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Família de Mónica Silva não baixa os braços
Filhos da mulher desaparecida há mais de três meses seguem de perto todos os trabalhos.
Da esperança à desilusão. São estes os sentimentos que acompanham as diligências que visam encontrar o corpo de Mónica Silva. Ainda assim, a família promete continuar a lutar todos os dias para encontrar o corpo da mulher, de 33 anos, desaparecida há mais de três meses, na Murtosa. A família segue as pistas possíveis e acompanha de perto todas as diligências. Mesmo que isso implique desilusão, não baixa os braços e promete não desistir de realizar um funeral a Mónica Silva.
Diário da Investigação
Os filhos de Mónica
Mais uma vez, dois menores de 11 e 14 anos, os filhos de Mónica, viveram momentos de angústia. Também eles acreditaram que o corpo da mãe poderia ser encontrado. Seguem de perto todos os trabalhos. Através das redes sociais ou da televisão, os jovens não conseguem desligar-se do caso que emociona o País. Querem que seja feita justiça, mas, acima de tudo, querem ter um local onde chorar a perda traumática.
Lago na serra é local suspeito
A suspeita mais forte no caso de Mónica Silva recai num lago, na serra de Canelas, Gaia. Ainda não foi descartada, visto que não foram realizadas diligências no local. Os moradores admitem que o corpo pode ter sido atirado para o fundo do lago, muito próximo da casa onde o principal suspeito está agora em prisão domiciliária.
Correio da Manhã
Filhos da mulher desaparecida há mais de três meses seguem de perto todos os trabalhos.

Da esperança à desilusão. São estes os sentimentos que acompanham as diligências que visam encontrar o corpo de Mónica Silva. Ainda assim, a família promete continuar a lutar todos os dias para encontrar o corpo da mulher, de 33 anos, desaparecida há mais de três meses, na Murtosa. A família segue as pistas possíveis e acompanha de perto todas as diligências. Mesmo que isso implique desilusão, não baixa os braços e promete não desistir de realizar um funeral a Mónica Silva.
Diário da Investigação
Os filhos de Mónica
Mais uma vez, dois menores de 11 e 14 anos, os filhos de Mónica, viveram momentos de angústia. Também eles acreditaram que o corpo da mãe poderia ser encontrado. Seguem de perto todos os trabalhos. Através das redes sociais ou da televisão, os jovens não conseguem desligar-se do caso que emociona o País. Querem que seja feita justiça, mas, acima de tudo, querem ter um local onde chorar a perda traumática.
Lago na serra é local suspeito
A suspeita mais forte no caso de Mónica Silva recai num lago, na serra de Canelas, Gaia. Ainda não foi descartada, visto que não foram realizadas diligências no local. Os moradores admitem que o corpo pode ter sido atirado para o fundo do lago, muito próximo da casa onde o principal suspeito está agora em prisão domiciliária.
Correio da Manhã