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Com papas e bolos, se enganam os tolos

kok@s

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Estamos em altura de eleições, promessas não faltam, há aqueles que deixaram o país na situação em que está, enquanto lá estiveram nada fizeram para resolver os problemas, agora veem apressados a prometer tudo aquilo que deveriam ter feito mas não fizeram, tudo isto não passa de uma hipocrisia e vontade desesperada de manter o tacho, na verdade é o que todos procuram é tacho, até aqueles que passam a vida a dormir na assembleia da republica ficam ressabiados quando se apercebem que o partido deixou de contar com eles, quando tal acontece tentam mudar rápidamente de camisola na espectativa de manterem o respectivo tacho.
Vai sendo tempo do povo não se deixar enganar, o único dia em que o povo manda qualquer coisa, é o dia das eleições, deve ir votar e em consciencia do que pretende para o país.
 

kok@s

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PS quer que Estado dê garantia ao crédito para casa a pessoas até 40 anos


O programa eleitoral do PS pretende que o Estado preste uma garantia pública ao financiamento do crédito para habitação própria contraído por pessoas até aos 40 anos que não tenham casa em seu nome.


PS quer que Estado dê garantia ao crédito para casa a pessoas até 40 anos





A medida consta do documento com que os socialistas se apresentam às eleições legislativas antecipadas de 10 de março, intitulado "Plano de Ação para Portugal Inteiro", e que foi hoje apresentado pelo secretário-geral, Pedro Nuno Santos, em Lisboa.



Para apoiar a aquisição de casa própria, o programa do PS prevê que o Estado preste uma "garantia pública ao financiamento bancário nos créditos para aquisição de casa própria de pessoas até aos 40 anos que ainda não tenham nenhuma habitação em seu nome".



Em caso de incumprimento do pagamento do crédito à habitação pelos beneficiários dessa garantia, o devedor pode, contratualizando com o Estado, manter a casa como habitação permanente, mediante o pagamento de uma renda ao Estado, que assumiria a sua posição no crédito, adianta ainda o documento.



O agravamento das mais-valias em imóveis adquiridos e vendidos sem que tenham sido recuperados ou habitados e o aumento da despesa dedutível com arrendamento em sede de IRS em 50 euros por ano até atingir os 800 euros são outras das medidas avançadas pelo PS.



O programa eleitoral socialista prevê ainda a revisão da fórmula de cálculo para atualização de rendas, incluindo a evolução dos salários nos critérios de atualização em anos com inflação superior a 2%.



Dar continuidade ao investimento público na requalificação, alargamento e diversificação do parque público de habitação com vista a atingir no médio prazo os 5% de parque público é outra das metas previstas no documento.


nm
 

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PS promete "negociações imediatas" com forças de segurança


O PS promete no seu programa eleitoral para as legislativas de 10 de março desencadear negociações imediatas com as associações sindicais e profissionais das forças de segurança e proceder à revisão das carreiras dos bombeiros.


PS promete negociações imediatas com forças de segurança





Estas são duas das medidas que fazem parte do capítulo dedicado à segurança do programa eleitoral do PS, intitulado "Plano de ação para Portugal inteiro", e que hoje foi publicamente divulgado.



Face aos protestos dos agentes da PSP e dos militares da GNR, o partido liderado por Pedro Nuno Santos promete "desencadear negociações imediatas com as associações sindicais e profissionais representativas das forças de segurança".



O PS diz-se designadamente disposto a aceitar um "plano concertado de revisão das carreiras com vista à valorização salarial e ao reforço da dignidade da condição policial, em especial para as funções que comportam risco e penosidade, por forma a garantir um tratamento equitativo entre funções e atividades semelhantes".



Após esta alusão à medida tomada pelo executivo de António Costa em relação à Polícia Judiciária e que esteve na origem da contestação dos agentes da PSP e militares da GNR, no programa eleitoral dos socialistas foi também inscrita a intenção de "assegurar condições aos profissionais deslocados, através de apoios ao alojamento e das suas famílias, contemplando um maior equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal e familiar".



Também neste capítulo, constam medidas para os corpos de bombeiros, tendo em vista melhorar a sua atividade.



Além da criação de "um sistema transparente, adequado às necessidades operacionais, implementando mecanismos de controlo eficazes", os socialistas asseguram que, se formarem Governo, irão "proceder à revisão das carreiras de bombeiros".



Um processo de revisão que visa "implementar uma carreira única com desenvolvimento paralelo pela via profissional e pela do voluntariado, promovendo a profissionalização, qualificação e valorização da atividade", lê-se no documento.



