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Associação de jornalistas quer libertação de mais de 20 profissionais na Venezuela

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Organização, com sede nos Estados Unidos, citou dados do Colégio Nacional de Jornalistas (CNP) da Venezuela, segundo os quais 23 jornalistas e profissionais dos media continuam detidos no país.

A Associação de Jornalistas Venezuelanos no Estrangeiro (Apevex) exigiu esta quarta-feira a libertação imediata de mais de 20 profissionais detidos na Venezuela, no âmbito da libertação de presos políticos anunciado pelo Governo.

"Exigimos, de forma clara e firme, a libertação imediata e integral de todos os jornalistas injustamente detidos, bem como o arquivamento definitivo e a retirada das acusações contra eles", escreveu a Apevex num comunicado divulgado a partir de Miami, nos Estados Unidos.

A organização, com sede nos Estados Unidos, citou dados do Colégio Nacional de Jornalistas (CNP) da Venezuela, segundo os quais 23 jornalistas e profissionais dos media continuam detidos no país.

A Apevex exigiu igualmente garantias reais de segurança para os jornalistas que foram forçados ao exílio, bem como o fim da perseguição política contra a imprensa.

"Exigimos que o Governo cesse todas as formas de perseguição, censura e assédio contra jornalistas, órgãos de comunicação social e trabalhadores dos media", acrescentou a associação.

A organização pediu ainda a revogação das leis que "punem e penalizam a liberdade de expressão e o jornalismo".

"Na Venezuela, não pode haver uma verdadeira transição para a democracia sem a plena restauração da liberdade de expressão, de informação e de imprensa", sublinhou a organização.

A Apevex referiu que o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Imprensa da Venezuela (SNTP) confirmou hoje a libertação dos jornalistas Ramón Centeno, Leandro Palmar e Victor Ugas, bem como da assistente de câmara Belises Cubillán.

Na semana passada, o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, prometeu a libertação de "um número significativo" de presos políticos.

Na terça-feira, Rodríguez afirmou que mais de 400 reclusos tinham sido libertados, somando anúncios oficiais de libertações em diferentes momentos desde dezembro de 2024.

Segundo o Governo, 160 pessoas foram libertadas em dezembro de 2024, 99 no Natal de 2025, 88 no Ano Novo de 2025 e 116 na segunda-feira desta semana.

No entanto, a ONG Foro Penal, que até domingo contabilizava pouco mais de 800 presos políticos na Venezuela, indicou ter conseguido confirmar apenas 56 libertações após o anúncio feito por Jorge Rodríguez.

Por seu lado, a coligação de oposição Plataforma Unitária Democrática reportou 76 libertações.

O Comité de Direitos Humanos do partido Vento Venezuela (VV), liderado pela dirigente da oposição e Prémio Nobel da Paz de 2025, María Corina Machado, acusou o Governo de "mentir sistematicamente" e exigiu a divulgação de uma lista pública com os nomes das pessoas libertadas.

Correio da Manhã
 
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