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Notícias Idoso vivo antes de chegar a banco? As novas imagens (e o que se sabe)

Lordelo

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O caso de Erika Nunes, que foi detida após levar o cadáver do tio até um banco numa tentativa de conseguir um empréstimo de 17 mil reais, está a chocar o Brasil e a comunidade internacional.





Depois de o vídeo que mostra a mulher a tentar ‘sacar’ esta quantia do banco viralizar nas redes sociais, surgiram nas horas seguintes mais imagens, gravadas em Bangu, Rio de Janeiro. Um destes vídeos mostra o homem, que tinha 68 anos, a ser levado pela suspeita, sua familiar, até uma unidade de cuidados médicos. As imagens terão sido registadas no dia anterior à morte do homem.


Um outro vídeo, captado pelas câmaras de vigilância, mostra os momentos antes de a mulher chegar à sucursal, onde se pode ver que tem a mesma roupa vestida, assim como a indicação do dia da morte, 16 de abril.


Quando morreu o homem?


Nas redes sociais há quem aponte que não se sabe bem se nos momentos antes de entrar na sucursal, o homem estava vivo ou morto. Segundo a autópsia, citada pelo UOL, não existem “elementos seguros” para garantir se o homem morreu “no trajeto ou no interior” da agência bancária, ou se, por outro lado, a sobrinha já levou o homem morto.


Segundo o que refere ainda o documento, o homem poderá ter morrido até sete horas antes das gravações que o mostram no interior do banco. Recorde-se que a situação aconteceu por volta das 14 horas, tendo os médicos sido acionados às 15 horas.


Ainda de acordo com a perícia foram identificados no idoso sinais de aspiração, congestão pulmonar e falência cardíaca. Há ainda no entanto algumas conclusões para tirar, que dependem de resultados toxilógicos.


De acordo com a Folha de S. Paulo, a suspeita disse às autoridades que o idoso queria o valor do empréstimo para comprar uma televisão, assim como fazer obras.


As imagens do dia anterior


O homem foi ainda visto junto a uma unidade hospitalar em Bangu, e, segundo o perito responsável pelos exames pós-morte, o paciente esteve lá internado de 8 a 15 de abril, com diagnóstico de “pneumonia não especificada”. No dia em que teve alta, o paciente estava com taquicardia, com "frequência cardíaca de 97 batimentos por minuto, saturação de oxigénio no sangue periférico de 95%, com dificuldade para deglutir e disártrico e com dificuldade na fala".


“De forma indireta, o perito não se opõe que o óbito tenha ocorrido entre 11h30h e 14h30h do dia 16/04/2024 […]. Aguardo exames toxicológicos para determinar se houve fator externo contribuindo para a morte com drogas”, lê-se no documento, citado pela imprensa.







Antes de o banco ativar a emergência


A imprensa brasileira dá ainda conta de que o motorista do Uber que levou Erika e Paulo até ao banco explicou que o homem estava vivo no trajeto e que “chegou a segurar na porta do carro”. A polícia ouviu também um jovem que terá ajudado a mulher a colocar o homem no interior do carro, e que também disse que este estava vivo. Também a defesa da mulher diz que este estava vivo.


A mulher, que diz ser sobrinha da vítima - mas que o g1 aponta que pode ser prima, de acordo com o que a polícia pensa -, está acusada de por tentativa de furto mediante fraude e por vilipêndio — ato de fazer com que alguém se sinta humilhado, menosprezado ou ofendido.


“Assim que vi o vídeo, de imediato vi que não tinha como a pessoa não saber que aquele idoso na cadeira de rodas estava morto. Ouvimos a gerente do banco e a mulher que estava com o idoso. Ela disse que ele estava vivo no caminho, quando chegou na agência bancária, e que ela tinha ido sacar o dinheiro a pedido do idoso”, referiu o responsável pela investigação.


“As pessoas do banco acharam que ele estivesse doente, passando mal, e chamaram o Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência]. O médico do Samu, ao chegar no local, constatou que ele estava em óbito. E aparentemente, há algumas horas. Ou seja, ele já chegou morto ao banco”, referiu o responsável, Fábio Luz, citado pelo g1.

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