Ainda neste domínio, o PS diz pretender "promover a profissionalização dos quadros de comando dos corpos de bombeiros, dando resposta às novas exigências das funções" e, por outro lado, "capacitando estes elementos para as competências e responsabilidades inerentes aos cargos que ocupam".



nm
 

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PS quer evolução dos salários na fórmula de atualização das rendas


O PS quer que a evolução dos salários seja incluída na fórmula de atualização das rendas, anunciou hoje o secretário-geral socialista, que acusou os partidos à direita de proporem baixar impostos como solução para tudo.


PS quer evolução dos salários na fórmula de atualização das rendas



"Nós queremos alterar a forma de atualização das rendas, tem de ter em consideração a evolução dos salários, não pode ser só a inflação. Quando nós temos altas taxas de inflação, tem de entrar na equação quanto é que evoluíram os salários", afirmou.


Pedro Nuno Santos apresentou hoje o programa eleitoral do PS às eleições legislativas de 10 de março, em Lisboa.



O líder socialista prometeu também "uma resposta a sério em matéria de habitação" e indicou que outra proposta passa por "alargar o parque público de habitação não apenas para a população mais carenciada, para a classe média".




"Esse é um grande projeto que nós temos e que nós queremos que seja dada continuidade. Mas, se forem ver os programas da direita, já não está lá, eles não acreditam nele. Falam em aumentar a oferta, a Iniciativa Liberal fala em 250.000 casas em quatro anos, sem explicar bem como, e não fala em habitação pública", criticou.



Pedro Nuno Santos disse também que o PS quer aumentar, ao longo da legislatura, "a dedução com despesas com arrendamento para 800 euros, para que as famílias possam aliviar a despesa".



O PS propõe também no programa eleitoral com que se apresenta às legislativas, que o Estado preste uma garantia pública ao financiamento do crédito para habitação própria contraído por pessoas até aos 40 anos e aumentar o acesso ao programa Porta 65.



Para as famílias em risco de incumprimento de pagar o crédito à habitação, o PS propõe a transferência do imóvel para o Estado e a celebração de um contrato de arredamento "que essa família possa pagar para que essa família não saia da casa, se possa manter, e continuar a ter nessa casa a habitação própria e permanente".



O líder do PS considerou que a habitação é um dos "maiores desafios, um dos maiores problemas" atualmente, e disse que outros partidos atacam o PS, "mas não apresentam soluções que resolvam o problema".



"A direita é monotemática. Fazem de conta que são muito diferentes, mas quando olhamos para os programas, eles têm todos a mesma forma de abordar o tema: benefícios fiscais", assinalou, apontando que o PSD, no tempo em que governou, construiu "zero casas e [teve] zero iniciativas".



Pedro Nuno Santos criticou os partidos à direita por repetirem "a mesma fórmula para tudo" e ironizou: "até para ganharmos o festival da Eurovisão eu acho que eles acham que basta baixar os impostos, e é o que eles acham também sobre a habitação".



O secretário-geral sustentou que o PS, por ter estado no governo desde 2015, sabe "o que funcionou e o que não funcionou, e porque não funcionou", e salientou que "não há balas de prata para resolver o problema da habitação".



Pedro Nuno assinalou que o PS começou por implementar benefícios fiscais, como a "isenção total no IRS e IRC a quem arrendasse a sua casa a preços acessíveis para a classe média", mas "o programa falhou".



"Nós já temos o IVA a 6%, não temos é IVA a 6% para quem constrói apartamentos de um milhão, milhão e meio ou dois milhões de euros, e não vamos ter", assegurou.



O ex-ministro da Habitação indicou igualmente que o PS lançou "o maior plano de investimento público em habitação na história portuguesa", mas salientou que estas medidas demoram a surtir efeito.


Pedro Nuno Santos apontou também críticas ao presidente da Câmara Municipal de Lisboa, o social-democrata Carlos Moedas, defendendo que em política é "importante falar verdade".



"Parece que chegou e num ano e meio construiu 1.400 casas", afirmou o socialista, indicando que o responsável pela construção destas habitações foi o antigo autarca da capital Fernando Medina (PS).



nm
 

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PS quer devolver às famílias mais pobres parte do IVA de bens essenciais


O PS promete devolver às famílias com menores recursos parte do IVA suportado em consumos de bens essenciais e reduzir o IRS para a classe média, através da diminuição das taxas marginais.


