quatro drones ucranianos sobre as regiões de Tula, Kaluga e Rostov.


As autoridades regionais de Voronezh, no oeste da Rússia, também indicaram que um drone ucraniano atingiu "o telhado de um edifício não residencial", sem causar feridos.



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Forças ucranianas travam mais de 40 ataques russos em Donetsk


A Rússia continua na ofensiva em sete diferentes frentes na Ucrânia e as tropas de Kiev travaram mais de 40 ataques russos na região de Donetsk (leste) na quinta-feira, declararam hoje as forças armadas ucranianas num comunicado.


Forças ucranianas travam mais de 40 ataques russos em Donetsk



A frente mais ativa estava a ser, mais uma vez, em Avdivka, na região de Donetsk. As tropas ucranianas que defendiam a cidade frustraram um total de 27 ataques russos.


"Os soldados ucranianos mantêm as suas posições e infligiram baixas massivas aos invasores", referiu a nota dos militares de Kyiv.


A Ucrânia também afirma ter repelido 13 ataques na cidade de Marinka, também na região de Donetsk.


Kyiv abandonou a iniciativa na guerra, no outono, depois da sua contraofensiva terrestre no verão não ter alcançado o progresso esperado.


Nesse momento, a Rússia ataca em quase todas as frentes e a Ucrânia ficou na defensiva para evitar que os russos tomem mais território.


A superioridade numérica de soldados, artilharia, 'drones' e munições oferece a Moscovo uma vantagem nesta fase do conflito. Os ucranianos temem ficar sem as armas que necessitam para travar a guerra, diante das dificuldades nos Estados Unidos na Europa em obterem aprovação para o envio de nova ajuda a Kyiv.




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