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Doenças deixam postos da GNR sem militares
Pelo menos 57 militares meteram declaração de doença. GNR enviou-os ao médico e substituiu-os com militares do Ambiente.
Um aparente protesto concertado, esta sexta-feira, nos comandos da GNR de Braga e Setúbal, e numa menor escala na PSP, levou dezenas de polícias a faltar ao trabalho por doença. GNR e PSP protestam desde dia 7 por melhor remuneração.
Na GNR, pelo menos 57 militares (27 no comando de Setúbal e 30 no de Braga) apresentaram declaração formal de doença. Os postos da Margem Sul refizeram escalas e foram chamados militares do Ambiente e Escola Segura. O comandante mandou mesmo os militares doentes ao Centro Clínico da GNR, em Lisboa. Em Braga, a situação mais grave ocorreu no posto de Vila Verde. De um efetivo de 27 elementos, 20 apresentaram declaração de doença.
Fonte oficial do Comando-Geral da GNR confirmou o protesto, assegurando que “não houve comprometimento da missão, com os meios e recursos a serem ajustados”.
No caso da PSP, as ausências de agentes na esquadra de Olhão e no Comando do Porto não foram relacionadas com qualquer protesto e “não comprometeram o trabalho operacional”.
Correio da Manhã

Pelo menos 57 militares meteram declaração de doença. GNR enviou-os ao médico e substituiu-os com militares do Ambiente.
Um aparente protesto concertado, esta sexta-feira, nos comandos da GNR de Braga e Setúbal, e numa menor escala na PSP, levou dezenas de polícias a faltar ao trabalho por doença. GNR e PSP protestam desde dia 7 por melhor remuneração.
Na GNR, pelo menos 57 militares (27 no comando de Setúbal e 30 no de Braga) apresentaram declaração formal de doença. Os postos da Margem Sul refizeram escalas e foram chamados militares do Ambiente e Escola Segura. O comandante mandou mesmo os militares doentes ao Centro Clínico da GNR, em Lisboa. Em Braga, a situação mais grave ocorreu no posto de Vila Verde. De um efetivo de 27 elementos, 20 apresentaram declaração de doença.
Fonte oficial do Comando-Geral da GNR confirmou o protesto, assegurando que “não houve comprometimento da missão, com os meios e recursos a serem ajustados”.
No caso da PSP, as ausências de agentes na esquadra de Olhão e no Comando do Porto não foram relacionadas com qualquer protesto e “não comprometeram o trabalho operacional”.
Correio da Manhã