PS quer devolver às famílias mais pobres parte do IVA de bens essenciais





Estas são algumas das propostas fiscais do programa eleitoral do PS que foi apresentado hoje numa sessão pública em Lisboa, em que intervêm, além do secretário-geral socialista, Pedro Nuno Santos, o socialista e atual ministro das Finanças, Fernando Medina, e Alexandra Leitão, que coordenou a elaboração do documento.


No documento, os socialistas propõem "devolver em às IRS às famílias com menores rendimentos parte do IVA suportado em consumos de bens essenciais, incluindo às famílias que não pagam IRS", mas sem quantificar a os limites e as proporções das respetivas devoluções.



Além da "redução do IRS para a classe média, dentro da margem orçamental" e "diminuindo as taxas marginais", os socialistas prometem atualizar os limites dos respetivos escalões "de acordo com a taxa de inflação, impedindo que os contribuintes vejam a sua tributação aumentar por este efeito".



O alargamento do IRS Jovem "a todos os jovens, independentemente do nível de escolaridade atingido, por uma questão de justiça e coerência interna à medida", é outra das medidas do programa.



O PS propõe-se também "aumentar a despesa dedutível com arrendamento em Euro50 por ano até atingir os Euro800 em 2028, aliviando as famílias com esta despesa fundamental" e "reduzir em 20% as tributações autónomas sobre viaturas das empresas, diminuindo o nível de tributação sobre a esmagadora maioria" delas.



No campo da energia elétrica, o partido liderado por Pedro Nuno Santos promete aplicar a taxa de 6% aos primeiros 200 kWh de consumo mensal (duplicando os atuais 100 kWh), ou de 300 kWh mensais, no caso das famílias numerosas (duplicando os atuais 150 kWh), considerando ser uma "medida essencial de combate à pobreza energética".



nm
 

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País tem prova "do que é uma maioria e do seu péssimo funcionamento"


Acusando o Executivo do PS de "incompetência" e de "casos nunca explicados", Rui Rocha ressalvou que "a democracia nunca é um problema, é uma solução".


País tem prova do que é uma maioria e do seu péssimo funcionamento




O presidente da Iniciativa Liberal (IL), Rui Rocha, considerou, este sábado, que “os portugueses têm bem a evidência do que é uma maioria absoluta e do seu péssimo funcionamento”, razão pela qual defendeu que “mais do mesmo já não pode ser”.


“Creio que os portugueses têm bem a evidência do que é uma maioria absoluta e do seu péssimo funcionamento; já nem falo da instabilidade que acabou por levar à queda [do primeiro-ministro] António Costa, mas falo de demissões sucessivas no Governo. Uma pessoa que se demitiu foi precisamente o candidato pelo Partido Socialista, Pedro Nuno Santos”, apontou o liberal, à margem da 37.ª reunião do Conselho Nacional da IL.



Acusando o Executivo do PS de “incompetência” e de “casos nunca explicados”, Rui Rocha ressalvou que “a democracia nunca é um problema, é uma solução”, o que poderá passar “por governos minoritários que representem uma visão diferente do país e que possam mudar, porque essa é a palavra certa neste momento”.



“Mais do mesmo já não pode ser”, complementou.


E salientou: “A característica que marca a visão da IL é ter uma visão completamente diferente da dos outros. Todos os outros partidos têm uma visão mais ou menos estadista, de dependência do Estado, e nós dizemos que queremos uma sociedade civil forte, uma iniciativa privada forte, e o que é preciso é libertar as pessoas, libertar as empresas para trazer crescimento económico para o país e começar a resolver problemas fundamentais que dependem muito do crescimento económico. Não estamos no campeonato das promessas de atirar tudo a todos, estamos no campeonato de mostrar aos portugueses como o país pode ser diferente.”



O responsável considerou ainda que, com os debates partidários, a IL pretende veicular que “nem a solução socialista funciona em Portugal e, portanto, temos de mudar de governo, mas também temos de mudar de país”.



“Outras soluções estatistas e que são muitas vezes completamente fundadas na compra de votos, vazias, sem conteúdo útil, também não são a solução para o país”, disse.


De acordo com a agenda desta 37.ª reunião do Conselho Nacional da IL, os conselheiros vão concluir o debate sobre as legislativas de 10 de março e analisar aos resultados das eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores do último domingo.



Nas eleições regionais dos Açores, a IL conseguiu manter um deputado e teve 2,15%, com 2.482 votos.



Logo na noite de domingo, Rui Rocha sublinhou o "crescimento da Iniciativa Liberal em termos de votação em cerca de 25%", o que classificou como um "resultado positivo, de crescimento".



