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"Os sintomas mudaram porque, a partir de 2022, só existem casos de variante Ómicron - todas as outras desapareceram. E esta é uma estirpe mais associada com o sistema respiratório superior, ou seja, desce menos para os pulmões e fica mais no nariz, na faringe. Por isso, é uma variante mais transmissível", começa por explicar o virologista José Eduardo Levi, da Rede Dasa, ao jornal Metrópoles.
O especialista diz que a Ómicron tem uma taxa de mortalidade menor, mas ainda significativa, e, por isso, reforça a importância da vacinação. "Quando o coronavírus entra em contato conosco, temos uma reação imunológica pronta. Infelizmente, ela ainda não é capaz de evitar a infeção, porque o vírus vai sofrendo mutações", lamenta.
Segundo o virologista, os sintomas mais comuns continuam a ser parecidos com os de uma gripe ou constipação. Febre baixa ou calafrios, tosse seca e persistente, cansaço, dor de garganta, diarreia e náuseas estão entre os mais comuns. A única forma de diferenciá-los é realizando um teste nos primeiros três a cinco dias desde o início dos sintomas.
Os doentes que testem positivo devem fazer um isolamento de 10 dias. Já pessoas com teste positivo, mas sem sintomas, devem permanecer isolados durante um período de cinco dias.
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