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Sobe para mais de 642 mil o total de afetados pelas cheias em Moçambique
Face ao balanço anterior, fechado oito horas antes, o número de pessoas afetadas aumentou em cerca de 35 mil.
Pelo menos 642.122 pessoas foram afetadas desde 7 de janeiro pelas cheias em Moçambique, registando-se ainda 12 mortos, segundo dados provisórios do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD).
De acordo com a base de dados do INGD, a que a Lusa teve acesso, com dados até às 15:50 (13:50 de Lisboa) de hoje, as cheias que se registam em vários pontos do país afetaram o equivalente a 139.708 famílias, com registo de 2.879 casas parcialmente destruídas, 757 totalmente destruídas e 71.560 inundadas.
Face ao balanço anterior, fechado oito horas antes, o número de pessoas afetadas aumentou em cerca de 35 mil.
Os dados do INGD referem ainda 45 feridos e quatro desaparecidos na sequência destas cheias em cerca de 15 dias, numa altura em que centenas de famílias continuam sitiadas, a aguardar resgate, sobretudo no sul de Moçambique.
Desde o início da época das chuvas, em outubro, incluindo as últimas duas semanas de cheias, já morreram 125 pessoas em Moçambique e 774.828 pessoas foram afetadas, segundo os dados do INGD.
Até 16 de janeiro era referido o total de 103 óbitos e 173 mil pessoas afetadas desde o início da época das chuvas em Moçambique (que vai de outubro a abril), avançou nesse dia o Governo, decretando de seguida o alerta vermelho nacional.
Segundo os dados de hoje, estão atualmente ativos 91 centros de acomodação, com 94.917 pessoas, incluindo 19.254 que tiveram de ser resgatadas. Na nova atualização, contabiliza-se que foram afetadas, desde 07 de janeiro, 203 unidades sanitárias e 155 escolas, três pontes e 1.321 quilómetros de estrada.
No registo do INGD aponta-se ainda para 181.005 hectares de área agrícola afetados, atingindo a atividade de 126.287 agricultores, além da morte de 58.621 cabeças de gado, entre bovinos, caprinos e aves.
Hoje prosseguem ações e tentativas de resgate de centenas de famílias que continuam sitiadas pelas cheias, algumas refugiadas em telhados de casas, sobretudo em Maputo e Gaza, sul de Moçambique, resultado das fortes chuvas, quase ininterruptas desde há vários dias, e que têm levado as barragens, incluindo dos países vizinhos, a realizarem fortes descargas, por falta de capacidade.
Estão envolvidos nestas operações, condicionadas pelo estado do tempo, mais de uma dezena de meios aéreos, incluindo da África do Sul, bem como embarcações privadas e da Marinha de Guerra.
Em Maputo, as estradas Nacional 1, para norte, e Nacional 2, para sul, continuam intransitáveis, devido à subida das águas.
Correio da Manhã
Face ao balanço anterior, fechado oito horas antes, o número de pessoas afetadas aumentou em cerca de 35 mil.
Pelo menos 642.122 pessoas foram afetadas desde 7 de janeiro pelas cheias em Moçambique, registando-se ainda 12 mortos, segundo dados provisórios do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD).
De acordo com a base de dados do INGD, a que a Lusa teve acesso, com dados até às 15:50 (13:50 de Lisboa) de hoje, as cheias que se registam em vários pontos do país afetaram o equivalente a 139.708 famílias, com registo de 2.879 casas parcialmente destruídas, 757 totalmente destruídas e 71.560 inundadas.
Face ao balanço anterior, fechado oito horas antes, o número de pessoas afetadas aumentou em cerca de 35 mil.
Os dados do INGD referem ainda 45 feridos e quatro desaparecidos na sequência destas cheias em cerca de 15 dias, numa altura em que centenas de famílias continuam sitiadas, a aguardar resgate, sobretudo no sul de Moçambique.
Desde o início da época das chuvas, em outubro, incluindo as últimas duas semanas de cheias, já morreram 125 pessoas em Moçambique e 774.828 pessoas foram afetadas, segundo os dados do INGD.
Até 16 de janeiro era referido o total de 103 óbitos e 173 mil pessoas afetadas desde o início da época das chuvas em Moçambique (que vai de outubro a abril), avançou nesse dia o Governo, decretando de seguida o alerta vermelho nacional.
Segundo os dados de hoje, estão atualmente ativos 91 centros de acomodação, com 94.917 pessoas, incluindo 19.254 que tiveram de ser resgatadas. Na nova atualização, contabiliza-se que foram afetadas, desde 07 de janeiro, 203 unidades sanitárias e 155 escolas, três pontes e 1.321 quilómetros de estrada.
No registo do INGD aponta-se ainda para 181.005 hectares de área agrícola afetados, atingindo a atividade de 126.287 agricultores, além da morte de 58.621 cabeças de gado, entre bovinos, caprinos e aves.
Hoje prosseguem ações e tentativas de resgate de centenas de famílias que continuam sitiadas pelas cheias, algumas refugiadas em telhados de casas, sobretudo em Maputo e Gaza, sul de Moçambique, resultado das fortes chuvas, quase ininterruptas desde há vários dias, e que têm levado as barragens, incluindo dos países vizinhos, a realizarem fortes descargas, por falta de capacidade.
Estão envolvidos nestas operações, condicionadas pelo estado do tempo, mais de uma dezena de meios aéreos, incluindo da África do Sul, bem como embarcações privadas e da Marinha de Guerra.
Em Maputo, as estradas Nacional 1, para norte, e Nacional 2, para sul, continuam intransitáveis, devido à subida das águas.
Correio da Manhã