O líder da IL destacou ainda a "derrota da esquerda" nestas eleições regionais e considerou que caberia à coligação vencedora - PSD/CDS/PPM - "definir qual o caminho que pretendia traçar".



Quanto às legislativas, a IL já apresentou o seu programa eleitoral na semana passada, tendo fixado cinco objetivos para a próxima legislatura: crescimento económico com "menos impostos e mais poder de compra, "menos espera, mais escolha" na saúde, "menos facilitismo e mais exigência" na educação, "menos burocracia e mais casas" para resolver o problema da habitação e "menos complexidade e mais celeridade" na justiça.



Em recente entrevista à agência Lusa, Rui Rocha, que voltará a concorrer pelo círculo eleitoral de Braga, traçou o "objetivo ambicioso de crescer mais de 50%" nas legislativas e justificou a escolha para deputados com o "espírito de equipa, competência e capacidade", desvalorizando as saídas do partido que assegura estar unido.



Nessa mesma entrevista, o líder da IL assegurou que o partido está pronto para integrar um executivo, mesmo que seja minoritário com o PSD, mas não afasta um acordo parlamentar, demarcando-se da "posição rígida" de Luís Montenegro de rejeitar formar governo caso perca as eleições.



nm
 

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Montenegro acusa PS de colocar Estado ao seu "serviço" nos últimos anos


O presidente do PSD afirmou hoje que "é preciso recuperar prestígio da política e dos políticos", rejeitando "um Estado ao serviço de um partido", que considerou ter acontecido nos últimos anos em Portugal.


Montenegro acusa PS de colocar Estado ao seu serviço nos últimos anos



Na apresentação do programa eleitoral da AD, Luís Montenegro considerou "fundamental atacar a corrupção e todos os fenómenos que corroem a confiança na democracia e nos políticos".


"Não temos uma cultura de informalidade na governação nem temos a tentação de instrumentalizar o Estado, isso são características de governos do PS", acusou.



Montenegro assegurou que, um eventual Governo PSD/CDS-PP/PPM, irá colocar "o Estado ao serviço das pessoas".


"Rejeitamos o Estado ao serviço de um partido, que foi o que tivemos nos últimos anos em Portugal", criticou.



O presidente do PSD apresentou as linhas gerais do programa eleitoral da AD (coligação que integra também o CDS-PP e o PPM), que foi divulgado no início da sessão, durante quase 50 minutos, numa cerimónia em que apenas discursou Luís Montenegro, que não falou aos jornalistas no final.



Na primeira fila, esteve também o presidente do CDS-PP, Nuno Melo, o vice-presidente do PPM Valdemar Pedro e a antiga presidente da Assembleia da República Assunção Esteves, além de muitos dirigentes do PSD e do CDS-PP, numa sala cheia no piso superior da Gare Marítima de Alcântara.



"Propomos aumentar a exigência de integridade e transparência da governação pública e, obviamente, desenvolver mecanismos de prevenção e punição da corrupção", afirmou Montenegro, acrescentando que a AD tem também como objetivo "disciplinar a atividade do lóbi" e criminalizar o enriquecimento ilícito.



O presidente do PSD insistiu na fórmula a quem tem recorrido para falar de imigração: "Queremos um Portugal acolhedor, integrador, que não estando de portas escancaradas também não está de portas fechadas", reiterando o objetivo de ter uma política pró-ativa dirigida a jovens estudantes estrangeiros e de reunião de famílias.



No programa eleitoral da AD, acrescenta-se que serão materializados "objetivos quantitativos para a imigração, ponderando a dimensão da segurança, priorizando em termos de qualificações".



Na área da segurança, Luís Montenegro reiterou o compromisso já assumido com os polícias da PSP e da GNR, de "ato imediato" após entrada em funções de um eventual Governo que lidere, "abrir um processo de diálogo e negociação para repor a justiça que é legitimamente reclamada" quanto ao suplemento de missão já atribuído à PJ.



"Com a mesma convicção com que afirmei este compromisso, também vos quero dizer que jamais aceitaremos que se coloque em causa a disciplina e a segurança e o esteio do Estado de direito", afirmou.



O líder do PSD assegurou que a AD também não se esquecerá dos bombeiros e profissionais da proteção civil e, para outro setor em protesto, os agricultores, deixou a mensagem de que é "justo reconhecer que o Governo falhou com o mundo rural".



"É preciso desamarrar a vida das pessoas de tanto papel, de tanta exigência e em cima disso de tantos impostos", criticou.



Na sua longa intervenção, Montenegro passou em revista compromissos já conhecidos, como a redução de IRS e IRC, um programa de emergência na saúde nos primeiros 60 dias de Governo ou a devolução integral do tempo de serviço dos professores, de forma faseada ao longo da legislatura, grupo para o qual também prometeu deduções em sede de IRS para as despesas com alojamento dos deslocados.



"Vamos implementar provas de aferição a português, matemática e a uma disciplina rotativa no 4.º e no 6.º ano", disse, considerando que uma maior exigência na escola pública será a melhor forma de garantir "igualdade de oportunidades" a todos os alunos.



A promessa de um acesso "universal e gratuito" às creches e pré-escolar foi também repetida por Montenegro como essencial para garantir, a médio e longo prazo, "uma sociedade justa, próspera e com verdadeira igualdade de oportunidades".



Montenegro comprometeu-se igualmente com o aumento do acesso à habitação, através de medidas do lado da oferta e da procura, bem como a "tirar partido do património imobiliário do Estado".



No ambiente, defendeu ser possível fazer "mais e melhor", protegendo quer os consumidores quer "a competitividade da atividade económica".



Na cultura, Montenegro assumiu o compromisso de "aumentar em 50%" o valor atribuído a este setor no Orçamento do Estado "ao longo dos próximos quatro anos", alargar a oferta do ensino artístico e a criar "um regime jurídico específico, atrativo e atual para o mecenato cultural".



Nem no discurso de Montenegro nem no programa eleitoral da AD se fala de regionalização -- apenas num aprofundamento da descentralização -- e, sobre o novo aeroporto, o documento apenas se compromete que um futuro executivo irá "decidir rapidamente" sobre a sua construção, sendo omisso quanto a preferências por localização.



Sobre o futuro da TAP, no documento de 184 páginas, intitulado "Mudança Segura", apenas se refere uma frase:


"Lançar o processo de privatização do capital social" da empresa.



nm
 

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PSP e GNR? "Governo criou um problema, tem obrigação de o resolver"


A líder do BE salientou que o seu partido luta por todos os "serviços essenciais [que] fazem parte da democracia", incluindo as forças de segurança.


PSP e GNR? Governo criou um problema, tem obrigação de o resolver




A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE), Mariana Mortágua, reiterou, esta quinta-feira, que as forças de segurança “têm toda a razão nas suas reivindicações”, tendo considerado que o Governo foi o responsável por uma diferenciação que, agora, tem a “obrigação” de colmatar.



“Este problema foi criado pelo Governo. As forças policiais têm toda a razão nas suas reivindicações; quer as reivindicações salariais, de condições de trabalho, quer a reivindicação de subsídio de risco. O Governo criou uma diferenciação e ignorou essas reivindicações ao longo de demasiado tempo. E, por isso, o Governo tem a obrigação de responder a estas reivindicações, que são justas”, começou por dizer a bloquista, durante uma visita ao Liceu Camões, em Lisboa.



A líder do BE salientou ainda que o seu partido luta por todos os “serviços essenciais [que] fazem parte da democracia”, incluindo as forças de segurança.



“Lutamos por salários dignos e que correspondam ao trabalho das pessoas das forças de segurança, como lutamos na escola pública, como lutamos no Serviço Nacional de Saúde (SNS), porque todos estes serviços essenciais fazem parte da democracia. O Governo criou um problema, tem obrigação de o resolver”, disse.



Recorde-se que os elementos Polícia de Segurança Pública (PSP) e da Guarda Nacional Republicana (GNR) exigem um suplemento idêntico ao atribuído à Polícia Judiciária, estando há quase quatro semanas em protestos numa iniciativa de um agente da PSP em frente à Assembleia da República, em Lisboa, que depois se alargou a todo o país.



A maioria dos protestos tem sido convocados através das redes sociais, nomeadamente telegram, surgindo nos últimos dias um movimento inorgânico chamado 'movimento inop' que não têm qualquer intervenção dos sindicatos, apesar de existir uma plataforma que congrega sindicatos da PSP e associações da GNR, criada para exigir a revisão dos suplementos remuneratórios nas forças de segurança.



Esta plataforma, que organizou duas manifestações em Lisboa e no Porto e consideradas as maiores de sempre, escreveu no sábado ao primeiro-ministro sobre a "situação limite" dos profissionais que representam, alertando para um eventual "extremar posições" perante a "ausência de resposta" do Governo.



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"Gravosas e intoleráveis". IL critica medidas do PS para os médicos


As medidas "mostram o desespero de Pedro Nuno Santos e do PS face à situação de degradação a que deixaram a que o SNS e as carreiras médicas chegassem", acusou Rui Rocha.


Gravosas e intoleráveis. IL critica medidas do PS para os médicos



O líder da Iniciativa Liberal (IL), Rui Rocha, criticou, esta segunda-feira, duas medidas apresentadas no programa eleitoral do Partido Socialista (PS) em relação aos médicos, considerando serem "gravosas e intoleráveis".


"A primeira é a possibilidade de os médicos, no caso de um dia optarem por fazer a sua carreira profissional no estrangeiro, terem de devolver o custo da sua formação", começou por referir aos jornalistas, após uma reunião com Jorge Roque da Cunha, presidente do Sindicato Independente dos Médicos, em Lisboa.



"A outra é uma espécie de prisão para os médicos que teriam de ficar no SNS [Serviço Nacional de Saúde] um determinado período de tempo também para compensar a formação que obtiveram", acrescentou.




Para o líder liberal, "não é assim que se resolvem as coisas" e as medidas "mostram o desespero de Pedro Nuno Santos e do PS face à situação de degradação a que deixaram a que o SNS e as carreiras médicas chegassem".




Rui Rocha destacou a necessidade de "criar as condições para que haja motivação dos médicos" para fazerem o seu trabalho de "forma digna e com condições".



"O que é preciso fazer é uma coisa muito simples: racionalidade da gestão", considerou, explicando que tal passaria por não "contratar à peça" e "valorizar as carreiras médicas".



Sublinhe-se que o programa eleitoral do PS - um documento de 144 páginas, intitulado ‘Plano de Ação para Portugal Inteiro’ - foi apresentado, no domingo, pelo secretário-geral do partido, Pedro Nuno Santos.




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"Há um país em obras". É preciso "intensificar" trabalho que já "começou"


Socialista notou que "o alargamento do parque público de habitação é um instrumento muito importante".


Há um país em obras. É preciso intensificar trabalho que já começou





O secretário-geral do Partido Socialista (PS), Pedro Nuno Santos, defendeu, esta segunda-feira, que "há um país em obras" e que é preciso "intensificar" um trabalho que já começou na Habitação para "responder às necessidades" da população.



Esta posição foi partilhada em declarações aos jornalistas, durante uma visita aos trabalhos de reabilitação integral do Bairro Vila Verde, no Entroncamento.



Interrogado sobre a visita serve para mostrar "obra feita", Pedro Nuno Santos foi direto: "Para todos percebermos que há um país em obra, a construir, a reabilitar" notou, frisando que em causa está um "bairro devoluto há 20 anos", que agora tem "obras concluídas" e prontas a ser entregues "em março", com um concurso já lançado.



"Mostra que há um país em obras, que está a fazer casas, a reconstruir casas para a nossa população e era isso que eu queria mostrar. Queria mostrar que é um trabalho que começou, que está a começar a dar frutos, que é preciso intensificar", disse.



"É aqui no Entroncamento, como é em Lisboa", ressalvou, apontando ainda que as "casas existem porque houve programas que o Governo lançou".



Interrogado sobre se não dá razão ao presidente do Partido Social Democrata (PSD), Luís Montenegro", uma vez que ambos defendem mais construção, Pedro Nuno Santos atirou: "Por acaso eu não o vi a falar de construção pública. Eu não dou razão nenhuma, quanto muito é o PSD que nos dá razão a nós, porque nós estamos a fazer, o trabalho está a acontecer e nós queremos intensificá-lo".



"Esta é a melhor forma de respondermos às necessidades da nossa população. Construir, reabilitar, aproveitar património publico, isso é o trabalho que estamos a fazer", afirmou.



O socialista notou que esta "não é a única resposta para a Habitação" que o PS quer "dar", mas que "o alargamento do parque público de habitação é um instrumento muito importante".



Para o secretário-geral do PS "este é um bom exemplo de como devemos trabalhar em Portugal": "programas desenhados pela administra central, financiados pela administração central mas todo o trabalho de identificação das necessidades e de execução é das autarquias".



"Não existem balas de prata para resolver o problema da Habitação, mas este é um dos caminhos que nós temos de intensificar", reiterou.



"Nós queremos fazer casas, queremos reabilitar, queremos responder às necessidades do nosso povo, a Direita, quando tem oportunidade de nos acompanhar e apoiar, trava", completou.



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Acordo entre PSD e Chega? "Não é não" e o "problema" fica para Pedro Nuno


Carlos Magno considerou que o "não é não", dito por Luís Montenegro a um eventual acordo com o Chega, ficou claro durante o debate com André Ventura.



Acordo entre PSD e Chega? Não é não e o problema fica para Pedro Nuno



O jornalista Carlos Magno disse, na terça-feira, que o "não é não" - dito pelo presidente do PSD, Luís Montenegro, a um eventual acordo com o Chega - ficou claro durante o debate com André Ventura. Para Carlos Magno sobra agora um "problema" para o secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, "que foi o inventor da tese que Luís Montenegro iria dizer sim".


"Não é não, porque é uma expressão que se introduziu na política portuguesa depois de o Chega ter apoiado o governo PSD dos Açores, ainda no tempo do Rui Rio, e por mais que Montenegro dissesse que não é não, toda a gente dizia que ele estava a brincar e a fingir", afirmou Carlos Magno na rubrica 'Acasos Objetivos', na CNN.



O jornalista referiu que depois de o debate entre o PSD e o Chega "toda a gente ficou convencida que não é mesmo não".



Carlos Magno considerou que "há debates que são inúteis e outros que são fúteis. Alguns são completamente fúteis, embora possam animar as hostes" e deu como exemplo o debate entre Inês Sousa Real, do PAN, e Luís Montenegro.



"Inês Sousa Real apareceu um bocadinho a assumir a posição das mulheres, dizendo que a AD [Aliança Democrática] está a atrapalhar a vida das mulheres. Houve muitas mulheres que disseram que não vale a pena, depois de defender os animais e as plantas, agora que se ponha como defensora das mulheres", disse Carlos Magno.




Para o jornalista, a posição assumida por Inês Sousa Real significa que "isto é um bocadinho todos ao molho e fé em Deus".




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De Ventura "a fazer de conta" a Pedro Nuno "trapalhão". O debate PS/Chega




O secretário-geral do Partido Socialista (PS) e o líder do Chega defrontaram-se num debate televisivo no âmbito das Eleições Legislativas de 10 de março.



De Ventura a fazer de conta a Pedro Nuno trapalhão. O debate PS/Chega





Entre interrupções e acusações mútuas, o secretário-geral do Partido Socialista (PS), Pedro Nuno Santos, e o líder do Chega, André Ventura, estiveram frente a frente, esta quarta-feira, num debate televisivo que antecedeu o sufrágio do próximo dia 10 de março.



Em cima da mesa estiveram temas como saúde, justiça, habitação e até mesmo o caso de corrupção que tem assolado o regime político da Madeira, cujos arguidos foram libertados em regime de termo de identidade e residência.



Contudo, se Pedro Nuno Santos acusou André Ventura de ser "bom [...] a fazer de conta de que tem soluções", o líder do partido de extrema-direita atirou que o socialista "é o ministro mais trapalhão da República Portuguesa", numa referência à gestão da TAP por parte do antigo ministro das Infraestruturas.



Saliente-se que este é um de 30 debates televisivos que serão transmitidos até ao dia 23 de fevereiro. Além dos 28 frente a frente entre os líderes partidários, haverá ainda um debate entre todos os partidos com assento parlamentar, que terá lugar a 23 de fevereiro, bem como um embate entre os partidos que não estão representados na Assembleia da República, que ocorrerá a 20 de fevereiro.


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"Pedro Nuno Santos é o ministro mais trapalhão da república portuguesa"



"Pedro Nuno Santos é o ministro mais trapalhão da república portuguesa. Acho curioso que se apresente para dizer que tem um programa responsável", atira, falando sobre a TAP e dizendo que geria a empresa por "whatsApp".



"O programa do PS é coerente" porque “propõe uma mão cheia de nada”, diz ainda, acusando Pedro Nuno de ter como “grande solução para a habitação 50 euros de dedução no IRS "sabendo que grande parte do país não paga IRS".



"Pedro Nuno Santos hoje mostrou que não só não tem soluções como está impreparado para ser primeiro-ministro, mas a grande conclusão é que o PS se vencer as eleições já sabíamos que ia ser frouxo na luta contra a corrupção, mas que na habitação não tem nenhumas soluções para o país", diz ainda Ventura, depois de acusações sobre a habitação e sobre a construção.
 

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"Pedro Nuno Santos é um candidato adormecido", diz Miguel Relvas


O antigo ministro de Pedro Passos Coelho considera que o líder do PS "não está a ser capaz de construir uma alternativa".


Pedro Nuno Santos é um candidato adormecido, diz Miguel Relvas





O antigo secretário-geral do Partido Social Democrata (PSD) Miguel Relvas considerou, esta quarta-feira, que o líder do Partido Socialista (PS), Pedro Nuno Santos, é um "candidato adormecido", incapaz "de ter a iniciativa do debate político".




Em declarações na CNN Portugal, o também ex-deputado comentava o debates das legislativas, mais precisamente o frente a frente entre Pedro Nuno Santos e o presidente do Chega, André Ventura.



Miguel Relvas começou por notar que "tem sido extraordinariamente positivo a realização destes debates". "As audiências têm sido muito, muito significativas, o que é demonstrativo, por parte dos portugueses, de alguma indecisão e do interesse para tomar a sua decisão de 10 de março".




Lembrando que participou na preparação de debates com três candidatos a primeiro-ministro, o antigo ministro de Pedro Passos Coelho frisou que esta preparação "é uma coisa muito séria, em que cada um dos candidatos estuda os eleitores e o seu posicionamento".



Na ótica de Miguel Relvas, numa referência às mais recentes sondagens, "Luís Montenegro está a conseguir cativar os eleitores, está a crescer, ao contrário de Pedro Nuno Santos".




"Hoje, foi mais uma vez visível essa realidade. Pedro Nuno Santos é um candidato adormecido. Não se consegue compreender. Ele vai por arrastamento, não é capaz de ter a iniciativa do debate político", considerou.



"Não só hoje, nos anteriores, teve a mesma situação e vai ter na segunda-feira o debate decisivo para ele e para Luís Montenegro. Se seguir este caminho, penso que se começa a afirmar de uma forma clara a vitória da Aliança Democrática", defendeu.



E rematou: "Pedro Nuno Santos não está preparado para primeiro-ministro, não está a ser capaz de construir uma alternativa".



nm
 

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Ventura diz estar em marcha tentativa de branquear Costa na 'Influencer'


O presidente do Chega considerou quarta-feira estar em marcha uma "tentativa de branquear" e "restaurar a autoridade" política do primeiro-ministro António Costa, depois do juiz da "operação influencer" ter considerado vaga e contraditória tese do Ministério Público.



Ventura diz estar em marcha tentativa de branquear Costa na 'Influencer'






"Eu vi o recurso do juiz a dizer que as provas eram inconclusivas, mas não vi o do Ministério Público. Ora isto só pode acontecer por uma coisa: está em curso uma tentativa de descredibilizar a investigação, de descredibilizar a polícia e o ministério público e de proteger António Costa", afirmou, em declarações aos jornalistas, à margem de um debate promovido pelo Clube do Pensadores, em Vila Nova de Gaia, onde durante a sua intervenção defendeu esta ideia.




Para André Ventura "alguém está a tentar que políticos, jornalistas, comentadores passem todos esta mensagem", numa tentativa de branquear António Costa e restaurar autoridade política que perdeu a "operação influencer".




"Eu acho que devemos aguardar, já tivemos no caso de José Sócrates uma decisão anterior de um juiz de instrução que foi completamente revertida pelo tribunal da relação. Aguardar seria mais prudente do que branquear. Eu acho mesmo que está em curso uma tentativa de branquear António Costa e restaurar a sua autoridade política que perdeu um pouco com esta operação", afirmou.




O juiz da "operação influencer" considerou contraditória e vaga a tese do Ministério Público de que os arguidos Diogo Lacerda Machado e Vitor Escária tentaram pressionar o primeiro-ministro para aprovação de um decreto-lei favorável à sociedade Start Campus.



Esta argumentação do juiz de instrução criminal Nuno Dias Costa consta da sua resposta ao recurso do Ministério Público (MP), a que a agência Lusa teve acesso na segunda-feira, a contestar as medidas de coação aos cinco arguidos detidos, nenhuma privativa da liberdade, aplicadas pelo magistrado no interrogatório judicial.




Na tese do MP, alguns suspeitos recorreram a Diogo Lacerda Machado, advogado e amigo de António Costa, "no sentido de contactar, direta ou indiretamente, o primeiro-ministro, com vista a pressionar" a secretária de Estado Ana Fontoura Gouveia e "visaram - e lograram - que o referido decreto-lei fosse aprovado e publicado o mais rapidamente possível e com o conteúdo normativo favorável aos interesses da Start Campus".




Para o juiz, as alegações do MP são vagas "quanto a qual seria a entidade pública junto de quem iria ser exercida a influência", questionando se seria o Governo -- através de Diogo Lacerda Machado junto do primeiro-ministro, ou a secretária de Estado da Energia -- através de Vitor Escária, chefe de gabinete de António Costa à data dos factos.




nm
 
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